sexta-feira, 27 de maio de 2011

BASTIDORES E PERSPECTIOVAS

Por Arlindo Montenegro




Eu bem que disse que noticia de televisão é pão dormido... duro de roer. O que a gente sabe faz um tempão, fizeram um alarde danado, “descobriram um planeta duas vezes maior que a Terra onde é possível haver vida...” Deve ser o tal de Nibiru. Das duas uma, ou os reis do mundo sabem mais ou têm a intenção de soltar as holografias de discos voador associadas aos raios do HARRP para provocar algumas tragédias que justifiquem a nova ordem mundial.

Enquanto isto, muita droga para embotar os cérebros, muita celebridade sendo acusada sem ficar na cadeia – afinal as cabeças coroadas têm poder de vida e morte sobre os comuns e estão todas protegidas, imunes com a “legitimidade do voto” dito livre. Livre da moral racional, livre da justiça cega para as roupagens e títulos. Podem até prender o sujeitinho do FMI por uns dias, pra enganar trouxa e preparar o terreno para a nova ordem econômica.

Entre nós crimes e mais crimes, policiais acuados, professores fazendo greve e expondo que o salário mensal de novecentos e poucos reais não pagam o traje de um “representante do povo”, que se recusa a legislar para um investimento sério em educação. E a professorinha comentou: “é assim que querem salvar o Brasil?” Com salas entupidas, com dinheiro da merenda escolar desviado por prefeituras ou mal administrado pelo MEC, sem condução suficiente, com escolas caindo aos pedaços? O discurso dos governantes é o oposto da realidade.

Isto vem de longe. A canalha coroada que controla os recursos do planeta chega com ongs boazinhas, invade sua casa, envenena sua água e sua comida e de quebra mostra os dentes e o poder das armas. Restam poucos cantos na terra, pouco tempo para quem puder comprar um pedacinho de terra se esconder e começar a cavar os túneis de sobrevivência.

Quem sabe, para quando eles se mandarem para Nibiru, nos próximos cinqüenta anos ou até o fim do século, a terra já pode estar começando a se regenerar das feridas que eles projetam e os sobreviventes, com seus porcos, galinhas e cachorros, possam admirar uma nova aurora e recomeçar a repovoar as áreas menos contaminadas.

De qualquer modo, desdizendo todo o dito acima, os próximos anos poderão ser anos de reafirmação das forças espirituais contra os estados totalitários. A gente pode inventar, descobrir um modo de atuar para isolar os efeitos maléficos ou fazer virar o feitiço contra os feiticeiros. A gente pode ganhar consciência e organizar-se para a desobediência civil, para desprezar o discurso da televisão e dos palanques. A gente se pode organizar para redescobrir a convivência familiar e os brinquedos feitos em casa, as roupas feitas em casa, as comidas elaboradas em casa, o encontro para trocar idéias entre amigos, em casa com a televisão desligada.

Quem sabe se ainda há tempo de adotar a vida em família, entre amigos driblando os apelos do poder de persuasão que os governantes dominam para juntar desmiolados diante de espetaculares eventos hipnóticos que nada somam para o espírito, mas servem como fonte de alienação mental, calculada, sofisticada, cientificamente elaborada por laboratórios que nem os do Instituto Tavistock e suas agências.

Quem sabe ainda há tempo de organizar-se e protestar em altos brados nos parlamentos, nas igrejas, nas  escolas, nas ruas, exigindo moralidade radical sem meias palavras, sem vergonha mesmo, sem partidarismos, sem ideologias, sem exposições de fé mais que a fé no sentido da vida natural que está sendo destruída e forçada a conviver com a criminalidade ambiental patrocinada por governantes dementes. Isto no mundo inteiro.

Alguns sinais já estão aparecendo e alguma gente já se organiza disposta a superar a insanidade. Alguns “loucos” já estão expondo a loucura dos psicopatas que assaltaram o poder para controlar a gente em todos os quadrantes da terra. Quem sabe este seja um caminho para rasgar as imagens dos grandes astros, aposentar a tv e resolver a parada no papo e no ringue, honestamente, racionalmente, com toda a força espiritual redescoberta em cada um, independente de organizações eclesiais e empresas de fé sem obras.

terça-feira, 24 de maio de 2011

LADEIRA ABAIXO


Por Arlindo Montenegro

Assim é que parece que a humanidade caminha. O tal do desenvolvimento econômico, do “progresso” cujos benefícios inseguros são apoderados por uns poucos, conduz a gente ao conhecimento que discrimina, isola os semelhantes, caracteriza grupos que disputam o poder e o controle total sobre os viventes, à força bruta da persuasão repetitiva ou das armas.

A confusão de conhecimentos equivocados fornecidos por uma ciência viciada em fraudes, tem desviado a visão dos homens, aprisionados em gaiolas, nas estreitas ruas de megalópoles onde a esquizofrenia se generaliza, facilitando a ação de psicopatas que pretendem ter solução para tudo, desde que controlem os postos de poder, o que fazem com maestria, cercando-se dos criminosos traficantes armados e intocáveis de colarinho branco.

O descaramento é tanto que um destes poderosos aumenta suas posses 20 vezes em quatro anos e isto é tido como normal! Como se fosse pouco que um empregado subalterno do zoológico, em 8 anos se transformasse num grande fazendeiro, empresário bem sucedido no ramo da informática e até dono de uma rede de televisão em país vizinho, com direito a passaporte diplomático e tudo mais, apenas com o mérito de ser “filho do cara”.

As pessoas parecem perdidas, sem saber o que fazer. Sem poder projetar o que querem de fato. Perdeu-se a noção de valor. Perdeu-se o contato com a própria força espiritual, disponível como água da fonte, mas que parece inalcançável para a maioria desconfiada ou por exigir atitudes que separam do rebanho. Neste deserto mental multiplicam-se as miragens mais contraditórias, tudo conduzindo para a falência do espírito, da racionalidade e da reflexão.

A humanidade rola ladeira abaixo, em confusão, agarrado-se em galhos ora à “direita”, ora à “esquerda”, oscilando sem equilíbrio num ambiente de “salve-se quem puder”, de “vale tudo”, enquanto as atividades industriais, bélicas, de vigilância local e espacial atingem o infinito, consumindo recursos ilimitados. Os governantes da terra, através da Onu e suas agências, atacam o que é mais sagrado, o mais generoso, o mais afirmativo dos ideais libertários da humanidade: o que um dia foi a utopia da paz e da sobrevivência digna para cada habitante deste complexo planeta.

Apenas um minúsculo planeta que está sendo destruído, dividido por forças que pretendem “dominar a natureza” e alcançar o saber absoluto, para o uso de minorias que impõem mudanças drásticas e contraditórias nos relacionamentos inter-pessoais, na economia e nas instituições, que deveriam cuidar da condução de políticas para o bem comum. Que moral tem o governante que rouba, que manda matar um dissidente a título de “queima de arquivo”? Que respeito merece um homem que ataca uma camareira de hotel?

