sexta-feira, 30 de abril de 2010

VALORES EM CONFLITO

Por Arlindo Montenegro

Logo ali, a uma legua de beiço da cidade, tenho um amigo chamado Zé Roberto. Desde os 15 anos, trabalhou feito um jegue, que sendo órfão sempre encontrava uma alma "caridosa" que o acolhia em troca de serviços braçais, plantando, colhendo, cuidando de galinhas, porcos e cães e deixando tudo limpinho para a chegada do patrão e convidados todo fim de semana.

Aí o trabalho dobrava: era lavar carro cheio de lama, abastecer o fogão de lenha, colher as verduras na horta, ajudar a limpar toda área da churrasqueira, a cozinha, alimentar os cachorros, passear com os visitantes pelas trilhas do mato, gelar as cervejas, assar as carnes... gostava mesmo era de levar as moças na cachoeira, que elas ficavam quase nuinhas, dando gosto de ver a água espumenta lavando os corpos lisinhos, brilhantes.

Zé não foi à escola mais que naqueles quatro anos em que viveu com a vó e era obrigado, senão o pau comia. Depois ficou só no mundo fazendo um trabalhinho aqui e acolá, sorrindo sempre, respeitoso sempre e rezando sempre prá encontrar um caminho honesto e livre de adversidades. As gorjetas e o pouco dinheiro que recebia pelos "bicos", ia juntando numa caderneta de poupança que o pai tinha deixado prá ele mexer somente depois dos 18 anos.

Roupa êle ganhava, quase nova, dos moços que visitavam o sitio, tudo de griffe, tenis, camiseta, boné, bermuda. Chegou o dia dos 18 anos e um amigo o orientou para fazer a identidade, a carteira de trabalho e os papéis que lhe conferiam cidadania. Apenas comentou "quanta coisa prá provar que sou gente, quanto trabalho pra carteira assinada!" É assim mesmo Zé, disse o amigo, agora você vai pagar ao governo prá trabalhar. Arranjou um sócio prá vida inteira.

E agora Zé? Vou ver quanto juntei, que nem sei. Se der vou comprar um terreno e fazer uma casa pra casar e ter um filho, batizar e fazer ele estudar prá viver melhor que eu viví até agora. Dito e feito. Dez anos juntando de pouquinho em pouquinho na conta que o pai deixou, pegou o saldo da poupança e pergungou ao amigo: "este tanto dá prá um terreno?" Depende Zé, onde é o terreno que você quer?

Comprou. Quatro mil e poucos metros num loteamento afastado, cheio de mato. O contrato de compra e venda falava de guias e sarjetas, posteamento e água encanada a cargo da prefeitura. Zé podia desmatar 30% da área, estava no contrato. Mas só cortou umas madeiras para usar como postes e cercar o terreno com arame farpado. Tipo dizendo: aqui tem dono! Estava feliz, rindo atôa.

Passou a escritura, pagou as taxas e começou a pagar uns tijolos e uns sacos de cimento para construir uma casinha. Logo veio o trator da prefeitura, limpando a estrada e sem dó nem piedade, enterrou a cerca. Pois foi reclamar. Ficaram de verificar e o que chegou foi uma multa do meio ambiente, porque ele tinha cortado árvores sem permissão. Pediram uma grana por fora para regularizar. Ele se negou. Pagou a multa pesada do meio ambiente, parcelada.

Zé não sabe nada a respeito do PNDH. Não entende que o projeto coletivista odeia gente como êle. Não sabe o que estão tramando por toda a América do sul, mas já comecei a informá-lo, devagar, na linguagem que ele entende. Outro dia me perguntou sobre Cuba e como estava com uma página aberta sobre o assunto, li para êle:

O jornal eletrônicoespanhol "Libertad digital", publicou nesta Sexta Feira,23/04/10, um relato assinado por Martin Higueras, sobre o relacionamento entre Cuba e a Venezuela. Tradução livre:

"Desde 2003, a Venezuela recebe milhares de médicos cubanos, supostamente para atender as zonas mais desfavorecidas do país. A versão oficial do governo Chávez, é que o trabalho dos médicos paga a enorme quantidade de petróleo "vendida" e enviada a Cuba. O governo bolivariano assegura que são quase 15.000 profissionais cubanos na Venezuela. Mas os desertores falam de cerca de 40.000.

Os que defendem o regime dos irmãos Castro, justificam o alto nível dos médicos cubanos e seu sistema sanitário o que é falso neste último caso como já está provado. Agora, são justamente esses médicos que orgulham a ditadura, os que mais fogem. Não o fazem a partir da ilha, o que é muito difícil. Aproveitam das viagens que são obrigados a fazer ao exterior.

O diário colombiano El Tiempo, informa que cerca de 2.000 médicos que participam do programa de Chavez "Bairro adentro" – que completou 7 anos na última sexta feira – fugiram da Venezuela, através da fronteira ocidental, pelo estado de Zulia, para alcançar Santander, na Colômbia. A grande maioria foge com risco de vida, conseguindo seu objetivo depois de muitas horas de caminhada.

Para ilustrar os perigos, o jornal relata o encontro de um profissional cubano, com um compatriota, na rodoviaria de Maracaibo, ambos fugindo de Cuba e da Venezuela. Um deles pensa que o outro poderia ser "um dos 60.000 agentes da ditadura", que vivem na Venezuela para cuidar de Chavéz e vigiar de perto outros cubanos. Uma mulher relata que o que mais temem é encontrar um desses agentes, todos militares e conhecidos como "O jurídico". Eles tecem uma rede de informantes no seio dos proprios médicos. Assim, "ninguém fala com ninguém da ideia de fugir, nem com familiares!" Falar por telefone é proibitivo, está interceptado. Se utilizam email, está filtrado.

No fim do dia, encontraram-se 11 fugitivos em direção à Colômbia. Marisol Gomez Giraldo, editora do "El Tiempo", conta que o grupo foi barrado pela guarda venezuelana e teve os passaportes confiscados. Depois de uma hora na detenção, uma mulher aproximou-se para pedir "dinheiro em troco da liberdade". O preço cobrado era de 10 milhões de bolívares, (4.000 Reais), uma quantia que os médicos cubanos não tinham conseguido economizar. Juntando o que cada um possuia, chegaram perto e foram liberados para seguir em direção ao território colombiano."

Então Zé, é isto que tem muita gente querendo para o Brasil. Acredite, se quiser.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

'OS MONSTROS NÃO PERDOAM!"

Com a frase titular, o Ministro Presidente do Supremo Tribunal Federal, Cesar Peluso, usando o voto de minerva, declarou a improcedência da ação proposta pela OAB, para revisão da Lei de Anistia. Finalizando o seu voto, declarou a clareza da exposição do ministro relator, Eros Grau, que durante 3 horas fez um histórico de todas as anistias concedidas no Brasil.

Fica claro que a Anistia, que foi absorvida pelos constituintes, é ampla, geral e irrestrita e vale para TODOS os envolvidos na violência revolucionária e contra revolucionária dos anos 60. Alguns aspectos pouco veiculados pela imprensa e jamais admitidos pelo grupo minoritário de pessoas enseguecidas pela ideologia marxista, estiveram presentes no voto do relator e nos votos dos seis Ministros que rejeitaram a proposta da OAB:

- a OAB mobilizou-se e participou com outras instituições da elaboração do projeto de anistia aprovado pelo Congresso Nacional;
- os Constituintes ratificaram na íntegra a Anistia "ampla, geral, irrestrita", como instrumento de pacificação, de "perdão";
- passados mais de 30 anos, todos os crimes estão prescritos;
- as leis internacionais (ONU) que os extremistas da esquerda convocam, foram editadas depois mesmo da promulgação da Constituição de 1988.

O embate puramente ideológico, caracteriza-se por tentar submeter toda a estrutura jurídica nacional aos diplomas internacionais, negando assim a capacidade dos nossos juristas, sua independência e a tradição de privilegiar as soluções tradicionais da nossa cultura jurídica, da nossa índole, da nossa formação.

É um julgamento histórico, que convida os ressentidos a baixar as armas e buscar a verdadeira história daqueles anos. E olhar para o futuro e começar a construir agora uma verdadeira democracia. É um evento que nos convida mais uma vez a acreditar que ainda existe esperança para as nossas instituições, não obstante as forimbundas reações dos inconformados com a tradição democrática.

Calou fundo a mensagem do Juiz Presidente: "Os monstros não perdoam". Perdoar é uma característica humana. Agora podemos identificar, quem são os "monstros" e quantos merecem ser protegidos por "direitos humanos". Agora é possível balizar onde estão as distorções ideológicas que conduzem o Brasil para os braços dos interesses globalitários, seja de interesse da "internacional comunista", seja de interesse da "internacional capitalista".

Vamos lembrar que nosso interesse fundamental está aqui, sob a proteção das nossas leis, sob as cores da nossa bandeira, na proteção do nosso solo e da nossa gente.

terça-feira, 27 de abril de 2010

A POLÍTICA DO ANTICRISTO

Por Nadir Cabral

Dois eventos cruciais na História dessa civilização, explicam ou confundem ainda mais algumas pessoas, dentre elas a que vos escreve. São os anos de 1968 e 1989. Em 1968 os jovens franceses promoveram um verdadeiro quebra-quebra nas ruas da cidade de Paris para protestarem contra os valores vigentes. No ano seguinte, com o advento do Festival de Woodstock, decretou-se o fim das regras morais e dos valores mais caros advogados pela cultura cristã. As drogas ganharam a juventude de modo desenfreado. Não poderia ser diferente.

Para conseguirem se entregar a todas as perversões, os jovens que ainda guardavam do senso comum, algum sentimento de respeito por si mesmos e pelo que receberam através da educação familiar, se valeram do uso indiscriminado de entorpecentes para “criar” coragem de se entregarem às mais vis paixões. Mas qual a ideologia que os alimentava? Suas reivindicações eram legítimas? Os revolucionários pertenciam e serviam a que tipo de orientação política? O que trouxeram de bem e de bom para o mundo?

Tempos de guerra fria. Interessante que todos os que pesquisaram e escreveram sobre essa época de rupturas, de Zuenir Ventura a Eric Hobsbawm, admitem que as mudanças impostas por esses movimentos, implicavam numa total destruição de tudo o que era válido antes. Hobsbawum afirma que os movimentos jovens de 1968, não receberam a “coordenação direta” dos partidos comunistas, mas todos os líderes revolucionários haviam pertencido às fileiras comunistas.

Mas, chega o ano de 1989 e cai o muro de Berlim, a última resistência comunista do Ocidente queda-se vencida. O mundo respirou aliviado. A ameaça comunista desapareceria por completo. Será? O comunismo é um fenômeno, em meu medíocre entendimento, que vai muito além das fronteiras mentais dos revolucionários que pretendem transformar o mundo a partir do aniquilamento das classes sociais.

É algo demoníaco capaz de distorcer o entendimento, minar as resistências e acomodar consciências de tal maneira que as façam repousar tranqüilas num verdadeiro ninho de serpentes.
Nem se trata aqui de comunismo clássico. Evidente que não. Os comunistas do passado deixaram um rastro de cem milhões de mortos. É de Marx o entendimento de que “As classes e as raças fracas demais para conduzir as novas condições da vida devem deixar de existir. Elas devem perecer no holocausto revolucionário”. Isso significa que “o Socialismo advogou publicamente o genocídio dos séculos XIX e XX”.

Trata-se, sim, de uma modalidade de comunismo de mentes. Nivelamento de pensamento, de “valores”, ou de ausência de valores, nivelamento de conceitos, de linguagem, a “novilíngua”, a completa perversão da sexualidade (no livro “Admirável Mundo Novo”, o sexo era livre e os seres humanos não eram concebidos, eram “decantados”), o desmantelamento da capacidade de aprendizagem, a destruição da escola, a dominação ampla, geral e irrestrita de tudo o que é mídia de massa e o mais ignominioso processo de desinformação, em poucas palavras, a confusão de mentes.

