O esperado 16 de Agosto passou. Acreditada como decisiva,
a manifestação popular mostrava grupos divididos: - "Fora dilma",
Fora pt", "impeachment", "intervenção militar" e
protestos contra a "inflação", "desemprego", "educação
sucateada", "insegurança", "foro privilegiado",
"bandidos impunes", "fora comunismo", "a nossa
bandeira jamais será vermelha"- todos os males decorrentes das políticas
que foram impostas à nação nos últimos 30 anos.
Nos discursos de
personalidades empoleiradas em trios elétricos, poucas, pálidas referências à
ferramenta que continua ativa, arando e semeado o campo com as doutrinas do
comunismo internacional: o FORO DE SÃO PAULO (1), uma entidade supranacional,
infiltrada nos lares, nas escolas, nas igrejas, em todas as instituições
nacionais, omitida pela imprensa e outros meios de difusão da informação no
Brasil, no mundo e especialmente nos EUA, berço das idéias de liberdade.
Karl Marx dizia que o
socialismo seria a etapa anterior ao comunismo, que sucederia o capitalismo quando as migalhas que caíssem das mesas dos
ricos fossem tão abundantes, (em decorrência do sistema de produção capitalista),
quanto suficientes para alimentar os mais pobres. Ou seja, o comunismo como
"etapa superior do capitalismo".
Na prática, o
comunismo se instalou, inicialmente na Rússia, onde as relações de produção
eram mais feudais que industriais. E só foi possível com a ajuda financeira de
banqueiros e idéias do ocidente industrializado - Inglaterra, Estados Unidos,
Noruega... - objetivando destruir a instituição familiar, as religiões e a
propriedade. O comunismo espalhou miséria, fome, mortes, genocídios, guerras e
guerrilhas, drogas, roubo, violência, preconceitos e divisão das nacionalidades
em classes sociais. (2)
Depois da queda do
muro de Berlim, 1989, o mundo inteiro ouviu dizer e pareceu acreditar: o
comunismo acabou! Algum empresário ou
estudante ou cidadão pode ter pensado: que bom, agora vamos ter paz! Ledo
engano. As idéias e o trabalho dos comunistas estava incrustado na pátria da
liberdade, nos Estados Unidos da América.
O Diálogo
Interamericano (3), nasceu em 1988, por iniciativa do conhecido banqueiro David
Rockefeller ampliou-se com novos membros, de toda a América Latina, entre os
quais os brasileiros: Fernando Henrique Cardoso- ex-presidente do CEBRAP, Sr. Celso
Lafer, das Relações Exteriores; Sr. Roberto Civita, Presidente da Editora
Abril, Sr. Roberto Teixeira da Costa, o Sr. Bolívar Lamounier, o Sr. Henrique
Meirelles, a Sra. Celina Vargas do Amaral Peixoto, a Sra. Dulce Maria Pereira
(Fundação Palmares), a Sra. Jacqueline Pitanguy e na qualidade de convidado o
Sr. Luiz Inácio Lula da Silva.
Daquela reunião
resultou o "Consenso de Washington", sem muitos detalhes divulgados,
devido ao sigilo requerido para não expor a safadeza, no nosso caso particular
a implantação da reeleição, subordinação às políticas do FMI, atrelar a
economia ao dólar, fortalecimento das ONGs, comissões de direitos humanos, o
enfraquecimento das Forças Armadas, liberação do uso de drogas, desarmamento da
população (encaminhado ao Congresso por FHC), entrega de setores vitais e
estratégicos a empresas estrangeiras (mineração, comunicações, etc.) e a
criação do FORO DE SÃO PAULO.
O que parecia ser
'teoria da conspiração" é uma dolorosa realidade e nós brasileiros como os
povos de outros estados latinos, somos encaminhados por forças poderosas para o
caminho da Venezuela. Economistas, analistas e repórteres investigativos
(alguns assassinados) denunciam a próxima crise (com data marcada para
Setembro/Outubro), quando as moedas, incluindo o dólar e o euro, vão desabar
instalando o caos. Muitos escritores denunciam o predomínio das idéias
socialistas fabianas e da escola de Frankfurt, nas universidades e entre os
oligarcas anglo-americanos e seus associados no Clube Bilderberger e outros.
A solução viria com
uma nova moeda, o "Fenix, internacional, emitida por apenas um banco
central mundial, estabelecendo um governo financeiro único, global. É o fim das
nações soberanas e a fixação de um governo mundial. Tudo isto está na agenda
dos socialistas, obedientes ao núcleo de poder real que controla
financeiramente todas as nações.
A única dificuldade
real é a resistência moral e ética dos que preservam os valores tradicionais:
religiosidade, família, propriedade e liberdade. O que nos resta? O que fazer
diante da ignorância dos cérebros lavados nas últimas gerações? O que fazer
diante do desmonte cultural gramscista? Depois de Dilma, Luiz Inácio e do PT,
ficaremos com a continuidade do mesmo projeto oligárquico, com o governo dos
socialistas associados ao Foro de São Paulo?
O caminho é longo e os políticos atuantes no Congresso Nacional ignoram o terreno em que pisamos, salvo uns poucos. Só estamos dando os primeiros passos para criar a massa crítica contra o socialismo suave que se instalou no poder e
nas mentes confusas.
(1) Criado por Luiz Inácio e Fidel Castro,
"para restabelecer o que foi perdido com a queda do muro de Berlim",
isto é, a implantação do comunismo nas Américas - Ursal = União das Repúblicas
Socialistas da América Latina, instituição ativa, com sede no Peru e agências
no Brasil e Argentina, com o aval da CNBB e dos teólogos da libertação.
(2) - Somente no século XX, os regimes
socialistas e as guerras - China, Vietnam, Camboja, Laos, Cuba - e guerrilhas
na África e América Latina, dizimaram mais vidas que todas as outras guerras de
toda a história da humanidade somadas. Somente na ex União Soviética foram mais
de 100 milhões de mortos em campos de concentração, genocídios e fuzilamentos
sumários, isto documentado nos arquivos expostos pela mesma Rússia. (V. "O
Livro Negro do Comunismo", escrito por comunistas franceses.)
(3) Organismo auxiliar da Comissão Trilateral, financiado
pelas Fundações Ford, MacArthur, a corporação Carnegie, American Airlines, Banco Itau, Bank of America,
Bank of Boston, Chase Manhattan Foundation, General Eletric, Texaco, Time
Warner, Trans-Brasil Airlines, USAID, BID, Xerox,
Banco Mundial entre outros.)
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