Que atenção e respeito merecem dirigentes que desprezam os valores que há milênios alimentam as raízes institucionais das civilizações? Que tolerância merecem os que são admiradores e seguidores dos maiores tiranos e assassinos históricos do espírito e das populações – Marx, Mao, Stalin, mestres e deuses de Hitler, Bush(es), Pol Pot, Guevara, Castro e conhecidos brasileiros?

Estes e muitos outros facilmente identificáveis, continuam conduzindo a humanidade nos caminhos da autodestruição, sem perspectiva de um futuro digno e realmente amoroso. As “verdades” científicas manipuladas são passageiras. Há uma verdade absoluta infinita e eterna, imutável e implacável. Uma inteligência insondável que mantém o equilíbrio do Universo.

As forças humanas que nos impõem ambientes descritos há milênios, como aquele da destruição de Sodoma e Gamorra, preparam tudo para mais uma das sucessivas tragédias que acometeram o planeta, eliminando a vida. Mas a vida e mesmo este planetinha continuarão resistindo, reconstituindo suas funções na estrutura do Universo. Cada um de nós é apenas pó, integrando a energia que move a matéria criada pela infinita, inominável e desconhecida inteligência no comando.

A pretensão de poder, a intolerância, a arrogância, o desprezo aos outros, a ausência da humildade e respeito, trazem a marca do desespero das almas descritas por Dante, no Inferno da “Divina Comédia”. Aqui estamos, buscando a forma de amar-nos uns aos outros, tentando praticar o respeito ao semelhante em sua essência.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

ENTRE MONTANHAS

Por Arlindo Montenegro

É bom demais afastar-se da zoeira metropolitana, entre as montanhas onde os sinais de celulares não chegam, sem rádio, sem tv, sem jornais, sem notícias, com o leite matinal chegando direto do curral no momento em que o pão caseiro cheira no forno concorrendo com o aroma do café.

É bom demais passear ao alvorecer sem os fedores e os riscos, sem os ruídos e a correria, sem hora marcada, atento apenas ao relógio biológico que avisa sobre o frio, sede, sono ou fome. O múuuu das vacas, o vento na folhagem do pomar onde os passarinhos disputam frutos maduros, quebram o silêncio em performance, ordenada, ritmada, ora tocata para uns poucos instrumentos, ora palpitante orquestra.

As pessoas vivem a vida cumprindo tarefas simples e se juntam para atender emergências sem plano de contingência. Os filhos destes simples costumam fugir dos vales entre montanhas para as metrópoles. Anos depois voltam, “sabidos”, “críticos” e nem sabem mais distinguir entre farinha e fubá. Revolucionam a cabeça e o espaço da gente, depois se vão deixando tudo de pernas prô ar, desarrumado e sem solução.

Querem mudar tudo e suas teorias acabam fazendo a casa cair. As mães comentam com as comadres: “voltou tão diferente, cheio de novidades e nó pelas costas... nem parece a mesma pessoa”. E não é mesmo. O filho visitante é um “homem novo”, frio, refratário aos sentimentos que embalaram a infância, cujos valores foram repudiados e substituídos pela “esperteza”, comportamento de competição entre coletivistas em seus ambiente.

O menino agora é quase doutor sabe mais que os pais que nunca viram uma tv, cinema, teatro... que nada sabem da riqueza do Brasil, nem do que se pode fazer abrindo caminhos para o futuro, em que todas as pessoas sejam conscientes de seus deveres, para gozar do direito de viver dentro de limites responsáveis na interação com os semelhantes.

Tinha mesmo perdido a memória de coisas simples, naturais, como o sabor do leite puro, saído recém do peito da vaca que rumina seu capim na pastagem verde, recebendo ao cair da tarde uma ração de sal junto com o colonião picado, merendinha para reforçar a produção de leite, que solta somente depois de alimentar as crias. O leiteiro, Davi é generoso e presenteia os clientes com excelentes queijos, frescos ou curados, além de vender a manteiga feita numa daquelas máquinas manuais confeccionadas em madeira de lei com uma manivela para acionar a pá interna.

Nunca tomou um empréstimo bancário. Vive com a mulher e dois filhos cultivando a terra, renovando a pastagem, moendo cana, cuidando das vacas, galinhas e porcos. A horta está espalhada entre as fruteiras numa área interditada aos bichos grandes. É gerânio em flor ao lado de alfavaca, logo orégano e manjericão na companhia íntima de cenouras e alfaces... uma zorra! Desordenada, viçosa, saudável.

Inda sobra tempo para prestar serviços às chácaras vizinhas, aparando grama com uma máquina roçadeira que faz muito barulho, por isso ele trabalha com algodão nos ouvidos. A mulher anota tudo num caderno de receitas e despesas. Televisão nem gostam, “só tem bestagem e maleducação”. Bom mesmo são os “louvores evangélicos” que fazem bem ao coração. Uma vez por semana toda a família se desloca a 6.5 km para o culto no templo mais próximo.

Esta é a parte de um Brasil honesto, digno, responsável que os políticos e grande parte dos citadinos desprezam como se fossem pessoas de uma casta inferior. A humildade, a força espiritual que move estas pessoas é exemplar. O contrário do egoísmo e da competitividade, do consumismo incapaz de preencher  o vazio dos que buscam fora de si, verdades adormecidas no interior.

domingo, 22 de maio de 2011

A NOVILÍNGUA BRASILÊRA

Por Arlindo Montenegro


A parte de natureza mais elevada dos seres humanos destaca a perseverança no bem como único caminho viável. E isto se aprende para realizar tudo na vida obedecendo à mecânica comprovada dos movimentos universais, que fundamentam as virtudes,  tradicionalmente discutidas nos livros de sabedoria, de filosofias, de religiões e códigos , voltados para os costumes, para a justiça e para o amor como objetivo de todas as relações.

O movimento universal condiciona a natureza à espera de cada ciclo para que cada fenômeno se manifeste. Exemplificando: os códigos idiomáticos foram resumidos depois de longa maturação. Um dos aspectos da destruição sistemática de tudo quanto se construiu durante milênios, por decreto governamental solerte, é a nova orientação do Ministério de Educação, distribuindo milhões de cartilhas de texto escolar, onde a corruptela idiomática dos analfabetos funcionais e ignorantes é elevada à categoria de idioma correto.

Até há pouco, os acadêmicos haviam convencionado que em literatura, pudessem ser utilizadas expressões populares ou palavras erradas, como exemplo fonético de uma linguagem carente da escola e do conhecimento ordenado do idioma. Agora é lei. Vale por exemplo começá a iscrevê êsi textu du mesmu  modu qui quarqué peçoa das qui tiveru poca istrução acostuma falá. I aí nium professo vai reprová o aluno so pur iscrevê “Getulho” ou mesmo “Brasiu” ou dizê qui num ta certu iscrevê i falá presidenta.

Bem dizia Confúncio referindo-se aos homens sábios que são seguidos e admirados: “ O que nasce do céu tende para o que está acima; o que nasce da terra tende para o que está abaixo. Cada um segue o que lhe corresponde”. Do que se pode depreender: o Ministério da Cultura está empurrando a educação para baixo, substituindo por decreto a cultura mais elevada.