Ninguém é capaz de emitir opinião sobre determinado assunto. O bombardeio de informação ao estilo Goebbels, desorienta as pessoas de tal forma, que em nenhum círculo de debates se consegue concluir alguma coisa sobre determinado tema. Para eles “A verdade não é o que corresponde a um estado objetivo, mas o que pode ter aplicação útil e eficaz numa situação dada”. A mentira passou a ser a verdade.

No projeto gramscista de destruição da individualidade está estampado o ataque, que em meu entender se enquadra nas “três regras não escritas do sistema educacional”, do Dr. A. C. Portinari Greggio. Quais sejam: “a primeira reconhecia que os indivíduos nascem com diferentes graus de inteligência. A segunda, que a inteligência pode ser cultivada, mas sua falta não pode ser compensada pela educação. A terceira aconselhava: se o ótimo é 100 mas o possível é 20, façam-se pelo menos os 20. Eis que surge a “regra de ouro do igualitarismo: se não der 100 para todos que todos fiquem no zero”.

Voltamos “à estaca zero”. 1989 não começou por aqui. Ainda há mentes na América Latina suficientemente desonestas e mal intencionadas que insistem num projeto que não deu certo em lugar nenhum do planeta.

Quem falou que essa gente não gosta do capitalismo? Adoram o luxo, o poder, o dinheiro. Querem o mundo a seus pés. Isso não foi diferente na União Soviética. Stálin só fazia as refeições diárias se fossem servidas nas porcelanas do Czar. É a mais perfeita caricatura da falsidade.
Como não tenho a pretensão de ser “politicamente correta”, afirmo sem pestanejar: Cristo é uma nuvem de fumaça vulcânica na aeronave comunista. Com Cristo eles não podem decolar. Permanecem no chão.

E por falar em Cristo, porque não lembrar São Mateus, cap. IV, versos 1-11. O demônio exerceu dupla função na “Tentação de Jesus”: a de tentador e a de acusador. Teólogo, o diabo tem uma missão: afrontar Deus.Induz-nos à queda, para se regozijar em acusar a Deus que nos criou à Sua imagem e semelhança.

Mas a parede vazia também é religião, disse o padre Paulo Ricardo, certa vez. Eles têm seus deuses, não tenham dúvida disto.A “bíblia” dos “pastores da nova religião” tem como santos, Antonio Gramsci. Herbert Marcuse, Sartre, Kinsey, Adorno, Simone de Beauvoir, e, como não poderia deixar de ocupar o seu devido lugar no panteão comunista mundial, o ancestral de todos, Karl Marx. Mas como conseguiram tantos fiéis no Brasil?

A resposta está na sabotagem psicológica que globalistas midiáticos vêm praticando há anos. E como se dá isso? Através da “guerra psicológica a qual consiste em “mudar a percepção da realidade de cada indivíduo, até ao ponto de, apesar da abundância de informações, ninguém será capaz de chegar às conclusões corretas no interesse de defenderem-se a si próprios, suas famílias, suas comunidades, seu país”. (Yuri Bezmenov, ex agente da KGB.)

E é pra duvidar? Criminosos como Che Guevara, Mao Tsé Tung, Stalin, Lenine, são, na atualidade, homenageados e tratados “sem a menor reflexão crítica” acerca de suas performances assassinas e genocidas no passado. Onde estão os rostos dos milhões de mortos pelo Nacional Socialismo alemão? Estampados nas camisas dos jovens universitários do Brasil? Onde estão os rostos dos inocentes que foram assassinados aos milhares na Floresta de Katyn a mando da KGB de Stalin? Onde estão as faces das vítimas do bando do Che? Ninguém dá notícia. A juventude desinformada adora os criminosos e involuntariamente desprezam as suas vítimas inocentes.

Assistindo a um documentário sobre “Revolução Cultural”, descobri, através da entrevista de Yuri Bezmenov, que o gigantesco processo de lavagem cerebral que pretendiam desde àquela época é lento e dividido em quatro etapas básicas: “a primeira é a de desmoralização e se leva de 15 a 20 anos para corromper moralmente uma nação. Por que tanto tempo? Porque esse é o número mínimo de anos necessário para educar uma geração de estudantes no país de seu inimigo exposto à ideologia de seu inimigo. Bezmenov continua: “O resultado pode-se ver, que a maioria das pessoas que se graduaram nos anos de 60 – desistentes ou intelectuais semi-idiotas – estão agora ocupando posições de poder no governo, no serviço público, nas empresas, na grande mídia e no sistema educacional”.

Diante de tanto descalabro moral, de tanta farsa intelectual e de tanta fraude contra a consciência, pergunta-se: onde reencontrar o fio, o “cordão de Ariadne”, para sairmos desse labirinto demoníaco ao qual fomos atirados? Onde encontrar um fio de luz que possa nos reconduzir ao verdadeiro sentido de “ser humano”?

Certa vez, meu filho adolescente se sentiu suficientemente rebelde para comprar uma camiseta com o rosto de Che Guevara estampado no peito. Fiz dela pano de chão. Assassinos não podem servir de modelos para jovens.
A destruição das bases morais e civilizacionais da sociedade, os ataques à Igreja Católica, orquestrados pelas mídias do mundo todo, só confirmam o que os pesquisadores cristãos vêm descobrindo e publicando nos últimos anos, ou seja, existe um ataque sistemático que imperceptivelmente vem minando com a resistência humana à mentira e ao engano.

É um processo, de certo modo irreversível, uma vez que só se sentindo enganado, ludibriado é que o indivíduo se levanta contra o agressor. Acontece que todos estão acomodados em seus “mundinhos” e não podem perceber que há algo errado e o que é pior, demoníaco nessa orquestração.

Contudo, sem encontrar nenhum espaço de divulgação, já que todos os veículos de comunicação se prestam a servir aos interesses de grupos pertencentes a essa modalidade ocidental de comunismo e, claro, de completo ódio ao cristianismo e aos valores cristãos, já que o “deus” dos comunistas, a História, e os santos, é o que Comte apregoava, os “heróis revolucionários”, impossível se torna, portanto, competir com tais santidades.

Mas é assim mesmo. Assistimos assombrados que de modo muito estranho, atualmente, quando o tema é Deus, parece-nos que o discurso fica pesado, penoso, e isso ocorre não em razão de nossas convicções que são verdadeiramente sinceras, mas, sobretudo, porque “Deus”, tornou-se um tema “politicamente incorreto”.

Antes, havia algumas coisas nesse mundo que eram consideradas “fora de mercado”. Hoje não mais. As consciências, a dignidade humana, a individualidade, a responsabilidade, a honestidade, tudo, tudo mesmo está na feira da perversão para ser comercializado a qualquer preço. Querem um exemplo? A sexualidade. Antes era um drama privado. As pessoas se davam ao respeito em tratar essas questões com a devida “proteção do espaço da discrição”. Hoje a intimidade sexual das pessoas virou espetáculo e assunto de “filósofos de botequins”. Tente dormir com um barulho desses. Ligue a televisão e procure por valores como a honra, o respeito, o cumprimento da palavra, a sacralidade do sexo. É possível que te decepciones a ponto de atirar teu aparelho de TV escada abaixo.

Todavia para a esmagadora maioria o negócio é: Deixe rolar. Deixe Acontecer. Está tudo normal.
Assim, não reflita sobre o mundo em que vives e experimentes não podar as videiras e veja o que colherás no próximo ano. Apenas galhos sem frutos. O mundo vazio. A infelicidade. A morte da alma.

(A AUTORA É JURISTA E PROFESSORA DE ÉTICA)

segunda-feira, 26 de abril de 2010

CALANDO A BOCA DE CIENTISTAS

A notícia nos vem no endereço "Verde a Nova Cor do Comunismo". Refere a perseguição aos cientistas que expõem as mentiras do império globalista acerca do aquecimento da terra. Se pensarmos bem, vamos encontrar milhares de exemplos domésticos, do modo como calam a boca de todos que ousam expor as mentiras, a roubalheira e as falcatruas dos comunistas domésticos para manter-se no poder.

Eis o texto veiculado em relação aos cientistas que denunciaram as mentiras climáticas:

"Perto do processo de demolição moral empreendido pela mídia e essa “comunidade científica” contra os verdadeiros cientistas que denunciavam a fraude do “aquecimento global” o caso de Galileo Galilei faz pobre figura.

"Um odioso “clima de intimidação” foi montado contra os cientistas que defendiam a objetividade dos dados climáticos.

No Wall Street Journal, Richard Lindzen, o professor de Ciências Atmosféricas no célebre Massachusetts Institute of Technology, escreveu: “os cientistas que dissentem do alarmismo viram desaparecer seus fundos para pesquisa, seus trabalhos foram posto em derrisão, eles próprios foram qualificados de ‘títeres da indústria’, ‘cientistas piratas’ ou pior ainda. Em conseqüência, as mentiras sobre a mudança climática ganham créditos ainda que elas trapaceiam a ciência que supostamente é sua base”.

É fácil criar a ilusão de um consenso quando os que discordam são silenciados.

"Evans conta que sua mulher é professor de história da arte e que seus colegas achavam que os cientistas como ele apoiavam a Al Gore, pois era o que liam no “The New York Times”. Porém, esses colegas estavam convencidos de que as teorias do ativista constituíam uma fraude.


"Exageros midiatizados forjaram consenso inexistente
Fazer reformas importantes baseadas em argumentos irracionais só valida a irracionalidade, observa o físico.

"Assim sendo, quem garante que futuramente não serão tentados novas manipulações com base na mesma irracionalidade?

"Evans faz uma pergunta muito grave, após constatar que os políticos e a mídia que promoveram esses absurdos continuam impávidos como o Big Brother orwelliano após espalhar as maiores contradições.

"A “Folha de S.Paulo” publicou a editorial “Clima de desconfiança”. Nela escreve que o IPCC “dificilmente sairá incólume da crise de credibilidade que o acossa” depois das revelações do “Climagate” e refere as críticas que grassam contra ele nos ambientes científicos.

"Porém, a inteligente editorial dá um exemplo do procedimento denunciado pelo Dr. Evans. Nada diz de qualquer correção de rumos do viés orwelliano da informação veiculada pelo jornal e seus colegas “perpetradores” da colossal fraude midiática do “aquecimento global”.

Fonte - http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/

sábado, 24 de abril de 2010

O JUIZ DO BRASIL COLÔNIA

Por Maria Cláudia Feld, (administradora de empresas)

Para o homem médio, de classe média, usuário contumaz das mídias televisivas, usualmente simbolizado pelo personagem de desenho Homer Simpson, os institutos do Estado de Direito não querem dizer muita coisa e, portanto, as normas constitucionais que asseguram a independência judicial, enquanto subconjunto de tais institutos, não passam de privilégios que não contribuem muito com seu pequeno mundo e não raro protegem os que ameaçam a sua aparente paz. Tais homens têm uma ideologia deturpada, retrógada, baseada simplesmente no que vê e ouve da mídia.

Entretanto, o citado personagem, se pensasse, chegaria, numa breve reflexão, à conclusão que, se um dia tivesse a infelicidade de cair nas mãos de um juiz, gostaria que o mesmo fosse absolutamente independente, ou seja, tivesse o poder de analisar seu caso concreto sem a interferência, seja de chefe, de ameaças de qualquer sorte, de órgãos de controle, nem de institutos vinculantes, muito menos do achismo daqueles que com ele se assemelham, marcados, tangidos e manipulados que são pelas já citadas mídias, que se arrogam no direito de denominar-se opinião pública.

Ou seja, o juiz independente, de um Estado com instituições sólidas, decide o caso concreto de acordo com a lei sem deixar de levar em conta suas peculiaridades, com ampla liberdade. Deve aqui ficar claro algo de difícil entendimento para o povo em geral e talvez para alguns juristas: que não existem casos idênticos, como não existem pessoas idênticas, mesmo que sejam gêmeos univitelinos e tenham, portanto, o mesmo DNA. Ou seja, sempre há algo que distingue um caso de outro e pode ser determinante no seu deslinde, o que não exclui, entretanto, que haja solução igual para casos análogos. Identidade, entretanto, ontologicamente, como na lógica formal, é a relação de algo consigo próprio.