A busca disciplinada do conhecimento, que distingue os mais esforçados é superada e dispensável por decreto, que elege a ignorância e desprezo ao idioma convencionado para o entendimento entre os brasileiros há mais de meio milênio.  E mais além para o entendimento com outros povos que adotam a língua portuguesa. Que Camões não ouça. Que não ouçam os outros que contribuíram com fonemas para este idioma agora atirado ao lixo.

Este é apenas um dos ataques cujo alcance pouca gente entende, mas que engendrado pelos engenheiros sociais, a serviço de revolucionários psicopatas, atinge toda a aprendizagem, toda a estrutura de comunicação de uma nação que está sendo enterrada a cada dia, pisoteada e esmagada – não por botas militares como se convencionou reclamar durante certo tempo – mas por dentes afiados e punhais envenenados. As mentes agora são trituradas desde a escola fundamental, para chegar à escola superior incapazes de entender os textos clássicos.

Vale o que vem nos filmes, vale o que dizem os “mestres” da ideologia coletivista: revolução cultural, pensamento homogêneo e despersonalização a serviço do estado todo poderoso, único patrão e provedor de pensamentos e ações. “Tudo pelo social...ismo!” Nem adianta argumentar com as sangrentas e diabólicas experiências anteriores. Os documentos não chegam ao conhecimento público. Os comunistas não foram julgados pelos crimes mais pavorosos que a história documentou contra a humanidade.

E os que conduzem o Brasil de hoje nas fábricas e nas escolas já foram vitimados pela lavagem cerebral, pela desinformação e pela impossibilidade de acesso à informação que os próprios comunistas franceses tomaram a dianteira de relatar no “Livro Negro do Comunismo”, texto que duvido ser do conhecimento de unzinho só dos nossos professores mal pagos, que se sacrificam nas escolas públicas, para ensinar a meninada que o governo é bonzinho.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

RAZÕES DE ESTADO

Por Arlindo Montenegro

As “razões de estado”, os contratos classificados “top secret”, as negociatas de gabinete, são os expedientes utilizados pelos governantes para esculhambar, vender, submeter uma nação à escravidão  - mais dissimulada para os que se concentram nas cidades, menos dissimulada para os que distante destas metrópoles civilizadas, convivem com a natureza, plantando e colhendo ou apenas sobrevivendo à mingua ou com o bolsa família.

Quem sabe, algum dia no futuro, todas as decisões de estado sejam tomadas de portas abertas, na presença de testemunhas da imprensa, para que todo e qualquer cidadão saiba como está sendo representado, saiba se os governantes estão cumprindo o contrato social, se estão respeitando princípios e valores culturais e espirituais que identificam e reforçam a nação em interesse do país.

Seguindo a cartilha em voga, o que se prenuncia para o futuro é sobrevivência escravizada ao estado, sem que seja permitido a nenhum homem desenvolver a fé num ideal individual, que logo se caracterizaria como atentado ao pensamento coletivo determinado pelo estado que, utilizando os recursos públicos despeja um discurso de mentiras, logo repetidas à exaustão e tidas como verdades.

Os homens que se tornaram conhecidos por seu aporte para as civilizações, eram homens livres, individualidades dedicadas à pesquisa. Nenhum se pode caracterizar como escravo amoroso de uma ideologia ou de um estado, ou partido político. A gente se beneficia do trabalho de homens com espírito inovador, homens livres de peias.

Submetidos às distorcidas interpretações de democracia e direitos humanos inspiradas pela ONU e suas imposições, abrem-se para os povos amplas áreas de instabilidade, terrorismo e guerra, porque o conteúdo normativo estimula os governantes a apelar para “razões de estado”, para conter o curso das liberdades democráticas: iniciativa, liberdade de pensamento e expressão, direito à propriedade, instituição familiar e mesmo as práticas religiosas.

A incapacidade gerencial dos governantes, a corrupção e a inexistência de projetos de longo prazo, os segredos e gastos dedicados a formar eleitores de cabresto, fazem com que muitos distribuam dinheiro, retirado dos que pagam impostos extorsivos ou produto de contratos com a rede bancária internacional, sempre disposta a cobrar contas negociadas sem o  conhecimento prévio da nação. Negociatas de gabinete que passam de um para outro governante, até que um único governante decida tudo, como o fez Castro, em Cuba.

Nos últimos vinte anos o que se vende é a idéia do benefício imediato. A nação e as gerações vindouras que se lixem! Aí a prática da nossa incipiente democracia levou o maior tombo. A nação dependente do governo. O governo dependente das transnacionais, dos banqueiros, da Onu e dos contratos secretos com o núcleo duro dos controladores mundiais, guerreiros sedentos de sangue, matérias primas e poder, que apontam suas armas de última geração contra quem queira ser independente.

Os EUA estão à beira do colapso, coisa que ninguém ousaria afirmar há 20 anos atrás. O poderoso arsenal de guerra e suas agências de inteligência estão ativas e atentas para interferir e utilizar as forças dos países “aliados”, através da onu, em qualquer cenário sangrento, a qualquer momento, além do “discreto” HARRP, que também atua, segundo os pesquisadores e cientistas independentes para conformar mentes...

Esta é a “democracia” que nos aguarda: um misto de estado associado aos empresários como o estado nacional socialista, como querem os cabeças das transnacionais. Querem nos vender como organização de estado a mais torpe e sanguinária experiência– o comunismo – que inaugurou os campos de concentração, experiências eugênicas, fuzilou, matou de fome, tanto na URSS, como na China e em toda periferia asiática. Hitler foi aprendiz neste particular, mas leva toda a culpa. Por que não julgam os comunistas? 

No banco dos réus, sentar-se-iam grandes e nobres personalidades, que continuam dando as cartas neste jogo contra a vida. Há quem pense em teoria da conspiração. Há, a maioria, que nem pensa, apenas tenta sobreviver.

ESTE BLOG SÓ VOLTARÁ A SER ATUALIZADO APÓS O DIA 20 DE MAIO. O BLOGUEIRO PEDE DESCULPAS AOS AMIGOS.






terça-feira, 10 de maio de 2011

MITOS E ILUSÕES


Por Arlindo Montenegro
O cinema, a televisão, jornais e revistas como a maioria dos blogs, apresentam para a opinião pública um mundo mitológico. Difundem ilusões que a maioria vê e passa a acreditar que sabe das coisas, que está bem informada. A pesquisa sobre documentos e textos antigos, projeta percepções contrárias, que alinhadas à razão e lógica, demonstram que o verdadeiro significado das guerras tem sido manipulado, para sustentar os mitos difundidos pelos poderosos.

Quando o jornalismo oficial, na interpretação de “focas” e a propaganda paga pelas corporações que dependem dos favores do governo ou paga pelo próprio estado, diz que passamos à margem da crise da economia que abalou o resto do mundo, ou que a guerra contra o terrorismo é uma batalha entre o bem e o mal, omite quem fabricou a crise, omite quem mantém o terrorismo.

Os povos de todas as culturas, religiões e ideologias, têm sido manipulados para enviar seus filhos ao matadouro permanente, seja em nome da pátria ou em nome ideologia ou da profissão de fé. Até mesmo os americanos do norte, que foram durante boa parte do século passado exemplo de liberdade e defesa dos direitos individuais num estado democrático de direito, foram iludidos quando chamados a espalhar sua democracia ao redor do mundo.

Hoje, os americanos estão encalacrados, enganados, atônitos, confusos e continuam sendo enganados por seus governantes, corporações espalhadas pelo mundo e apoiadas pelo complexo industrial-militar-banqueiro, responsável pela destruição dos valores fixados pelos fundadores dos EUA.

Como encalacradas estão os povos de todas as nações, neste momento em que os valores espirituais, são superados pela nova ordem mundial da associação capimunista, que dissemina o hedonismo, as drogas, a sexualidade irresponsável e trata de ridicularizar todas as formas da fé que alimenta a alma dos simples, dos que arrancam com as mãos calejadas, os alimentos e a riqueza que a terra, a indústria e os serviços nos proporcionam.

Fazem crer que as decisões e "razões" de estado, seja de americanos, europeus, judeus, árabes, soviéticos e chineses... são conhecidas e apoiadas pelos cidadãos comuns, como se os grupos de ativistas e ongs financiadas pelos mesmos controladores da riqueza mundial, como se a ideologia do estado totalitário, fosse ética, justa, bondosa e humanitária. Destroem, envenenam o nosso corpo e o nosso espírito.

As nossas escolas continuam a disseminar o “conhecimento” sobre preservação ambiental e ecologia ideológica, implantada pelas ongs verdes que deram cria a um partido político. Agora, nos EUA, lançam um filme em que Jesus figura como homossexual além do concurso que realizam na Califórnia para eleger anualmente o “Jesus gostoso” numa afronta à religião que fundamenta esta civilização. 

Os jogos eletrônicos ensinam a encarar a morte com naturalidade e sem a emoção que antes encaminhava para a reflexão sobre o mistério da passagem. A ecologia começa pelo interior, com auto conhecimento, relaxamento e reflexão, quanto mais cedo melhor. E logo saber onde estamos, como funcionam as instituições que conformam as atitudes, quais são seus valores... e o que queremos.
Assim, sabendo onde pisamos, podemos nos desviar do controles políticos ideologizados que infestam nossa escolas, mídia, instituições, ongs e outros movimentos apoiados por partidos políticos e pelo mesmo governo, cujo papel está desviado e que nos aprisiona neste estado de guerra não declarada. Eis um exemplo de consciência social dos simples desinformados:

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segunda-feira, 9 de maio de 2011

CONTRA A NATUREZA

Por Arlindo Montenegro

O ministro que confessou ter introduzido uma cláusula fraudulenta na Constituição em vigor, - fato que ficou por isto mesmo, sem um pio jurídico contrário, sem que os “nossos representantes” legisladores em causa própria,  corrigissem o vergonhoso passa moleque, (que no entender castiço é crime) -  acaba de anunciar numa visita ao complexo do alemão que o casamento homossexual, aprovado pelo STF, logo será aceito pelas forças armadas.

A legislação vai receber algumas mudanças, autorizando os comandantes de quartéis e de navios a oficiar os casamentos entre os integrantes da tropa? Os casais poderão dormir juntos nos alojamentos da tropa? Como serão tratados os casos de infidelidade conjugal? Fica dispensada a continência entre os cônjuges? Que critério prevalece: o dever militar ou o amor entre nubentes?

Um velho oficial, daqueles do tempo em que as Forças Armadas eram profissão de homens exemplares, que honravam as calças e o dever para com a Pátria, acaba de me lembrar que a ideologia dos ativistas sexuais da ONU está superando as forças de natureza, ignorando as diferenças entre um homem e uma mulher. Arquivaram as leis de atração e repulsão que a física ensina e que qualquer criança comprova.

Quantas vezes ouvi comentários irônicos nas rodas juvenis:  “dois bicudos não se beijam” ou “mulher com mulher dá jacaré”. A repulsa era natural mas ninguém julgava ou condenava os adultos sabidos por estranhos hábitos. Uma coisa era o relacionamento profissional respeitoso. Outra coisa bem diferente era o relacionamento íntimo com aqueles seres em sua privacidade de sofrimento  insatisfeito com a própria condição.

Pareciam mais viciados, que nem fumantes ou cachaceiros extremados, que por uma razão não sabida, atentavam contra o próprio corpo, a própria vida, vendendo a alma ao diabo para obter o objeto do vício a qualquer custo, mesmo que fosse a desonra, a vergonha, a marginalidade pela incapacidade de constituir uma família, objetivo natural de qualquer humano racional e até dos irracionais.

O que era um detalhe confuso na paisagem naturalmente ordenada, passa a figurar como norma, lei  imposta como prática no convívio social e familiar. Exemplo para a família que nada mais conserva de autoridade, de responsabilidade compartida para a educação e bem estar espiritual e físico dos filhos, família que perde a condição de esteio  da sociedade. Instituição arquivada, por ser o oposto da nova ordem  decretada contra os comportamentos naturalmente aceitos e praticados.

Os novos filhos servirão ao estado, serão educados pelo estado, filhos do estado, que os situará na condição de serviçais na escala hierárquica de cada classe social.  Os mais atrevidos poderão até ser aceitos e premiados com a passagem de uma classe para outra, por méritos físicos bem provados ou por serviços prestados à ideologia política coletivista. 

Sinto profunda tristeza enquanto grafo esta página, pensando se mereço usar um cilício ou aplicar-me umas chicotadas, como penitencia por perder tempo, que poderia ser aplicado a plantar umas couves, brincar com os cachorros ou apenas caminhar observando os movimentos naturais, deixando fluir os pensamentos mais positivos e nobres sobre o futuro da humanidade.

Sei o que todas as pessoas comuns sabem: o Estado coletivista esta enforcando a instituição familiar, impondo ditatorialmente a vontade de uns poucos ativistas políticos, contra a vontade da maioria que escolhe sua vida amorosa, heterossexual para preservar a vida, ou homossexual por incapacidade de manter o compromisso monogâmico procriador, desde que se tem registro dos comportamentos humanos.  

O alvo da política coletivista é a família. O objetivo é que sejamos todos filhos do Estado. “Ouso dizer que é a serviço cego de uma comunidade cega, ou de cegos como são todos os Estados, (...) incapazes de  entender a complexidade dos povos, (...) que a imposição, (...) atrelada às paixões e interesses de uma pessoa, não servem de fato à comunidade, mas a escravizam e aviltam”. (Romain Roland, 1917).



domingo, 8 de maio de 2011

DIREITOS INDIVIDUAIS ENCANGADOS

Por Arlindo Montenegro

Para entender tantas leis, normas, regulamentos, decretos desvairados da Onu, logo aceitos por nações governadas por comunistas, para controlar, amedrontar e calar as pessoas abismadas com a desconstrução da realidade, pode-se refletir sobre uma verdade cristalina, proferida pelo checo Vacklav Havel: “Culturas existem muitas, mas civilização só há uma e está onde os direitos individuais são respeitados.”