Enfim, a justiça não é feita para o Homer Simpson, mas para a sociedade, e a liberdade das pessoas que governam, que aqui consideramos, em sentindo amplo, os membros dos Três Poderes, os diretores do país, qual sejam os executivos, parlamentares e juízes, é o preço da democracia.

Para que este preço não seja alto, impõe-se que sua escolha recaia sobre homens sábios (justamente para que tenham a capacidade de compreensão de casos que nunca são idênticos e sua justa solução).

Assim, ainda que tais escolhas não tenham sido as mais corretas e necessitem de ajuste, não será este o argumento para a ditadura, já que este sistema não se justifica por qualquer que seja a fragilidade de seu adversário (a democracia).

Um Estado de direito possui um Legislativo que produz as normas de convivência; um Executivo que faz máquina andar conforme as normas; e um Judiciário que é acionado quando algo não funciona conforme as mesmas. Os membros dos poderes, dirigentes que são do Estado, governantes num sentido amplo, possuem prerrogativas especiais para fazer valer o que a sociedade definiu que seria seu autocontrole.

No entanto, o que se percebe é que o Estado que criou e definiu as prerrogativas é o mesmo que impede que as mesmas sejam aplicadas e utilizadas pelos seus membros, ficando esse mesmo Estado num total descontrole. Já um país colonizado possui normas pra inglês ver, que não pegam, ou, no jargão jurídico, que são mitigadas, ou seja, descumpridas pelo próprio Estado.

Por sermos um país colonizado, temos uma estrutura autoritária feita para garantir não o direito definido pela sociedade, mas os interesses de seu próprio império. Num país colônia, os direitos adquiridos são muito importantes para os estrangeiros que o exploram, mas não existem para os inferiores os pseudo-cidadãos da colônia.

Somos um país colonizado, no qual, ao longo de sua história, mudou apenas de patrão e de formato, e, como não poderia deixar de ser, o império que nos domina também domina nossa estrutura de poder, garantindo, sobretudo, que os ocupantes dos mais altos cargos lhe sejam subservientes.

Nossas leis, sobretudo aquelas que garantem os direitos fundamentais à saúde, à educação, à inviolabilidade do domicílio, à continuidade dos contratos dentre outras mais são mera letra morta para a imensa maioria da população que constitui a Geni da música de Chico Buarque.

Tudo isto subsiste, graças à manipulação da mídia e dos que estão a serviços dela. O país continua sendo uma colônia, tendo apenas mudado o formato.

Entretanto, grande parte dos membros de poderes, em especial o Poder Judiciário, ainda pertence à heróica reserva ética do Estado e não se coaduna com a perpetuação do sistema colonial. Por isto, sempre haverá alguns que decidirão que as leis que os congressistas fizeram em troca do voto popular não são brincadeirinha, ou seja, devem ser cumpridas.

Tal movimento, que tem sido crescente, tem causado a revolta do império, que vem, em contrapartida, reagindo e criando institutos de punição, bem como anulando garantias e diretos adquiridos, seja ele de caráter pessoal ou econômico.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

MÉDICOS CUBANOS FOGEM DA VENEZUELA

O jornal eletrônicoespanhol "Libertad digital", publicou nesta Sexta Feira,23/04/10, um relato assinado por Martin Higueras, sobre o relacionamento entre Cuba e a Venezuela. Tradução livre:

"Desde 2003, a Venezuela recebe milhares de médicos cubanos, supostamente para atender as zonas mais desfavorecidas do país. A versão oficial do governo Chávez, é paga a enorme quantidade de petróleo "vendida" e enviada a Cuba. O governo bolivariano assegura que são quase 15.000 profissionais cubanos na Venezuela. Mas os desertores falam de cerca de 40.000.

"Os que defendem o regime dos irmãos Castro, justificam o alto nível dos médicos cubanos e seu sistema sanitário o que é falso neste último caso como já está provado. Agora, são justamente esses médicos que orgulham a ditadura, os que mais fogem. Não o fazem a partir da ilha, o que é muito difícil. Aproveitam das viagens que são obrigados a fazer ao exterior.

"O diário colombiano El Tiempo, informa que cerca de 2.000 médicos que participam do programa de Chavez "Bairro adentro" – que completou 7 anos na última sexta feira – fugiram da Venezuela, através da fronteira ocidental, através do estado de Zulia para alcançar Santander, na Colômbia. A grande maioria foge com risco de vida, conseguindo seu objetivo depois de muitas horas.

"Para ilustrar os perigos, o jornal relata o encontro de um profissional cubana, com um compatriota, na rodoviaria de Maracaibo, ambos fugindo de Cuba e da Venezuela. Um deles pensa que o outro poderia ser "um dos 60.000 agentes da ditadura", que vivem na Venezuela para cuidar de Chavéz e vigiar de perto outros cubanos.

Uma mulher relata que o que mais temem é encontrar um desses agentes, todos militares e conhecidos como "O jurídico". Eles tecem uma rede de informantes no seio dos proprios médicos. Assim, "ninguém fala com ninguém da ideia de fugir, nem com familiares!" Falar por telefone é proibitivo, está interceptado. Se utilizam email, está filtrado. No fim do dia, encontraram-se 11 fugitivos em direção à Colômbia.

"Marisol Gomez Giraldo, editora do "El Tiempo", conta que o grupo foi barrado pela guarda venezuelana e teve os passaportes confiscados. Depois de uma hora na detenção, uma mulher aproximou-se para pedir "dinheiro em troco da liberdade". O preço cobrado era de 10 milhões de bolívares, (4.000 Reais), uma quantia que os médicos cubanos não tinham conseguido economizar. Juntando o que possuiam chegaram perto e foram liberados para seguir em direção ao território colombiano."

quarta-feira, 21 de abril de 2010

ANIVERSÁRIO DO BRASIL, NASCIMENTO DE GAIA

Por Arlindo Montenegro

São tantas as mudanças, tantas interpretações, tanta documentação desprezada, tantos fatos maquiados, retratos com imagens que somem nas novas edições, coisas do passado que não devem ser lembradas e pronunciadas, que as convicções se tornam cada dia mais difíceis. Uma coisa é certa, comemora-se hoje, 22 de Abril, o aniversário do descobrimento do Brasil.
De fato a terra já tinha sido visitada antes. Mas esta é a data em que o Reino de Portugal passou a escritura, o documento da certidão de nascimento. Estamos apagando as 510 velinhas, 510 anos desde o inicio da colonização, que carreou riquezas suficientes para desenvolvimento intelectual e técnico de portugueses, holandeses, franceses e ingleses.
Tudo foi feito sob o signo da cruz. Os jesuitas que aqui estiveram já contribuiam com os altos estudos e a igreja católica investia no desenvolvimento da arquitetura, pintura, instalação de faculdades, formulação de leis e do direito, da filosofia, da astronomia, arqueologia e até gerou os primeiros sismólogos. Tudo está documentado... e esquecido, omitido entre os novos cientistas.
A nova ciência política, a partir da ONU desenvolve seu plano de soterrar toda a tradição e verdade milenar. Os nossos novos engenheiros sociais vão ser aplaudidos pelos ateus e anticristãos. A Assembléia Geral das Nações Unidas declarou o 22 de Abril o Dia Internacional da Mãe Terra, deusa da nova religião universal, bolada para substituir a ética judaico cristã.
A nova religião parida pela ONU e que pretende substituir todas as outras, tem como padrinhos os reis da Holanda. O cerimonial foi preparado pelo brasileiro Leonardo Boff, ex frade cristão. A Arca da Aliança, que guardava as táboas da lei de Moisés, foi substituída pela Arca da Esperança, contendo "A Carta da Terra", documento engendrado pelo literato ex frei Boff, um dos autores da blasfêmia.
Na presença da Rainha Beatriz, em Amsterdã, estavam os convidados Steven Rockfeller, a princesa Basma da Jordania, Maurice Strong, embaixador especial da ONU, empresários e representantes de bancos e financeiras, agências de desenvolvimento e outros ilustres, todos preocupados com a pobreza e a fome no planeta. Preocupados com o aquecimento antropogênico, preocupados em construir depressinha uma autoridade mundial para intervir em qualquer parte do planeta.
Lembremos: 22 de Abril de 1500 Descobrimento do Brasil. 22 de Abril de 2010 Dia Internacional da Mãe Terra, deusa da religião da Nova Ordem Mundial. Isto lembra também que o Foro Social Mundial, associado e defensor intransigente das idéias marxistas, que tem o Boff como um dos promotores, pregando "a liberação dos povos"... liberação das crenças tradicionais para ingressar na canoa furada da Nova Ordem Mundial: religião e governo único, enviando hostes punitivas contra os insubordinados.
Falam de Aliança de Civilizações, promovem o ambientalismo terrorista, que impede o desenvolvimento e o controle das riquezas naturais para uso e bem estar das populações em seu proprio território. Como na reserva Ianomami, onde os indios já falam no idioma inglês ou na Raposa Serra do Sol, onde o Conselho Indigenista Missionário atua com braço forte e apoio do Ibama. Não se planta mais arroz, o garimpo está proibido, não se colhe mais feijão.
Nem farinha de mandioca os indios podem fazer mais. É proibido cevar a mandioca nos cercadinhos à beira dos rios, para pescar e para fazer a tapioca. Não pode mais! Polui os rios que têm de ficar em seu estado natural. Mas o Presidente foi lá e ouviu poucos protestos. Os mais prejudicados (9.000 indios de 55 aldeias), contrários à presença do CIMI, não foram convidados para a festa.
As aldeias dirigidas pelo CIMI, contam com as cestas básicas e os cartões do bolsa familia para sobreviver "em seu estado natural", isolados da civilização. Mas vão votar. E as riquezas (minérios como o nióbio – a maior e única reserva do planeta) e outros, ficarão intactos, esperando servir as necessidades futuras das "nações civilizadas da Europa". Está escrito. Está feito. Está sacramentado pela Religião de Gaia.
Pena que se omita nos jornais e nos horários "nobres" da tv, nos blá blá blá radiofônicos, um parto, um evento tão significativo como estes dogmas, editados por famílias de sangue azul e instituições internacionais. O significado é abrangente e temos diante de nós os "Dez Mandamentos" da nova era. Um dos criadores, Mikahil Gorbachov ex chefe da KGB e Primeiro Ministro da União Soviética, cita "o manifesto de uma nova ética para o mundo...novos conceitos para subordinar todo o sistema de idéias, subordinar a moral e a ética, para um novo modo de vida".
Tudo feito nos laboratórios cerebrais de ateus, sem previa consulta. Uma carta constitucional para a terra, uma religião sem Deus, mas com uma deusa, Gaia, que deve ficar intocada, ser venerada. As populações devem ser reduzidas para "não secar os peitos da mamãe Gaia". Talvez por isso mesmo se promova com tanta sofreguidão o casamento estéril entre pessoas do mesmo sexo.
Talvez por isso mesmo as escolas inglesas tenham adotado, como já indicava o lord Bertrand Russel há meio século, as aulas práticas de sexo para crianças a partir dos cinco anos. Talvez por isso os juristas ingleses tenham interpretado a denúncia de estupro continuado de uma criança dentro da escola, sem punir os professores, concluindo que os estrupadores eram muito jovens para receber punição.
E certamente dentro da nova lógica marxista, surgiu o Projeto Nacional de Direitos Humanos, assinado pelo Presidente operário, proibindo o uso de símbolos religiosos nos locais públicos na ex Terra de Santa Cruz. Fico pensando como será a imagem da deusa Gaia, se será gorda, relaxada sobre um berço esplêndido, com uma estrela vermelha na testa...
No pasarán, diziam os espanhõis na Guerra Civil. Pois nós brasileiros, podemos dizer que os propósitos comunistas da nova ordem mundial, associados aos propósitos dos banqueiros e famílias ricas que controlam o mundo, própositos que tentam a qualquer custo enfiar na goela dos brasileiros, no passarán!
Referências: Dr. Juan Claudio Sanahuja, www.noticiasglobales.org

RESISTIR À PROPAGANDA OFICIAL

Por Arlindo Montenegro

O NEP, Novo Exército do Povo, braço armado do Partido Comunista das Filipinas, insiste há 40 anos, emboscando veículos, colocando minas, lançando granadas e matando gente. As estatísticas do Exército filipino relacionam mais de três mil mortos em 8 anos (2001/09), tudo para implantar um estado comunista no arquipélago. Na última Segunda feira, 19, morreram mais 4 policiais e ficaram 7 feridos, na capital, Manila.