A Republica Checa, a Polônia, a Ucrânia, tomaram iniciativas para ver julgados os crimes dos comunistas, que nunca respeitaram direitos individuais e sofreram conseqüências que um dia talvez, sejam expostas, mas por enquanto permanecem como segredo de estado(s). Muitos países estão sentindo a mão pesada da ex-patria mãe Rússia, o dedo longo de Putin e sua KGB, que pretendem restabelecer o domínio nas fronteiras políticas perdidas com a queda do muro de Berlim. A União Européia, fica caladinha.
No fim de abril, a Hungria onde se produz a essência de rosas que a França utiliza em seus perfumes, aprovou uma nova constituição, que afronta as diretrizes da ONU: um dos artigos protege a vida desde a concepção e define o casamento como união entre um homem e uma mulher. O partido comunista, minoritário, retirou-se do Parlamento, sem votar.

A Onu e o Conselho da Europa, e as ongs carimbadas, começaram a pixar e fazer pressão contra a Hungria. Até a Anistia internacional já está fazendo campanha. Os poderosos não respeitam a vontade de um povo que declara proteger a vida desde a concepção. A turma dos direitos homossexuais critica o entendimento de casamento entre um homem e uma mulher, reivindicando o padrão europeu onde vale tudo.

O governo húngaro, se mantém firme declarando que a nova constituição que entrará em vigor a partir de Janeiro de 2012 era necessária para substituir o obsoleto documento estalinista de 1949. Aqueles países que eram apêndices da União Soviética, agora estão sob a mira da União Européia, uma organização produzida pela Nova Ordem Mundial, para fazer do mundo um quintal de corporações gigantescas e banqueiros vorazes. E a Rússia trabalhando na surdina.

No Brasil, como na América Latina, a ordem é ouvir e executar as normas da ONU, contra a Constituição, contra os direitos individuais, contra a cultura tradicional. Depois da invencionice da gripe suína, já estão elaborando outra campanha milionária de vacinas, desta vez o alvo é o  VPH, (vírus papiloma humano) uma enfermidade sexualmente transmitida e o custo unitário projetado seria de 300 dólares por pessoa. Somente para vacinar os brasileiros a modesta quantia poderia ascender a 50 bilhões de dólares.

Sossegue. O laboratório fabricante da vacina que será aplicada em 3 doses iniciais, durante 6 meses, com validade por cinco anos, em combinação com o Fundo de (redução da) População da ONU e a American Cancer Societ, querem que as nações paguem 42 dólares pelas 3 primeiras doses, já que serão necessários 7 séries da vacina, para garantir a “vida reprodutiva” de cada mulher. Isto cheira a esterilização massiva!

Bom, diante de tantas autoridades científicas, os dignatários da Onu nem abriram o bico. Dizem que o tal vírus é responsável pelo câncer cervical. Mas nos EUA as famílias organizadas protestaram quando o governo tentou exigir a vacinação de meninas em idade escolar. A vitrine da Onu sobre os comportamentos sexuais é bestial! E o tanto de dinheiro que exige dos países membros para suas elocubrações, daria para matar a fome de muita gente.

A Onu é agressiva quando trata dos “direitos sexuais” das crianças, mas esquece dos direitos dos pais para decidir sobre decisões médicas. O assunto será debatido em Setembro na reunião de alto nível sobre Enfermidades não Transmissíveis! Preparem o bolso contribuintes! As manobras políticas da morte silenciosa, disfarçada de direitos está em fase de lua cheia, gerando sandices tão terroristas como homens bomba.

sábado, 7 de maio de 2011

QUEM MATA MAIS?

Por Arlindo Montenegro

O que pode ser a pergunta de uma criança aos amigos que jogam com um destes modernos aparatos eletrônicos  (substitutos do pião, rolimã, amarelinha, cipozinho queimado, guarde este anelzinho...), tem sido a medida de poder que os manipulam, aterrorizando e submetendo as populações. Para historiadores e economistas, a morte tem sido um regular dado estatístico.

A psicopatia do poder começou com paulada, derivando para sufocamento, punhalada, veneno, espada, fogueira. Quanto mais defuntos no caminho, mais poder e mais posse de bens tomados dos mortos. Daí para a escravidão e para as técnicas mais sofisticadas, que hoje são aplicadas silenciosamente em paralelo com o troar dos mísseis, fuzis e metralhadoras.

Umas poucas famílias de descendentes da aristocracia coroada, a gente de frio “sangue azul”, conta com a potente modalidade do assassinato massivo silencioso, regulando as políticas desenvolvidas pelos laboratórios ativados pelos Bilderberger e suas inúmeras agências executivas, presentes no controle estatal das nações assimiladas e submetidas ao jogo da onu e fundações bem conhecidas.

O resultado em cadáveres, além das guerras, esta medido na estatística das políticas implementadas para o aborto, fome,  epidemias criadas em laboratório,  vacinas, efeitos colaterais de medicamentos, diversos conservantes, açúcares e corantes contidos nos alimentos industrializados, além da propaganda do “faça amor...com camisinha” ou a popularidade dos novos “gêneros sexuais” com “direito” obrigatório de status “natural” para os “casamentos” que não multiplicam o milagre da vida.

Foi o notável Kissinger, que na posição de secretário de estado, favoreceu alguns laboratórios, prestigiando a Monsanto, para desenvolver as pesquisa com grãos geneticamente modificados, que levariam às mesas do mundo inteiro espermicidas e outros agentes de patologias desconhecidas, para multiplicar as enfermidades degenerativas e cânceres resistentes.

Onde as pessoas se alimentam com produtos naturais e as sementes e outros alimentos geneticamente modificadas ainda não chegaram, os problemas de saúde são menores e as pessoas vivem mais conservando a lucidez. O memorando secreto, que Kissinger, Secretário de Estado de Nixon e Assessor de Segurança Nacional mandou para a CIA, para o Secretário da Defesa e para o Secretário da Agricultura, em 1972, “Implications of  Worldwide Population Growth for us Security and Overseas Interests” (Conseqüências do Crescimento Populacional sobre a Nossa Segurança e Interesses Ultramarinos), justificou todas as formas de matança silenciosa, atingindo também a população dos EUA.

O Brasil foi e continua sendo um dos grandes laboratórios. Os EUA chegaram a controlar 90% da produção de grãos no mundo, pagando preços baixos aos produtores e mão de obra e impondo preços elevados no mercado internacional, mais ainda com a criação das bolsas de alimentos que vão ser produzidos no futuro.

A política dos “alimentos como armas”, conhece lances cada vez mais agressivos, não imaginados por George Orwell que, acreditando em Malthus, elaborou a solução de reciclagem de cadáveres. O time de cobras operacionais que os fundadores da Comissão Trilateral de Rockfeler reuniu para implementar esta política, contou a partir de 1973, com Jimmy Carter, George Bush, Zibgniew Bresinski, Paul Vocker que seria mais tarde Diretor da Federal Reserve e Alan Greenspan. Estamos colhendo os “frutos”, ainda mais hoje.

No começo foram contemplados como áreas prioritárias: Brasil, Bangladesh, Colômbia, Egito, Etiópia, Índia, Indonésia, Níger, Nigéria, Paquistão, Turquia, Tailândia e Filipinas. Logo vieram os alimentos, gorduras hidrogenadas, óleo de cozinha, biscoitos, farináceos, sorvetes, salgadinhos, refrigerantes, aspartame complementando as práticas do envenenamento suave e continuado. Na seqüência indicaram para execução da Onu, as leis sobre educação infantil, contraceptivos para menores e adultos para  fácil esterilização voluntária e liberalização do aborto.

Em 1974, “95% das reservas mundiais de grãos, estavam sob o controle de seis corporações (mundiais ligadas aos negócios agrícolas); Cargill, Continental, Indústrias Cook, Dreyfus, Bunge e Archer-Daniel Midland. Todas americanas.” No Brasil, a Cargill detém o controle das marcas mais populares de alimentos industrializados que estão nas prateleiras dos supermercados. Olhe os rótulos, surpreenda-se!

Ref.: Seeds of Destruction, The hidden agenda of genetic manipulation, by F. William Engdahl First Edition,  Global Research, Centre for Research on Globalization, 2007.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

FORMAS SILENCIOSAS DE MATAR

Por Arlindo Montenegro

Há um tempo atrás o Ipea informou que dentro de 38 anos, nós somaremos nestas terras 34 milhões! Esperemos que os mais de 16 milhões de miseráveis, até lá, tenham sido reduzidos, mas pelo menos seremos um contingente maior para exigir dos nossos representantes um tratamento digno em troca da escravidão ao estado. É muito querer neste mundo de cabeça pra baixo!

Tudo isto se deve ao desvio cada vez maior de recursos para as atividades de segurança nacional de uma minoria de nações que disputam o poder total sobre a terra e seus recursos naturais. Como os gordos líderes desprezam a eternidade das soluções naturais, atravessam uma desculpa furada de soluções como o “controle da natalidade”, disseminando matanças desde os fetos, passando por todas as idades, até a velhice cada vez mais tocada para morrer nas filas do inss.

Estas políticas de redução local da natalidade, foram boladas no século passado por um gênio de Harvard que começou a carreira servindo à família Rockfeller. Por seus méritos mentais satânicos, chegou à integrar as agências de controle internacional da oligarquia que controla hoje os recursos do planeta, submetendo quase todos os governantes. O ilustre Henry Kissinger, secretário de estado de Nixon e influente entre as corporações americanas.

O contingente de velhos aqui aumenta, porque desde finais dos anos 80 e hoje muito mais, se aplica por aqui a política que Kissinger engendrou para barrar o crescimento populacional das nações que historicamente suprem o “mundo civilizado” de matérias primas e alimentos baratos. Ele mesmo controlou toda a produção de grãos dos EUA para vender à Rússia contra a vontade de congressistas americanos e na sombra da informação para o povo americano.

Os EUA que foram no passado modelo de democracia, liberdade e iniciativa individual, - movido pela fé cristã e fé nas leis de sua constituição e carta de princípios, - nas mãos de um grupo que agia secretamente, transformou-se em guarda pretoriana do mundo, levantando reações contrárias. Indefesas algumas nações buscaram soluções nos piores exemplos históricos de organização do estado e da economia: Rússia e China.

O controle da natalidade era necessário para que as nações denominadas “emergentes”, que nem o Brasil, uma das fontes de exploração colonialista, se mantivessem em nível populacional abaixo dos norte americanos. O memorando de Kissinger, datado dos anos 70 e aplicado entre nós, resultou na redução da fecundidade e esterelização de quase metade das mulheres brasileiras no fim dos anos 80: pílulas e diversos métodos anticoncepcionais estavam disseminados a todo vapor. Reduzida a fertilidade de quase a metade das mulheres, a velhice aumentou.

Os banqueiros sorriam e vendiam planos de aposentadoria e planos de saúde mais que banana na feira. O estado perdulário e desviador de recursos não já sentia dificuldades para pagar as aposentadorias. Foi pensando nisso que aumentaram a idade legal para aposentar-se. Sem saber éramos vitimados pelas políticas paridas pela mente psicopata do Sr. Kissinger, declarava solenemente aos jornais: “"If you control oil, you control nations. If you control food, you control people." – Se você controla o petróleo, controla as nações. Se você controla os alimentos, controla o povo.

O estrategista político de Rockfeller, de Nixon e do governo secreto que arrombou com a moral da nação norte americana, junto com seus pares ingleses, fez valer através da Onu, fundações “caridosas” e institutos, com ajuda de governos serviçais que visavam apenas as facilidades imediatas de ter empréstimos do FMI, a farsa de “redução da pobreza”, “alimentos para a paz”, “saúde da mulher” e outros sofismas utilizados para mascarar políticas elitistas.

Voltaremos ao assunto, com outras formas silenciosas de matar.


quinta-feira, 5 de maio de 2011

VERDADE DÓI

Por Arlindo Montenegro

Quando encaram verdades, algumas pessoas exultam, como se encontrassem a luz que mostra o terreno onde estamos pisando. Outras reagem, ignoram, dissimulam, interpretam. E tem sido assim mesmo: as pessoas são levadas por veredas desconhecidas, como se vivessem na escuridão, tateando para apoiar-se n’algum objeto, buscando bengalas.

Neste ponto da história da raça humana sobre a terra, muitas certezas e convicções que alumiavam o caminho dos mais informados, caem por terra. Os novos estão presos à hierarquia de compartimentos tão limitados, que a mesma mente se vai danificando a tal ponto, que a gente parece nem sentir a falta do alimento espiritual.

Deambulamos iguais e diferentes, reconhecidos apenas pelo local que cada um ocupa no espaço, pela roupa que veste, pelo estranho ou agressivo, sério ou cínico, honesto ou ladrão. À distância, na multidão, nos limites de cada rebanho “classista” todos parecem iguais, apenas um coletivo.

E os coletivos são tão estreitos que o saber, o conhecimento, a iniciativa, a liderança que destacava a gente parece ter sumido, substituída por técnicas simples, treinamentos expeditos para repetir comportamentos e palavras de ordem, seguir manuais e buscar promoções reservadas aos militantes e puxa sacos.

Enrolado, divagando, recebi um presente do amigo Piá, cuja cara nem sei se é quadrada, redonda ou hexagonal, mas o espírito aparece nos escritos que chegam com muitos ensinamentos, daqueles que matam a sede e confortam  atribulações mentais, arrumando prateleiras bagunçadas. O presente, um velho livro escrito em 1884, há 124 anos por um professor inglês, Edwin Abbot: “Flatland. A romance of many dimensions”.

Foi lendo e lembrando que somente quase meio século depois, seria grafada a obra de Orwell e de Huxley, profetizando os destinos da humanidade. “Flatland” que ouso traduzir como “terra insípida”, fala do achatamento e planura, como se a gente fosse um monte de figuras geométricas “achatadas” no plano de uma folha de papel. O professor Abbot foi um matemático, estudioso de Shakespeare e utilizou os conceitos geométricos para construir uma sátira imortal à burocracia aristocrática vitoriana.

Neste formidável achado intelectual encontram-se reflexões bem apropriadas para a atualidade: “cumpre-se a lei universal quando a sabedoria do homem acredita que está fazendo uma coisa e a sabedoria da Natureza o leva a fazer outra coisa, completamente distinta e muito melhor”. Como estamos aprendendo a desprezar a Natureza e até legislar para ativar armas que provocam terremotos e maremotos, aprendendo a agredir a Natureza, nos afastamos das Leis Universais. Dói, mas passa.