No Brasil a guerra terrorista se manifesta nas ocupações, depredação e saque de propriedades rurais e prédios públicos pelos milicianos do mst e outros grupos afins, que se dizem ongs, mas sem nenhum registro. Já depredaram até instalações do Congresso Nacional. Continuam recebendo grandes quantias dos cofres públicos, para suas reuniões "culturais". O MST que não existe legalmente, tem representação até na França de onde os nossos intelectuais comunistas se alimentam com as ideias mais escabrosas.

É triste ouvir dizer, ou ler que "o comunismo acabou". E o que é que está acontecendo na Colômbia? E o que acontece em Cuba? E o que acontece na Venezuela? Na Bolívia, no Equador, na Nicarágua... Em todo o continente Americano, que querem os filiados ao Foro de São Paulo, filho adolescente do casamento entre Lula e Fidel Castro? Pena que o PT tirou do ar as resoluções do seu IV Congresso. No documento da política internacional está escrito: "Alem de participar ativamente do Foro de São Paulo, respondendo por sua Secretaria Executiva, o PT..." está associado a outros grupos comunistas internacionais.

Poucos se atrevem a identificar os sinais ideológicos espalhados neste país, o domínio do PT/Foro de São Paulo nas empresas de economia mista, nos três poderes unificados sob o comando do Poder Executivo, na ideologia do amoralismo implantada pelo Ministério da Cultura em todas as escolas, na linguagem de todas as mídias e formadores de opinião, na brutal e esmagadora máquina de propaganda que discretamente atua, plantando elogios aos governo, interna e externamente.

Recentemente, lá nos Estados Unidos da América do Norte, onde 80% da população já rejeita o salvador Obama, a preocupação é preparar forças especiais para ocupar o país e evitar manifestações violentas nas futuras eleições. Um dos Estados americanos concedeu recentemente uma comenda ao líder venezuelano Peña Esclusa, reconhecendo sua defesa pela democracia, luta contra o Chávez e denuncias contra o Foro de São Paulo. Aqui, preparam-se os militantes para agredir de qualquer modo. Estes militantes, são os milicianos do PT, prontos para agir ao comando dos líderes.

A face sangrenta do comunismo como a vêem os filipinos e colombianos na atualidade, nem chega a ser mencionada aqui, onde os narcotraficantes treinados nas cadeias, no contato com prisioneiros políticos no tempo dos governos militares, organizaram seus grupos de assalto e mais recentemente recebem orientação, armas e drogas das Farc colombianas.

Proclamam 50 mil homicídios por ano! Omitem nesta conta outros tantos em decorrência do uso de drogas. Omitem os que morrem por overdose, morrem por enfermidades associadas, morrem em acidentes... chegamos a mais de 100 mil mortes/ano? Ou mais? Quem vai saber?

Tudo isto no embalo das liberalidades espalhadas pelos comunistas no mundo inteiro. O contraponto, a "antítese", seria a família, a igreja, a escola... tudo quanto o ateísmo associado ao comunismo contaminou, destruiu varrendo os valores éticos e morais do cenário nacional. Somos campeões de corrupção e o exemplo foi “legitimado” pelo exemplo do estado comunista aninhado no seio do governo, implantado de cima para baixo, impune e cínico. Estamos ignorando o que os comunistas designam "salto qualitativo", isto é, inexistência de oposição organizada.

A mais fantástica máquina de propaganda que algum país já montou, propaganda, espionagem e interferência – corrompendo políticos, intelectuais, acadêmicos – em nosso continente, esteve e continua a agir a cargo da kgb de Putim.

Mas nós já temos a nossa fábrica nacional de propaganda enganosa, congregando jornalistas, acadêmicos, cineastas e outros artistas para a ação interna e uma das mais prestigiosas agências internacionais, contratada para que, jornalistas e ntelectuais (socialistas fabianos) plantem ininterruptamente, na mídia estrangeira, notícias maravilhosas sobre a economia do Brasil e a sapiência do seu grande líder.

Recuperamos a posição de oitava economia do planeta, mas o poder público é incapaz de arrecadar menos impostos. Pagamos os preços mais altos por telefonia, carros, casas e tudo de baixa qualidade. Os gestores são incapazes de medidas práticas, como prevenir que enchentes anuais soterrem famílias, como em Santa Catarina, em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Sergipe, na Bahia... todo ano o mesmo.

E não temos um estado capaz de combater a morte anunciada! Perdemos a capacidade de exigir, gritar, indignar-nos. Quem deseja de fato uma vida digna e exemplar para os filhos, quem de fato aspira pelo respeito e dignidade, quem acredita numa civilização livre e pacífica, que assuma a responsabilidade de agir, plantar ideias, falar, convencer o vizinho agora. Mostrando que estamos cercados e esta é a pior prisão: a prisão mental dos comunistas que nos cegam e drogam.

domingo, 18 de abril de 2010

EXCLUSIVO! VÍDEO ENTREVISTA COM MARIO DE OLIVEIRA

Mesmo antes do lançamento oficial, o blog Alerta Total autorizou a veiculação exclusiva de uma entrevista realizada por Jorge Serrão, em seu novo veículo de vídeo, que promete entrevistas diárias a partir do lançamento, nos próximos dias. o Piloto desta TV pela internet, é uma excelente conversa com Mario de Oliveira, pré candidato do Partido Trabalhista do Brasil, à Presidência da República.

Mario é único entre os candidatos "nanicos" que pontuou nas pesquisas. Precisa ser conhecido porque seu programa difere de tudo quanto os brasileiros conhecem até o momento atual da nossa história: um país continental e rico que encerra tanta pobreza e miséria a ser superada. Todos dependemos de uma liderança séria, que venha realmente gerenciar para o bem comum.

A entrevista pode ser vista e reproduzida a partir do endereço:

www.verdadeeliberdadeonline.blogspot.com

sábado, 17 de abril de 2010

Petição Suspensão da Vacinação Contra a Gripe A H1N1

Petição Suspensão da Vacinação Contra a Gripe A H1N1 (PARA ASSINAR, CLIQUE AQUI)

Para:Presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Senhor Presidente da República do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva

Solicitamos a imediata paralisação da vacinação contra a gripe A H1N1 em todo o território nacional, pois de acordo com fontes científicas independentes, não alinhadas aos laboratórios fabricantes de vacinas, essa vacina além de não ter sido testada o suficiente, apresenta gravíssimos efeitos colaterais. Diversos artigos podem ser encontrados nos links anexos, que advertem que não se deve fazer o uso da vacina contra o vírus A-H1N1 nas condições atuais. Também é de nosso conhecimento que 80% dos profissionais de saúde, médicos, nos Estados Unidos, se recusaram a tomar essa vacina. E em todo mundo os profissionais da saúde em sua maioria estão se recusando a tomar essa vacina. Diversos governos estão cancelando suas compras junto aos laboratórios.

http://www.anovaordemmundial.com/2009/08/reino-unido-carta-confidencial-para.html

http://vimeo.com/7965935

http://crohnsnews.wordpress.com/2010/02/03/gripe-a-h1n1-portugal-cancelou-dois-milhoes-de-vacinas-a-gla

http://pt.kioskea.net/news/12953-franca-cancela-pedido-de-50-milhoes-de-doses-da-vacina-anti-h1n1

http://www.ecodebate.com.br/2010/01/18/influenza-ah1n1-influenza-dos-laboratorios/


Embasados na gravidade do caso, solicitamos ainda:

Imediata suspensão das vacinações, até que testes definitivos tenham sido feitos e todos os parâmetros de segurança tenham sido avaliados no Brasil.

Garantias do Governo Federal quanto à completa inocuidade das vacinas, incluindo seus diluentes e adjuvantes, de todas as marcas e laboratórios envolvidos.

Não utilização de adjuvantes e diluentes não suficientemente testados.

Garantias de indenização a todos os cidadãos vacinados que porventura venham a apresentar danos em seu organismo, decorrentes da vacinação, a médio e longo prazo.

Testes compulsórios em todos os lotes vindos dos diferentes laboratórios, em animais de laboratório, com o devido tempo para atestar a segurança dos lotes e possíveis efeitos deletérios em animais.

Testes posteriores em voluntários para comprovação da inocuidade.

Garantias dos Laboratórios fornecedores de indenização por morte ou danos físicos, intelectuais e morais, decorrentes de reações adversas provocadas pelos constituintes e a formulação das vacinas.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

MOMENTO DE DECISÃO

Por Arlindo Motenegro

Trincheiras, catapultas, canhões, espiões e brigadas avançadas de intimidação, tudo acionado! Com a máquina de meter medo azeitada, as táticas de propaganda em curso, o plano de guerra comunista para a capitulação do território e população brasileira foi disparado. O abril vermelho é um ensaio avançado, uma distração do que está preparado para a totalidade do continente.

As batalhas parciais já foram vencidas. Os focos de resistência estão calados, submetidos, desarmados: infiltração nas hostes cristãs? Sucesso total! O Boff, o Miguel d'escroto e o Ortega, por iniciativa do camarada Gorbachov, já adiantaram a reengenharia social anti cristã, a Carta da Terra, para substituir os 10 Mandamentos. No momento a tarefa é atribuir ao Papa e à Igreja os crimes dos homens que vestiram a batina sem ter a vocação e sem sentir a presença de Deus.

A nova bíblia, dedicada á deusa Gaia, mãe terra, escrita por Paulo Freire e Leonardo Boff, aprovada pela ONU diz: “A raça humana está condenada a fazer o que faz por ser um parasita da Terra... É muito melhor que a Terra se livre desse câncer. A Terra poderá seguir tranquila desenvolvendo outra forma de vida, infraestrutura biológica portadora de espiritualidade, candidata a suceder-nos. O necessário é a espiritualidade e não credos e doutrinas”. Que morram os homens! Viva a Terra!

Ponto dois: a família já está convenientemente desestruturada. Na ausência da autoridade dessa instituição, a moral tradicional, os fundamentos da sociedade e missão de vida que orientava os humanos, a propriedade e sucessão, foram anuladas. Foi um grande esforço preparado há um século, implantado em Woodstock, Paris, feminismo, drogas e liberação sexual, com ajuda dos grandes artistas, verdadeiros santos da causa comunista: Hendrix, Beatles, Baez, Buarque...

Os meios de difusão e de “fazer a cabeça” das pessoas são obedientes, descarregando com rapidez uma variedade e quantidade de assuntos que impossibilita qualquer análise. São descartáveis úteis para impedir a reflexão ponderada. Para distrair a atenção e dificultar as relações e alcance dos significados: governantes desprezando as Leis, pais e filhos que se drogam e se matam, professores agredidos, forças armadas desmoralizadas, grandes roubos e negociatas anunciadas como benefício, famílias enterradas vivas, bombeiros salvando vidas nas enchentes e políticos gordos, risonhos, prometendo...

A perplexidade mantem a crença de que o Poder Judiciário faça valer o Direito. Alguns comunistas declaram que esta é a última resistência a vencer. São bonzinhos. O direito já virou avesso. Os juizes, com poucas exceções, estão amestrados ou soterrados sob pilhas de processos protelados, não resolvidos enquanto o campo está livre para os poderosos, que pagam fortunas aos advogados ou os nomeiam pra as sinecuras mais rentáveis.

O cenário da farsa eleitoral está montado. E que ninguém duvide: a sanha e agitação para manter o botim é imensurável. Os fins, vão justificar todo e qualquer meio, custe o que custar, doa a quem doer. E que ninguém se surpreenda se “O Chefe” tirar uma carta do bolso do colete, que lhe permita a continuidade com alguma transgressão ética, porém convenientemente legal ou legalizada.