Apesar da tirania atemporal a que está submetido, apesar das guerra, fuzilamentos, bombas, campos de concentração, extermínios por fome, sede, artefatos biológicos... fogueiras, mísseis, enfermidades, tragédias... este bicho parece não envelhecer. Parece estar estigmatizado para uma missão fascinante, desafiando tudo em busca de sua essência espiritual, fonte de resistência e afirmação transcendental.

Segundo Abbot, “nas idéias gerais adotadas pelos historiadores...os destinos das mulheres e das massas humanas não merecem a menção e consideração detalhada. O personagem conclui então, após uma revelação em sonho, que sua missão é evangelizar as massa. No instante em que está pensando como começar, ouve um arauto lendo um edital que proíbe e pune com a prisão quem manifeste “revelações”.

Mas é preciso começar. “Até as mulheres e os soldados deveriam conhecer o “evangelho”. Começar pelos filhos é impossível, já que os mesmos médicos, em boa situação, são patriotas e respeitam os “círculos”  (poderosos) “por mero aspecto de cegueira”. Resolve começar pelo neto, uma criança que receberá a mensagem como lição. O menino sai correndo e rindo da brincadeira do vô.

“Todas as verdades substanciais (da nação) parecem ser produto de imaginação doentia ou a trilha irreal de um sonho”. Já preso, o personagem conclui suas memórias escritas: “Vivo com a esperança de que estas memórias, não sei como, possam chegar ao pensamento dos humanos em alguma dimensão e provocar o aparecimento de uma raça rebelde que reaja à vida confinada em dimensões limitadas.” Partidos, classes sociais, ignorância, obscurantismo...

É vai ser preciso muito trabalho. A verdade só dói quando o espírito está debilitado, adormecido. E é o espírito a maior arma de reação para vencer a tirania a que estamos submetidos.


quarta-feira, 4 de maio de 2011

OPINIÃO PÚBLICA

Por Arlindo Montenegro

O Brasil ouviu falar no programa fome zero, mas nos oito anos de desgoverno do presidente saído, quem encheu a pança mesmo foi o próprio e sua corte. Quem corrobora esta afirmação é o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, dando a conhecer os dados do Censo realizado em 2010, que documenta as condições de extrema pobreza de 16,2 milhões de brasileiros. Não temos dados sobre os pobres menos miseráveis.

Agora, a propaganda nas cidades, nas revistas, na televisão foi remunerada a ponto das pessoas acreditarem que tudo estava resolvido, mais ainda com o programa do bolsa família que muitas prefeituras desviavam para cabos eleitorais, amigos e familiares de políticos, menos carentes. Somos hoje uma nação carente de informação e de compreensão dos fatos.

A nossa mídia  é um laboratório de pautas homogêneas sobre assuntos periféricos. Escândalos, corrupção, violência, comportamentos neuróticos, invasão de privacidade. São raras as análises mais sérias sobre assuntos de interesse essencial para a nação e quase sempre carregados pela realidade interpretada favorecendo o governo e sua ideologia.

Pouca gente dá nome aos bois. Estes miseráveis revelados pelo IBGE, nem desconfiam que a economia do país está atrelada a interesses de uma oligarquia financeira, guerreira, prepotente e que despreza a gente.

Muita gente cita a Constituição sem nunca ter lido. Muita gente refere os direitos humanos, sem ao menos conhecer a Declaração da Onu, que hoje a mesma Onu parece ter arquivado. Mas a maioria sabe tudo sobre o crime pautado na semana, sabe tudo sobre um “ídolo” do circo em destaque, sobre o futebol, loterias...

Os valores e princípios sagrados pela Constituição parecem nada significar para as empresas de mídia, que atendem a interesses comerciais e governamentais, marginalizando o que de fato interessa à população para formar uma opinião verdadeira, genuína, sobre a cambada que nos governa nos vários escalões do estado inchado e burocrático.

Muitos blogueiros trabalham em linhas de informação que a mídia politicamente correta, isto é enviezada, comprometida, descarta. Verdades históricas recentes, liberdades ameaçadas, significado do que acontece em nossa periferia imediata e no mundo, avanço ditatorial do planalto, educação para o cabresto ideológico do “pais de todos” na ignorância. Temas excluídos da mídia oficial.

Parte dos blogs tornou-se fonte de informação confiável além de crimes, atrocidades, corrupção, propaganda e controles cada dia mais descarados, que limitam as liberdades tão duramente conquistadas. Estes blogueiros sabem da carência de informação fora dos padrões correntes, como auxiliar para que a nação possa rejeitar as peias do estado corporativista.

Recentemente foram divulgados dados sobre o uso de telefones celulares, mas omitiu-se que os Iphones 3G e os Ipods, podem rastrear, mapear com precisão e guardar os movimentos dos proprietários. Uma das cláusulas no contrato de venda informa isto. Mas quem lê contratos em linguagem incompreensível e com letrinhas bem miúdas?

Você sabia? Pouca gente sabe. Muito pouca gente sabe que  analistas como Jim Tucker, que tem acesso ao núcleo duro do poder internacional, revelou que  o dólar está condenado a desaparecer do protagonismo de moeda de referência e o euro também vai pra cucuia.

Há um prazo para isto: fins de 2012. Todas as poupanças e aplicações em bolsa, de repente vão valer zero. Somente o ouro e a prata vigirão no mercado, até que as nações acordem uma modalidade aceitável para substituir o sistema financeiro internacional falido.

Haverá choro e ranger de dentes e não será o bolsa família, nem a promessa de fome zero, o suficiente para salvar a pátria. Os países que se anteciparam para pular fora do controle do sistema financeiro vigente, sofreram duras punições destes organismos santos, que tratam de “ajudar” as nações... a continuar no cativeiro.
LEITURA RECOMENDADA: http://www.heitordepaola.com/




terça-feira, 3 de maio de 2011

VAI UMA FAROFA AÍ?

Por Arlindo Montenegro

Sinta aí o peso do estado e como você tem de abrir mão da liberdade individual, da tradição cultural, da instituição familiar... sinta como a sua “opinião” tem valor menor que zero. Sinta como os representantes que você pensa que elegeu, fazem parte de um circo e defendem apenas o interesse do estado, vale dizer o interesse dos donos e mandantes do estado que parece infuzado mas obedece o que os patrões determinam.

O que tem valor para você? “Lutar” contra a corrupção? Pois bem... No levantamento feito pelo Congresso em Foco, encontramos a informação de que 168 dos senadores e deputados que “nós elegemos”, que “nós escolhemos” como nossos representantes, respondem a “396 inquéritos e ações penais apenas no STF”. Quer mais? No congresso estão 116 projetos de combate à corrupção...engavetados ou arquivados! Ficha limpíssima!!!


A tendência dos estados socialistas é mesmo implantar o que funciona na china: o executivo de um partido só, age acima dos poderes judiciário e legislativo. Manda e os outros apenas legitimam. E nada que afete os governantes do primeiro escalão, tem seguimento. É tudo arquivado ou esmagado com justificativas e interpretações midiáticas para manter a aprovação da opinião pública idiotizada. Pão e circo é a palavra da ordem. Que nem fizeram recentemente na Inglaterra.