Ele já avisou que a militância do Partido no poder está mobilizada para colocar nas ruas milhões de sem terra, sindicalistas, estudantes. Tudo depende das ordens do comando internacional, dos interesses globalitários. China, Russia, Inglaterra e Estados Unidos, muçulmanos e cristãos, árabes e israelenses, foro de são paulo e onu, Chavez e Castro, todos estão envolvidos, ativos nos bastidores.

O povo brasileiro? Ora, os internacionalistas, os coletivistas (comunistas) lá de fora, invadiram a casa, lar, igreja, instituições brasileiras, dizendo o que fazer, como fazer em que acreditar, como educar os filhos, como um vizinho que invadisse a nossa própria casa determinando como arrumar os móveis e como envenenar a horta.

Pense aí: se o seu vizinho, entrasse na sua casa dizendo que a poltrona deveria ir para a cozinha, que os signos da sua religião deveriam ser atirados ao lixo, que as crenças e construção dos antepassados não valiam nada, que a sala deveria ser aberta para uso de quem quisesse descansar, que seu patrimônio era devido para distribuir, que seus costumes estavam ultrapassados... O que você diria ao vizinho? Como reagiria?

É o que estão fazendo há séculos os donos da casa Brasil, em nome dos lares do Brasil, como o seu lar. A quase, senão a totalidade dos políticos anda associada aos modernismos coletivistas que matam a liberdade, há muito tempo. Estão voltados para o próprio umbigo e satisfação pessoal. Ignoram o terreno onde pisam. Em política esta coisa perdeu a característica de direita x esquerda. É a nova ordem mundial, que associa controladores da economia mundial num bloco em que as divergências são formais.

Estamos diante de dois dinossauros gigantes que trocam tapas e beijos, um tentando tirar proveito das distrações do outro. Cada um querendo dominar o outro. Ambos contra cada indivíduo ou grupo de pessoas que ainda tenta conservar a liberdade em seus diversos aspectos. Somos todos irmãos como natureza. E bem por isso não somos iguais e temos o direito de defender-nos dos ataques das feras bestiais.

Neste momento, ou nos unimos como nação, ou cuidamos do nosso lar e da nossa família, restauramos nossos direitos e traçamos nosso rumo ou obedecemos às ordens vindas de fora, curvando a cabeça ao chicote dos feitores locais, materialmente privilegiados mas carentes de espírito e de amor ao próximo.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

ABRIL VERMELHO

Veja o vídeo com a fala da Senadora Katia Abreu. 9 milhões de assentados na miséria e o mst nem liga. O que querem de fato?

http://www.youtube.com/watch?v=nwEDdRAt-mk&playnext_from=TL&videos=srBVn8TYSYA

TERRORISTA LOUVA COMO BRAVOS, VIGARISTAS QUE DEGUSTARAM O AMARGO CAVIAR DO EXÍLIO

Janer Cristaldo - 13 de abril de 2010


Como os leitores devem ter notado, evito falar em política nacional. Suja muito as mãos. Faz uns bons vinte anos que não voto e não serão estes três ilustres vigaristas que agora se apresentam como candidatos à Presidência que me farão mudar de idéia. Se alguém me perguntar qual deles mente mais, não saberia responder. Há, no entanto, certas declarações dos candidatos desejosos de poder que merecem algumas considerações.

A imprensa flagrou a terrorista Dilma Rousseff em uma gafe das boas. Tentando acusar o também terrorista Serra, seu opositor, andou dizendo: "Eu não fujo da situação quando ela fica difícil. Eu não tenho medo da luta". Em meio ao entusiasmo do verbo, não notou que ofendia todos os antigos terroristas que um dia se exilaram e hoje ocupam importantes cargos no governo. Ao tentar remendar, a emenda foi pior que o soneto: “De onde tiraram que fugir da luta é se exilar? O exílio significou a diferença entre a vida e a morte para os exilados brasileiros. Grandes amigos meus, corajosos e valorosos, só tiveram uma saída na ditadura, se exilar". E caracterizou como má-fé da imprensa a reprodução do que disse com todas as letras.
Escrevi terrorista, quando almas ingênuas preferem ex-terrorista. Ora, Dilma nunca renegou seu passado de terrorista. Pelo contrário, o reafirma: “Em cada época da minha vida eu fiz o que fiz porque acreditei no que fazia", disse. Até hoje não disse ter renegado sua militância nas organizações terroristas Colina e VAR Palmares. Pelo contrário, discretamente se orgulha de seu passado como facínora. O orgulho de seu passado como facínora faz parte de sua campanha. Portanto, terrorista e não ex-terrorista.
Mas o problema nem é este. E sim sua desculpa esfarrapada: “Grandes amigos meus, corajosos e valorosos, só tiveram uma saída na ditadura, se exilar”. Nem mesmo esta frase, mas duas palavrinhas, “corajosos e valorosos”. Salvo alguns gatos pingados, exilado algum foi para os países onde imperava a ideologia que defendiam. Alguns foram para Cuba, é verdade, era o consulado mais a mão para uma fuga. Mas a maioria foi para as prestigiosas capitais do Ocidente capitalista, Estocolmo, Berlim, Paris, Londres. Buscaram refúgio junto ao conforto do regime que combatiam.

Conheci essa escória em meus dias de Europa. Encontrei-os em 72, em Estocolmo, e no final dos anos 70, em Paris. Na Suécia, certa vez tropecei com um deles, em uma palestra na ABF (Arbetarnas Bildningsförbund), uma espécie de sindicato da social-democracia. Não lembro agora o nome. Talvez fosse o Gabeira, talvez fosse um certo Rabeira. Posava como guerrilheiro e se hospedava no exclusivíssimo Grand Hotel, o mais prestigioso cinco estrelas de Estocolmo. No salão da ABF, ante uma platéia de suecos deslumbrados, deitava falação sobre a revolução. No Brasil, é claro.

- O povo está nas ruas. O exército está acuado. A revolução é para amanhã.
Aplausos prolongados da suecalhada. O debate era feito com bilhetes. Mandei um para o revolucionário: “Estou chegando do Brasil. Sim, vi o povo nas ruas. Não para fazer a revolução, mas para torcer pela Copa. Como tu te sentes, hospedado no melhor cinco estrelas da Suécia, financiado pela social-democracia sueca, enquanto teus companheiros sofrem prisão e tortura no Brasil?”
Meu bilhete pulava de mão em mão, como brasa quente, entre os componentes da mesa. Cansei de esperar, fui embora. Soube mais tarde, por outros brasileiros, que o bilhete finalmente foi lido. Queriam saber quem o havia escrito. Ora, eu já fora embora. O bravo guerrilheiro aproveitou para comprovar sua situação de perseguido. Que se tratava certamente de um agente do SNI, que o perseguia por toda a Europa. Assim fosse. Para persegui-lo de perto, eu teria de hospedar-me nos melhores cinco estrelas da Europa.

No final dos 70, tropecei com esta canalha de novo, desta vez em Paris. Boa parte deles estava aboletada na Maison du Brésil, residência universitária na qual um brasileiro precisava apresentar atestado de ideologia para lá residir. Outra parte estava encostada no ingênuo e benevolente Estado francês, ou em alguma francesa, também benevolente e ingênua. Eu estava lá em agosto de 79, quando aos apparatchiks tupiniquins se preparavam para assistir um congresso em Roma, em favor da anistia.
Dia 28 de agosto, pânico nas hostes esquerdistas. O presidente Figueiredo sancionara a Lei nº 6.683, de iniciativa do governo, que decretava a anistia. Perplexidade entre os bravos guerrilheiros. Mentira! Não pode ser. É jogada da direita.

Não era. E a turma toda que vivia de benefícios do Estado francês, ou escorados nalguma francesa terceiro-mundista, teve de largar o bem-bom. Estes são os “corajosos e valorosos” que a candidata terrorista louva, tentando consertar sua gafe. Nenhum deles foi para países socialistas, onde imperava o regime que defendiam para o Brasil. Todos degustaram o amargo caviar do exílio.
Perdão, leitor. Hoje me senti obrigado a enfiar a mão no escatol.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

A MILIONÁRIA GRIPE SUÍNA

Cada vez que vejo e ouço a intensa propaganda sobre a vacinação contra gripe suina lembro do artigo de um médico, única voz acadêmica a levantar-se no Brasil contra este procedimento, inequivocamente perigoso para a saude e rejeitado em todo o mundo, como provam as pesquisas feitas no exterior.
Num artigo veiculado no site Mídia sem Máscara, o médico Carlos Reis esclarece que o Esqualeno, Mercúrio, Formaldeído e Triton X 110, componentes das vacinas que estão sendo aplicadas no Brasil, são substâncias tóxicas. Os médicos, os acadêmicos, estão de bico calado, enquanto o governo usa os veículos de informação para a propaganda massiva.

Há uma citação antecedendo o artigo do Dr. Carlos Reis, retirada de um livro (O impacto da Ciência sobre a sociedade) de Bertrand Russel, 1953: ""Dietas, injeções, e injunções se combinarão, desde a mais tenra idade, para produzir o tipo de caráter e o tipo de crença que as autoridades consideram desejáveis, e qualquer crítica séria a esses poderes tornar-se-á psicologicamente impossível. Mesmo se todos forem miseráveis, todos se acreditarão felizes porque os governos assim lhes dizem que são"

Extrato do artigo do Dr. Reis:
"A questão da vacinação contra o vírus A H1N1 é controversa no mundo todo. Pelo menos para aquelesque têm o mínimo de informação. Mas aqui no Brasil o assunto não existe, a questão é vazia, o silêncio unânime. Ou quase. São poucas as ovelhas que berram e muitos os lobos que salivam. Salivam duplamente, porquanto continuam à solta, vacinando obsessivamente e faturando alto no mercado internacional e nacional da vaidade e do poder."
(...) "a PACE (Parliamentary Assembly Council of Europe), uma espécie de concorrente alternativa à União Européia, esta sob domínio da Nova Ordem Mundial e suas instituições (ONU, União Européia,Council on Foreign Relations(CFR),Club Bilderberg, etc.), está oferecendo uma denúncia articulada contra a Organização Mundial de Saúde. (...) denuncia o conflito de interesses entre a Organização Mundial da Saúde e o Big Pharma. Quase ninguém sabe no Brasil que a OMS é orientada por um comitê muito seleto (...) Onze dos seus vinte membros, no entanto, são representantes da indústria. (...) esses membros agem de acordo com os interesses da indústria, influindo assim em decisões importantes como a da classificação de pandemias. Isso explicaria a elevação de categorias de 1 a 6, o caso da H1N1, como aconteceu em junho de 2009. Tal decisão viciada na origem desencadeou uma onda vacinal nos países membros da OMS, por intermédio dos respectivos governos."
"O fato é que gerou-se medo na população mundial, mesmo em países esclarecidos e ainda democráticos, onde existe o dissenso e inexiste a intimidação fascista insuflada por uma imprensa tão dócil quanto "companheira", o caso brasileiro por excelência. Em alguns países, notadamente na Polônia, houve uma reação radical: não há campanha vacinal por iniciativa do próprio governo polaco. Pelo contrário, investiga-se criminalmente algumas indústrias farmacêuticas por práticas irresponsáveis e danosas à saúde pública."
"Aqui (no Brasil) não há debate. Não há grupos organizados. O silêncio de todas as partes envolvidas é total. Quase todos os médicos quando sabem alguma coisa, ou ouviram falar em algo, se evadem do problema, comportando-se como inocentes úteis, fenômeno bem conhecido na ascensão do socialismo no país. A maioria esmagadora ignora por completo tudo e há muito tempo. Assim é também em outras questões onde o vínculo e a unidade de orientações nem nos deixa saber o que é Educação e o que é Saúde, esferas confundidas em torno de um projeto socialista de poder. O governo faz o que quer. Não presta contas e ninguém pede para saber. O Congresso é ausente completo. Ninguém sabe nada, quanto custa, quanto se gasta, como se gasta."
"Concomitantemente a população é aterrorizada pela grande imprensa, parecendo ser acionada por controle remoto do Planalto e adjacências. Neste instante, outono, a mídia já criou o medo para o inverno de 2010. Repete a histeria do ano passado. Pergunto se a ausência de qualquer reação organizada não é sinal patognomônico (sinal claro, específico e inequívoco), de grave alienação social e profissional. A ausência de reação é um claro sinal de paralisante dissonância cognitiva. Por isso não adianta diante dessa anormalidade censurar a voz isolada, a fraca voz da ovelha, seu último méée. Quem faz isso é fascista, ou idiota útil na classificação de Lênin."
"O terceiro ponto que quero abordar é o da confusão incompetente da Saúde Pública do Brasil e seus órgãos inflamados, inchados de soberba e dinheiro. Com as mãos livres publicam desmentidos mentirosos contras as fracas vozes; atrapalham-se freqüentemente voltando atrás em ordens de procedimentos, tornando claro assim a pressa gananciosa, a ânsia de parecerem heróis salvadores para um problema que eles mesmos e seus associados internacionais criaram."
"Regras, bulas e protocolos são violados impiedosamente para o maior risco da população, e quem ousa denunciar a trapalhada é tachado de terrorista e produtor de pânico entre a população. Protegidos pela mídia cúmplice fabricam estatísticas auto-elogiosas, como a do primeiro de abril, em que o IBGE afirmou que a"Saúde melhorou muito desde 2003". Que coincidência, ano de início do governo Lula! Chegaram ao cúmulo cínico de afirmar que o "povo brasileiro agora se interna menos em hospitais porque tem mais consciência", e não porque não há hospitais e leitos suficientes para 185 milhões de brasileiros."
"Mentiras assim e auto-propagandas como essas não são sem fundamento - elas ocorrem no momento da criação do pânico fazendo o povo acreditar que eles estão corretíssimos, e em especial no caso da campanha vacinal da moda. E tudo isso em um ano eleitoral. Aqui a epígrafe acima é exemplar. Lembrem musicalmente agora o título do artigo:"E, eô, vida de gado,povo marcado. Ê, povo feliz". (Admirável Gado Novo, Zé Ramalho)"
"Por fim, a questão mais importante. Os tóxicos produtores de doenças terríveis presentes nas vacinas do povo "marcado". Observem o silêncio quanto ao esqualeno do Instituto Butantã, segredo bem guardado traído inadvertidamente pelo Jornal Nacionalde 16/03. http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1532456-10406,00-TIRE+SUAS+DUVIDAS+SOBRE+VACINA+DA+GRIPE+HN.html."
"O esqualeno é temido nos Estados Unidos, traumatizados com 8 mil mortos na Guerra do Golfo e muitos mais inválidos. O outro tóxico é o mercúrio, que está presente sim na vacina da SANOFI, e ele produz autismo. As provas são incontáveis. Os trabalhos são indesmentíveis. No Brasil? Não, no Brasil não! O Brasil está estéril. Experimentem pedir dinheiro (grant) institucional para pesquisas sobre o esqualeno. O país está mergulhado em um assustador obscurantismo intelectual, cultural, científico e moral. Só existe dinheiro para puxa-sacos alinhados aos governos de patrocinadores interessados." (...)
"A reação do lobby criminoso farmacêutico às denúncias do Council of Europe foram dramáticas. Se perderem as causas os laboratórios terão que pagar indenizações bilionárias às suas vítimas. É para evitar essa possibilidade que a "Ministra" da Saúde Kethleen Sibelius do governo Obama criou um decreto no ano passado proibindo ações judiciais contra as indústrias. Por que seria? A quem aproveitaria?" (...)
"Por outro lado, no início de tudo está a implicação que esse vírus foi fabricado nos mesmos laboratórios que fabricam vacinas. E isso ocorre há anos. É exemplar disso a patente da vacina da Baxter com data anterior à existência do vírus A H1N1 (vejam nas notas o arquivo pdf Baxter Vaccine Patent Application)."
"Voltando ao Brasil, a vacina brasileira contém, além disso, formaldeido e Triton X 100, compostos usados na indústria metal-mecânica, metalúrgica, e que não podem passar por inofensivos estabilizadores ou detergentes surfactantes. Isso nunca é discutido no Brasil. Atemorizada, a universidade brasileira é 100% omissa. "

terça-feira, 13 de abril de 2010

TODO PODER AOS SOVIETES DOS "CONSELHOS" E "CEBs"

Começou o ABRIL VERMELHO! Invasões com a benção das Comissões Eclesiais de Base se alastram pelo Brasil.

Todo o poder aos sovietes: Dom Tomás Balduino do MST no acampamento Chico Mendes

De cima abaixo, em todas as áreas e níveis da atividade nacional, o Programa Nacional dos Direitos Humanos ‒ PNDH-3 instala “conselhos” ‒ de preferência “populares” ‒ onde a “sociedade civil” vai exercer a “democracia participativa”. Isto vale para os “direitos humanos”, meio-ambiente, Justiça, símbolos religiosos, reforma agrária, para citar poucos exemplos.

Neles, o ator principal será a “sociedade civil” cuja representação será feita notadamente pelos “movimentos sociais”.
Em outras palavras, os ativistas e agentes das ONGs ativistas à soldo material e ideológico do petismo.
A idéia não é nova. É até vetusta. Ela já gerou algumas das maiores aberrações da história. Trata-se do famigerado sistema dos sovietes da ex-URSS.

Sovietes no poder na Rússia

Os sovietes ‒ literalmente “conselhos operários” ‒ apareceram durante os incêndios criminosos da Comuna de Paris (1871) e reapareceram na revolução comunista russa de 1905. Os sovietes ou “conselhos” foram teorizados pela marxista Rosa Luxemburgo e os chamados “comunistas de conselhos”.

Neles “os trabalhadores se juntavam e discutiam regularmente no final da jornada de trabalho, ou continuamente, o dia inteiro”.

A discurseira dia e noite paralisava qualquer ambiente onde se instalava o câncer “conselhista” ou soviético. Mas, tal vez fosse este um dos subprodutos mais desejados. Na paralisia, os agentes socialo-comunistas ideologicamente motivados impunham sua vontade previamente elaborada.

A galáxia dos “conselhos” transformou-se em alavanca para implantar a socialismo russo governado pela “ditadura do proletariado” do Partido dominante: o PC.

Fidel Castro e Hugo Chávez tentaram ou tentam repetir o esquema. O resultado é patente: a ditadura totalitária consumada em Cuba e em vias de instalação na Venezuela.

Economia e luta solidaria no MST-CEBs

Na América Latina, há uma outra “tradição conselhista” tal vez mais venenosa e mais próxima ao PNDH-3. Ela passa pela esquerda católica e tem sua expressão mais conhecida nas CEBs (Comunidades Eclesiais de Base).

D. Miguel Balaguer, bispo de Tacuarembó (Uruguai) esclareceu desinibidamente que o nome “comunidade de base” é “inspirado na terminologia marxista, equivalente a soviete.”

E qual é o regime interno da CEB-soviete? A autogestão socialista, meta final da falida URSS. A autogestão é também o cerne da Economia Solidária pregada pela Campanha da Fraternidade 2010!

A Economia Solidaria da CNBB convoca os fiéis e as CEBs se engajarem nos “movimentos sociais” como o MST, animadores dos “conselhos”-sovietes do PNHD-3.

Por fora de discordâncias em certos pontos específicos, como o aborto e os símbolos religiosos, PNDH-3 e a Campanha da Fraternidade 2010 convergem espantosamente rumo à mesma meta: a utopia “conselhista” soviética!
Fonte: Newsletter "O que está acontecendo na América Latina".

segunda-feira, 12 de abril de 2010

“HAVIA UMA PEDRA NO MEIO DO CAMINHO..."

Por Arlindo Montenegro

Quem não é soteropolitano de berço ignora quem foi o autor dos versos: "A praça é do povo, como o céu é do condor". A praça como espaço onde todos se encontravam está cercada. As alturas do espaço aberto, livre, o céu sem limites donde o condor exercita sua visão apurada, o céu das ideias elevadas, do saber consistente, da visão estratégica e da previsão de ventos e tempestades está obscurecido.

Naquele céu circularam as mentes de ilustres brasileiros que imaginaram uma nação exemplar. Brasileiros que se destacaram nas ciências, nos inventos, nas artes ganhando projeção mundial. Líderes intelectuais cuja referência hoje existe apenas nos centros de estudos avançados no exterior. Sumiram, foram varridos das nossas escolas, dos nossos centros de pesquisa, salvo raras exceções técnicas.

Ambulamos cegos nas trevas da ignorância institucionalizada. Imagine a mente, as ideias, escondidas em gavetas espalhadas pelo corpo, que nem aquelas gavetas espalhadas nas figuras pictóricas de Salvador Dali. Gavetas fechadas guardando o que os olhos veem, gavetas escondendo o que a pele sente, gavetas mentais travadas e bocas costuradas. Assim parece estar a inteligência brasileira.

Das gavetas abertas como caixas de Pandora, emergem cobras e lagartos marxistas, infestando o ambiente com o discurso primário e populista, próprio de quem nunca se dedicou com disciplina e boa fé, à busca conscienciosa, racional e científica. Um discurso repetitivo, uma ladainha de ignorância desprezada pelos que a experimentaram na prática, durante mais de meio século. Em que momento a busca do saber rendeu-se às fórmulas prontas, à preguiça mental?

Os poucos atrevidos que buscaram respostas nos velhos documentos, arquivados nas gavetas fechadas da memoria nacional, falam de educação em tempo integral, hierarquia acadêmica, autonomia da universidade, equipamentos de laboratório e todo um complexo físico e normativo, que é incipiente em nossos centros superiores de ensino, abrindo caminho para os protestos de alunos e logo de professores, terreno que os marxistas gostam de explorar.

Os governantes sempre aludem à "falta de verbas" e embora aprovem orçamentos, vão cortando ou não liberam os recursos, adiando soluções. Neste ambiente, a partir de 1960, a atividade política universitária, embalada pelo esquerdismo fabiano, foi minando tomando o espaço do saber acadêmico. Daqui a pouco os “professores” serão substituídos por computadores que vão selecionar textos, produzir testes de múltipla escolha e expedir certificados de graduação.

Nos meados do século passado, marxistas que, quando muito, haviam lido o Manifesto Comunista e moços da AP que discutiam Mounier, Althusser, Chardin formavam seus grupos de debate. Uns identificados com a burrice stalinista, outros na estreiteza violenta da praxis cubana, apreciadores de Mao e seu livro vermelho, trotskistas, albaneses... "linhas diversas" embalavam paixões nas mesas dos bares. Menos um pensamento de linhagem brasileira.

Usando calças jeans nossos jovens insatisfeitos com a realidade, atribuíam (e até hoje persistem no mesmo discurso ) todos os nossos males ao "imperialismo norte americano" e ao capitalismo. A academia dominada pelos marxistas incapacitados pelos antolhos ideológicos, foi incapaz de constatar o quanto estávamos afastados de um estado democrático de direito e reféns de uma descaracterização cultural, promovida e financiada por institutos e fundações internacionais, interessados em manter o colonialismo material e a subordinação cultural.

Nossos acadêmicos foram incapazes de incutir o amor à liberdade e a busca de soluções domésticas, não importadas. Viciados pelo marxismo e busca de soluções de poder revolucionário, foram cooptados por fundações, institutos de pesquisa internacional estrategicamente dedicados a desfocar a atenção e dedicação dos intelectuais colonizados, enfeitiçados pelo brilho colorido das civilizações “superiores” (?) “avançadas” (?)

Instalou-se a democracia positivista envergonhada no lugar do pensamento científico investigador de soluções naturais locais. A liberdade de pesquisa foi direcionada pelo cabresto do ateísmo, que proporcionava bolsas de estudo, prestígio, viagens, acesso a informações indisponíveis no Brasil. O status estava em ser e falar como esquerdista.