Que é que você vai fazer contra dona ONU. Pelo terceiro ano uma tal Comissão de População e Desenvolvimento, que quer reduzir a população e o desenvolvimento, jogaram na cara dos delegados um documento de última hora... aquela manobra, “sem tempo de ler vamos votar assim mesmo, depois a gente corrige”. Depois que nunca chega e a desgraça está sacramentada.

Inda bem que os delegados estão divididos. Vinte e três países recusaram a proposta sobre educação sexual para crianças de 10 anos. Mas o documento passou com cinco referências à “educação sexual”

As dúvidas ficaram com a cláusula que acabava com a “soberania nacional” e com a condenação à “ocupação estrangeira”, coisa que não interessa aos EUA nem a Israel, nem à Rússia, nem outros poderosos que querem a todo custo forçar as nações “em desenvolvimento” (eterno) a modificar as leis, firmando tratados que servirão como instrumentos de pressão: “Vocês assinaram, agora cumpram ou então vão perder a assistência financeira”. Grana! Daquela que os “profetas” do apocalipse dizem que não valerá nada até o fim de 2012.

Sabe-se que os Brics estiveram reunidos na China, um bloco cujo poder, em razão das reservas botânicas, aqüíferas, minerais e força de trabalho barata, que muito interessa aos controladores da economia mundial. Dos bastidores desta conversa entre os governantes que representam a metade da população do planeta, pode surgir um fato novo, pressionando a nova ordem mundial e gerando um novo acordo para substituir o podre sistema financeiro internacional.

Daí para que os atuais controladores entrem em acordo, vai morrer o burro e quem o tange... estamos diante da possibilidade de guerras, de muita manifestação de força bruta e incendiária, até que este planetinha possa sossegar das feridas que os donos do poder vão inflingir à gente como nós (que para eles serve apenas como força escrava) e ao próprio solo, mar e atmosfera.

Entre nós, nem o futuro dos nossos filhos parece interessar, porque a família institucional e “célula mater” da nação, tornou-se ficção. O Ministério Público quer que o Supremo Tribunal Federal passe por cima da Constituição e da mesma natureza, reconhecendo a condição jurídica de uma nova “entidade familiar”, equiparando a união entre homossexuais ao casamento entre homem e mulher, única forma de preservar a humanidade e transmitir valores. Como acontece também entre os animais.

Mas nada disto interessa não é? Agora você tem apenas de ocupar-se com o casamento real, a morte do Bin Laden, a vacina contra a gripe do porco, a pneumonia da senhora que manda em nossos pensamentos, palavras e ações. E claro, a fatura do cartão de crédito! Os impostos, o custo suavemente crescente da sobrevivência... a violência... a rebeldia juvenil. Farofa!!!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

HARRP, 'A MÃO QUE BALANÇA O BERÇO'

Por Arlindo Montenegro

No dia 7 de Outubro de 1991, sob o governo Collor, o Brasil ratificou a Convenção sobre a Proibição do Uso Militar ou Hostil de Técnicas de Modificação Ambiental, da ONU. Uma cópia foi anexada ao decreto, para ser “executada e cumprida tão inteiramente como nela se contém”. Tarefa fácil, porque aqui nenhum cientista tinha acesso às anotações secretas, que o FBI confiscou após a morte de Tesla.

Lê-se no documento da ONU: “Cada Estado Parte nesta convenção compromete-se a não promover o uso militar ou qualquer outro uso hostil de técnicas de modificação ambiental que tenham efeitos disseminados, duradouros ou graves, como meio de infligir destruição, dano ou prejuízo a qualquer outro Estado Parte.”

Naquela ocasião, (1991) os militares norte americanos e seus cientistas já haviam registrado uma dezena de patentes de aparelhos para “modificar uma região na terra, ionosfera e/ou magnetosfera” ou para “criar um ciclotron eletrônico artificial para aquecimento da região de plasma”, ou para a “criação de nuvens de ionização artificial”, e também “explosões de magnitude nuclear sem radiação.”

Ou seja, patentes de aparelhos que capazes de gerar o aquecimento global, ou provocar catástrofes artificiais sobre regiões específicas. O complexo militar industrial do governo paralelo dos EUA, sem conhecimento da população, utilizava  como arma de guerra o conhecimento legado por Tesla, contrariando a intenção de beneficiar a humanidade com a transmissão de energia e comunicações sem fio unindo todo o planeta e utilizando a tecnologia para a guerra secreta.

O HARRP – High Frequency Active Auroral Research Programa (Programa de Investigação da Aurora Ativa de Alta Freqüência), estava completo e instalado no Alaska: uma bateria de antenas que disparam elevadíssimas cargas de energia na camada superior da atmosfera, através de ondas de radio. A carga de energia volta do espaço orientada para um ponto específico, como uma bomba atômica!


Quanto à utilização, negam e vão continuar negando. Onde já se viu, induzir modificações artificiais do tempo – chuvas, tornados, terremotos, tsunamis, ondas de alta ou baixa temperatura inesperada... Tudo para chantagear nações, contando com o segredo militar sobre a mais diabólica arma de destruição. Quando foi desmascarada a farsa Algorenta da onu sobre aquecimento global, o mundo começou a sentir os fenômenos assustadores de mudanças climáticas em diversas partes, sem previsão atmosférica.

No Brasil os tornados na costa de Santa Catarina, abalos sísmicos, chuvas diluvianas, fenômenos “antes nunca vistos”, causando prejuízos materiais e mortes com seqüelas físicas e emocionais. Terremotos no Haiti, no Chile, na China e no Japão, onde o devastador tsunami foi anunciado com um ano de antecedência, na entrevista de um ministro japonês, confirmando ameaça direta feita contra o país.

Pode quem queira descartar a informação como teoria da conspiração. O fato é que a psicopatia insensata interfere em todos os estados. O governo dos EUA, interferiu na página eletrônica do HARRP, “para esconder as evidências de modificação  do tempo e indução de tremores de terra... O magnetômetro, particularmente forneceu provas concretas de que o HAARP acionou o terremoto no Japão e o tsunami que se lhe seguiu”.

Dados publicados no site HAARP mostraram que a ativiadde do aparato coincidiu com uma série de recentes catástrofes, como o terremoto do Haiti de 2010, a onda de calor de 2010 na Rússia, as inundações de 2010 na China e no Paquistão e os grandes sismos no Haiti e Japão – todos eles ocorreram desde que o presidente dos EUA e comandante-em-chefe militar dos Estados Unidos, Barack Hussein Obama, tomou posse”.

Nos registros do Congresso estão os documentos que revelam apenas um dos muitos fins oficiais do HAARP –penetrar o solo com sinais refletidos da ionosfera.   O Congresso foi informado que o aparato seria usado para examinar o interior do planeta a uma profundidade de muitos quilômetros... “O Senado dos EUA reservou US $ 15 milhões de dólares em 1996 (Clinton e Al Gore Administration) só para desenvolver essa Tomografia Penetrante da Terra”.