Tudo envolvido num desenvolvimentismo traiçoeiro, estratégica formulada pelos que financiam os grandes centros de estudo, artífices da engenharia social que nos colocou num beco sem saída. Conduziram as nações a mendigar recursos, quando são detentoras das fontes destes mesmos recursos, sejam botânicos, minerais, terras produtivas, água, fauna variada, clima privilegiado, tudo quanto é propício à manutenção e reprodução da vida. Nosso saber acadêmico deixou passar batida a reflexão, a construção metodológica, o vademecum independente.

Nem toda a população pode ser de acadêmicos, mas se pode perseguir que todos sejam letrados, bem informados, dominando o saber erudito, as artes, as técnicas, exercitando e transmitindo nos diversos níveis hierárquicos, avançando livres e elegendo os melhores para a condução da gerencia interna e das relações com outros países.

O sociólogo católico José Arthur Rios, da UFRJ, situou alguns pontos aproximados do filósofo Mario Ferreira dos Santos, deixando claro que o vírus dos modismos importados, contaminou nossas escolas abertamente, desde a era pós Vargas. Hoje temos uma escola superior massiva, frequentada por analfabetos funcionais, a maioria de jovens que buscam o diploma para garantir um posto de trabalho de nível médio ou técnico, que a teoria e as distrações políticas não garantem.

"Havia uma pedra no meio do caminho", uma obstrução que nos encaminhou por veredas estranhas. Nossa mente foi limitada pelos fuminhos, sexo, liberações totais, desrespeito às tradições que fortalecem as culturas independentes e as nações soberanas. A metodologia ficou subordinada aos cânones marxistas.

E a pedra obstruiu o pensamento livre e criativo. Mudaram os governantes, acentuou-se o controle ditatorial e hoje, o presidente da pseudo república federativa fundada no estado democrático de direito, declara que não respeita a lei. E fica o dito pelo não dito.

domingo, 11 de abril de 2010

DIÁLOGO EXEMPLAR

Vida de pai está cada vez mais difícil. Uma simples conversa com o filho pequeno pode gerar perplexidade. O diálogo de João Pedro com seu filho, de 10 anos, pode servir como prova desse fosso entre as gerações.

- Que você vai ser quando crescer, filho?
- Presidente da República, pai.
- Puxa, filho, que legal. Mas por quê?
- Pra não precisar estudar.
- Não, filho, não é bem assim. Precisa estudar muito.
- Então quero ser vice-presidente.
- Vice, filho? Por quê?
- Pra não precisar estudar. O José de Alencar também só foi até a quinta série primária. Já posso parar.

- Não é assim, filho. Ele trabalhou muito e aprendeu.

- Pai, todo mundo que se dá bem não estudou: o presidente, o vice, a Xuxa, o Kaká, o Zeca Pagodinho...
- É que eles têm um talento...
- Ah, entendi, estudar é para quem não tem talento?
- Não, filho, pelo amor de Deus. Artista é diferente.
- O presidente e o vice não são artistas.
- Não, quer dizer, o presidente, de certo modo, até é..
- Se eu estudar, vou ganhar mais do que o Kaká?
- Menos.
- Ah, é? Então quero ir já para a escolinha.
- Você já está numa boa escola, filho.
- Quero ir pra escolinha de futebol.
- Não, filho, você precisa estudar muito. A escola abre caminhos para as pessoas. Pode-se viver dignamente. Filho, você precisa ter bons valores. Pense numa profissão, numa coisa honesta e que seja respeitada. Não quer ser médico, dentista ou, sei lá, engenheiro?


- Não. De jeito nenhum. To fora, pai!
- Mas por que, filho?
- Eles nunca vão ao Faustão.
- Isso não tem importância, filho. Que tal bombeiro?
- Vou querer ser astronauta ou jornalista.
- Hummm... Jornalista? Por que mesmo, filho?
- Não precisa mais ter diploma pra ser jornalista. Mas... Pensando melhor, acho que vou querer ser corrupto.
- Meu Deus, filho, não diga isso nem de brincadeira!
- Na TV disseram que ninguém se dá mal por causa da corrupção e que tudo sempre termina em pizza. Adoro pizza. Quando for corrupto, pedirei só de quatro queijos.
- Ser corrupto é muito feio, meu filho.
- Ué, pai, se é feio assim, por que Brasília está cheia deles e quase todos conseguem ser reeleitos?
- É complicado de explicar, filho. Mas isso vai mudar.
- Quero ser corrupto e praticar nepotismo.
- Cale a boca, filho, de onde tira essas barbaridades?
- É só olhar a televisão, pai. O Sarney pratica nepotismo e é presidente do Senado. Ninguém pode mexer com ele.
- Mas você sabe o que é nepotismo, filho?
- Sei. É empregar os parentes da gente.
- E você quer fazer isso?
- Claro. Assim ia acabar com os vagabundos da família. Se eu te arrumar um emprego você deixa?
(Com agradecimento ao amigo Horácio, fotógrafo de pássaros, que me enviou este "diálogo exemplar"

sexta-feira, 9 de abril de 2010

IMPORTANTE E URGENTE LEIAM COM ATENÇÃO



À todas pessoas responsáveis deste País.


POR FAVOR!!! SOCORRAM-NOS!!!


Meu nome é Manoel Lourenço das Neves e sou Provedor da Santa Casa de Santos.
Nos meus 80 anos de idade eu nunca vi uma epidemia como esta que grassa a Baixada Santista.
O grande problemas está em que as autoridades sanitárias estão encobrindo o número de casos que estão acontecendo na região. Os hospitais estão superlotados, não existem vagas e, por conta disso, pessoas em estado grave estão sendo enviadas para casa com a recomendação de "retornar se piorarem".
Como "se piorarem"?
Nos casos de dengue hemorrágica piorar quase sempre É MORRER!!!
Minha intenção ao divulgar essas informações é porque nós, responsáveis pelos hospitais da Baixada Santista não obtivemos resposta às nossas súplicas ao ministro José Gomes Temporão. Nós estamos além do nosso limite. Nossos profissionais estão tendo que decidir quem vive e quem morre.
Isto tem que parar!
Solução existe e não é difícil de implementar. É só instalar hospitais de campanha com a ajuda do exército e o deslocamento de profissionais de saúde para a região até que a situação esteja sob controle.
Porém os interesses financeiros de uma região turística e portuária são mais fortes.
Por conta dessa situação rogo a todos que NÃO VENHAM À BAIXADA SANTISTA e repassem essas informações ao maior número de pessoas possível.


Obrigado a todos e que Deus nos ajude.
Irmandade da Santa Casa da Misericordia de Santos
Manoel Lourenco das Neves
Provedor

DIREITOS HUMANOS? ONDE?

Por Arlindo Montenegro

O ilustre Sr. Vanucchi, defendeu no Senado seu famigerado Projeto Nacional de Direitos Humanos, elaborado por uma equipe internacional e avaliado por 12 mil militantes, como obra de arte para substituir a Constituição Brasileira. Uma obra de arte que enterra o moribundo estado democrático de direito no Brasil.

Com um doce e inocente discurso pautado na "novilíngua gramscista", o Sr. Vanucchi, omitiu aos sábios do Senado, que o modelo jurídico do documento tem raízes nas diretivas dos encontros do Foro de São Paulo, para unificar procedimentos que garantam o poder aos partidos ditatoriais, disfarçados de democratas, em toda a América Latina, tendo como modelo a "democracia e a liberdade" do "avançado" modelo ditatorial castro-cubano.

Onde se encontram as ruas 19 e 21 em Havana, há um parque em homenagem a Vitor Hugo, o escritor francês cujo romance "Os miseráveis" é conhecido mundialmente. Naquela praça está um monumento memorial de uma greve de fome, em que 60 irlandeses morreram, protestando contra as políticas da corôa britânica. No memorial, uma placa inaugurada em 18 de Agosto de 1981, com as palavras do Coma'ndante Fidel Castro:

“La tozudez, la intransigencia, la crueldad, la insensibilidad ante la comunidad internacional del Gobierno Británico, frente al problema de los patriotas irlandeses en huelga de hambre hasta la muerte, recuerdan a Torquemada y la barbarie de la inquisición en plena edad media.(...) ¡Es hora de poner fin, mediante la denuncia y la presión de la comunidad mundial, a esa repugnante atrocidad!”

O que foi dito e feito ontem para enganar os visitantes estrangeiros, não vale mais hoje. Os 200 prisioneiros políticos, o pedreiro que morreu em greve de fome, que o Presidente Lula, em defesa da ditadura cubana, comparou aos presos comuns de São Paulo, não são vítimas da "intransigência, crueldade, insensibilidade" dos irmãos Castro, diante da comunidade e das leis internacionais, diante do mesmos cubanos.

Esta é a mesma linguagem do Sr. Vanucchi! Lula, Vanucchi e toda a corte comunista, desprezam a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, a União Européia e o Departamento de Estado Norte Americano. Nosso pretenso estadista, age como os governantes argentinos, que aplaudiam e ouviam os ensinamentos do visitante Fidel Castro em Março de 2003, enquanto o mundo condenava as prisões e execuções da "Primavera Negra" em Cuba.

Esta insensibilidade e inversão de valores percorre hoje quase a totalidade da América Latina – Brasil, Argentina, Venezuela, Cuba, Equador, Bolívia, Uruguai. Enquanto os russos estão armando e ocupando espaços neste continente, no dia 7 de Abril, Putin foi à Polônia, reconhecendo formalmente o Genocídio de Katyn. Pela primeira vez, um crime perpetrado sob ordens de Stalin e até pouco atribuído pelos russos aos nazistas é assumido, em sua real dimensão e verdade histórica.

O Congresso Polonês, após examinar documentos liberados por Gorbachov, em 1990, meio século depois, declarou que a matança de Katyn era "um crime de guerra, com traços de genocídio". Mais de vinte mil oficiais poloneses e civís, cada um com um tiro na nuca, foram assassinados pela KGB soviética e enterrados em valas comuns. O crime foi negado e atribuído aos nazistas durante meio século.

Há um filme do diretor polonês Andrzej Wajda, de 2007, que agora está sendo exibido pela tv russa. Quando foi lançado, poucas salas se atreveram a exibí-lo. Pode ser visto integralmente no endereço :
http://video.google.com/videoplay?docid=-2080155985610903776#

Entre nós, circulou o anúncio de um documetário sobre o atentado a bomba, que vitimou o então jovem Orlando Lovecchio, que passava em frente ao Consulado Norte Americano em São Paulo. Mas como a nova ordem brasileira impede a exposição de verdades históricas que comprometam seus “heróis” e fecha a boca dos "dissidentes" locais, o documentário segue desconhecido.

O mesmo acontece com os livros: somente são editados os que mostram como heróis os que desejavam a guerra civil e que chegaram ao poder, graças aos mecanismos democráticos preservados pelos militares que ocuparam temporariamente o poder. Quem sabe? Talvez daqui a 50 anos a história verdadeira seja publicada.

A guerra assimétrica que os militares esmagaram é ensinada como ditadura violenta, são ditos responsáveis por torturas, generalizando para as Instituições as práticas de alguns, práticas insanas, até hoje presentes em delegacias de polícia e na justiça particular entre os humanos traficantes das drogas fornecidas pelas Farc, membros do Foro de São Paulo que dá as cartas aos Vanucchi, Lula, Dilma e outros "humanos" comunistas.

Por enquanto ficamos com os vícios de linguagem, com as formas de violência e com o analfabetismo funcional que esmaga a inteligência e a memória desta nação. Ficamos com os revanchismos, os personalismos e o endeusamento de Guevara, Castro, Chavez, Farc e dos mais violentos ditadores, que executam no paredón dos “direitos humanos” o que resta de liberdade e dignidade em tantas nações reféns dos comunistas.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

"CONHECE-TE A TI MESMO"

Por Arlindo Montenegro

A inscrição γνῶθι σεαυτόν, encimava o portal do Templo de Apolo na Grecia antiga. Sócrates, o filósofo, ensinava que o auto conhecimento, a consciência de cada um sobre si mesmo era condição para a organização racional da propria vida. No latim, idioma do império romano, "nosce te ipsum", foi a diretiva dos sabios na formação das novas gerações.

Milênios depois do velho Sócrates nos debatemos com as diretrizes do Estado para a educação, que nada têm a ver com ensinar os caminhos do auto conhecimento, da organização pessoal, da busca da felicidade e da escolha de uma missão de vida. Nos anos 1950, no Brasil, na escola secundária traduzíamos as Catilinárias e, imberbes, discutíamos como atingir o auto conhecimento.

Hoje, a informação vital para a liberdade é escamoteada. A gente fica tonta com o vozerio ensurdecedor sobre as desigualdades, crises, corrupção, guerras, mentiras e vacinas, desbarrancamento e desgraça de famílias, saúde e segurança ao desamparo, banditismo e drogas, homicídios e tudo quanto as políticas coletivistas fomentam em escala geométrica.

São aplicadas as diretrizes dos controladores globais, aqueles 10% de cidadãos do mundo que controlam 85% dos recursos financeiros e 90% dos créditos globais, como afirma Bernardo Kliksberg, um dos especialistas da ONU, autor de estudos sociológicos para fundamentar as teses da "igualdade", a serviço da nova ordem globalitária.

É o conhecimento, a informação ausente do centro dos debates neste Brasil, ausente dos currículos escolares, o que impede o entendimento da busca da felicidade, do auto conhecimento. Isto distorce a visão do mundo e da vida. Todo o foco se volta para valores materiais: "ter, comprar, possuir." O "ser, estar bem", construir com dignidade, ser capaz de fazer escolhas em liberdade consciente, está descartado.

Esta educação serve aos propósitos do poder global e o pressuposto controle da economia já está garantido. O entrave persistente é a religião universal. Estão alinhavando um deus feijoada misturando todas as crenças, uma religião obediente ao controlador político e espiritual. Deste modo o "Deus desconhecido" que os antigos gregos veneravam entre outros deuses, poderá ser "cientificamente" banido da memória, junto com o sonho de liberdade.

Lembro então de velhas leituras, alguém que referiu duas maneiras de alcançar a felicidade: ser idiota ou fingir ser idiota. Em qualquer das condições é difícil entender as desigualdades exponenciais que fazem tantos "ricos" no Brasil, mais ricos que os milionários de países do mundo "desenvolvido". Ou entender como um funcionário subalterno de zoológico, de repente, se torna um grande empresário atuando em comunicações, pecuária, exportação, informática...

Nem pensar em entender fortunas como Eike Batista. Mas dá para entender um ex torneiro mecânico que ganhava cerca de 3 salários mínimos, na presidência do Conselho Nacional do Sesi, ganhando 25 mil Reais mensais. Outro salário de 25 mil é o do ex fresador, Okamoto, agora Presidente do Sebrae! É a Fiesp prestigiando a educação no Brasil.

É a "inclusão" do saber de torneiros, pintores, fresadores, ferramenteiros metalúrgicos, nas altas esferas da decisão nacional. Ex líderes sindicais hoje dirigem a Previdência Social, estão na presidência do conselho de Itaipu, na gerência de comunicações da Petrobrás e vai por aí... felizes? E cúmplices da manutenção da ignorância e concentração cada vez maior da renda nacional.

Dizemos a toda hora de governantes comunistas, ex terroristas candidatos, hegemonia da esquerda na vida nacional. Será isso mesmo? Ou serão eles os executores do caos que a fraude do aquecimento global não conseguiu instalar? Ou serão eles os promotores de todas as políticas da nova ordem mundial no Brasil? Basta ver a "maior campanha de vacinação" contra a gripe suina, em curso e com muita propaganda, quando os países civilizados já denunciaram o engodo, a fraude, a mentira e o propósito de espalhar a morte e sequelas para reduzir populações.

As nossas diferenças se tornam a cada instante mais agudas e o foco numa visão renovadora fica fora do debate. Os acontecimentos violentos, os controles negativos que nos privam da liberdade, a propaganda massiva irracional, tudo esmaga a consciência da gente e reduz o ânimo. O resultado é a perpetuação da pobreza mental, da dispersão da fé em si mesmo que importa em auto conhecimento. Missão de vida = sobreviver!

Tudo isto propicia as políticas que impedem o desenvolvimento econômico independente. E esta independência é temida pelos controladores internacionais que compram consciências mal formadas. Estas por sua vez compram congressistas, corrompem e executam as práticas mais viciadas para manter o poder nas mãos dos que obedecem aos patrões globalitários.

Quase dois milhões de assinaturas para implantar a honestidade nas eleições, o projeto da "ficha limpa". Não aprovam! O PT e o PMDB acham que é demagogia! E os bandidos continuam no poder!

Todos os valores que construiram a civilização ocidental, todos os princípios que geraram as escolas, o desenvolvimento da pesquisa científica, os avanços tecnológicos, os padrões de bem estar, são desprezados. E nem somos capazes de elaborar um plano de ação alternativo. Nossos acadêmicos nem querem pensar mais, menos ainda pesquisar. É raridade! Menos ainda conhecer o Brasil e nossa gente.





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quarta-feira, 7 de abril de 2010

DITADURA AMBIENTAL CHEGANDO ÀS CIDADES

Por Valdir Collato

Em fins de fevereiro, a população urbana catarinense se deparou com a notícia de que a construção de casas perto da Lagoa da Conceição, em Florianópolis, seria proibida.

O motivo é o cumprimento da legislação ambiental federal que proíbe construções a menos de 30 metros da faixa de areia.

Este ato do Ministério Público trará dor de cabeça para outras áreas litorâneas como a Lagoa Rodrigo de Freitas (RJ), Lago Paranoá (BSB), Rio Tietê (SP) e os Rio Uruguai e do Peixe em Santa Catarina, é só aguardar.

Com isso, a população local ficou assustada e preocupada em perderem suas casas ou em não poderem construir residências já planejadas.

Há muito tempo agricultores familiares e produtores rurais vivem preocupados com isso, como fazer p/ continuar vivendo e abastecendo o País com as exigências ambientais às quais estão sendo submetidos.

Vêem-se obrigados a respeitar a lei 4.775/65, de 45 anos atrás, e o decreto presidencial 6.514/2008 que remete praticamente toda a atividade econômica para a ilegalidade ambiental.

Há tempos venho estudando tal legislação, e cada vez mais me convenço que o Brasil criou um cartório ambiental sem estrutura e o mínimo de critério técnico e científico na legislação.

São mais de 16 mil instrumentos regulatórios, começando pela Constituição Brasileira, leis complementares e ordinárias, decretos, portarias e instruções normativas que tiram as noites de sono do setor produtivo rural e urbano do Brasil, engessando e trazendo enormes dificuldades para a economia brasileira.

É sempre uma luta feroz que se trava na discussão em busca de responsáveis por crimes ambientais hediondos.

Mas no final sempre são os agricultores os apontados como culpados, como “aqueles que destroem o meio ambiente”.

São sempre eles os chamados de bandidos, que ousam derrubar árvores para produzir alimentos, criar suínos, aves, bovinos, peixes etc.

Ou como muitos dizem: “Esses caipiras, que não sabem nem falar ou se vestir, são tão ousados e atrevidos ao querer usar a natureza onde a legislação ambiental brasileira proíbe e diz que é crime”. Será ousadia?

Nessas andanças pelo Brasil, pelas audiências da Comissão Especial do Código Ambiental, o que vejo, e o que todo o Brasil também deveria reconhecer, são agricultores, trabalhadores que lutam por suas atividades, por melhor qualidade de vida, por garantias e também que pensam na produção brasileira, que abastece o País e exporta para manter o superávit da balança comercial e gerar 33% dos empregos.

Por onde passo, escuto dos agricultores, “mas deputado, nós trabalhamos de sol a sol e não temos salário fixo, 13º, plano de saúde, previdência, seguro de safra, estamos pagando para trabalhar. Produzir comida é crime?”.

Fonte: GPS do Agronegócio. Valdir Collato, Eng° Agrônomo, deputado federal (SC), Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no Congresso Nacional.

terça-feira, 6 de abril de 2010

INSISTA! RESISTA AO PNHD!

Reinaldo Azevedo troca em miúdos o PNHD, prá gente entender.
A entrevista está no endereço: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=64829

QUE PODEMOS FAZER?

Mande seu cartão amarelo aos deputados do seu estado. Esta é uma campanha do IPCO.ORG que este blog recomenda aos leitores. Para exigir que o Congresso diga não à socialização do BRasil, acesse http://www.ipco.org.br/pndh/conteudo/meu-cartao-amarelo-de-advertencia-aos-deputados-e-senadores e mande seu protesto.

"-A imprensa se levantou contra a tentativa de se cercear sua liberdade.

- O Judiciário alertou contra a violação da sua independência

- Os fazendeiros e pecuaristas reclamaram que está sendo dada carta branca aos movimentos criminosos que invadem terras e praticam o esbulho possessório.

- Os militares ficaram indignados por serem equiparados a terroristas e criminosos comuns da chamada “resistencia anti-ditadura”.
1 No plano religioso, o PNDH-3 visa “instituir mecanismos que assegurem o livre exercício das diversas práticas religiosas”, assim como “desenvolver mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União”, desconhecendo as raízes católicas da história e da imensa maioria da população brasileira e abrindo as portas escancaradamente para a bruxaria e o satanismo.

2 Desrespeitando o direito à vida do nascituro, o PNDH-3 tem como um dos seus objetivos prioritários “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos”.

3 Visando expressamente desconstruir a célula familiar tradicional e desconhecendo o direito das crianças de nascer e ser educadas no seio de uma família normal, o PNDH-3 visa “apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo”, “promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos” e “reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), com base na desconstrução da heteronormatividade”.

4 Equiparando o vício a uma profissão honesta (e desconhecendo que, na maioria dos casos, as prostitutas são escravas de redes de tráfico), o PNDH-3 visa “garantir os direitos trabalhistas e previdenciários de profissionais do sexo por meio da regulamentação de sua profissão” e “realizar campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos relativos às profissionais do sexo”.

5 Numa clara opção socializante, o PNDH-3 propõe “políticas públicas de redução das desigualdades sociais concretizadas por meio de ações de transferência de renda, incentivo à economia solidária e ao cooperativismo, à expansão da reforma agrária, ao fomento da aquicultura, da pesca e do extrativismo e da promoção do turismo sustentável”.

6 Em claro ataque à propriedade privada, o PNDH-3 declara desejar “fortalecer a reforma agrária com prioridade à implementação e recuperação de assentamentos … e regulamentação da desapropriação de áreas pelo descumprimento da função social plena”.

7 Golpeando o direito de propriedade, o PNDH-3 privilegia, para resolver os conflitos originados pelas invasões ilegítimas de terras e prédios urbanos, não a aplicação das decisões liminares de justiça mas a “mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos, priorizando a realização de audiência coletiva com os envolvidos … como medida preliminar à avaliação da concessão de medidas liminares”.

8 Baseado num dogmatismo ecologista sem fundamento na ciência e que cria obstáculo ao desenvolvimento econômico, o PNDH-3 visa “fomentar o debate sobre a expansão de plantios de monoculturas que geram impacto no meio ambiente e na cultura dos povos e comunidades tradicionais, tais como eucalipto, cana-de-açúcar, soja, e sobre o manejo florestal, a grande pecuária, mineração, turismo e pesca” assim como “fortalecer políticas públicas de apoio ao extrativismo e ao manejo florestal comunitário ambientalmente sustentáveis”.

9 O Programa visa igualmente desmembrar o Brasil, outorgando enorme autonomia às populações indígenas sob pretexto de “assegurar a integridade das terras indígenas para proteger e promover o modo de vida dos povos indígenas “ e de “garantir demarcação, homologação, regularização e desintrusão das terras indígenas, em harmonia com os projetos de futuro de cada povo indígena, assegurando seu etnodesenvolvimento e sua autonomia produtiva”.

10 Igualmente, em lugar de favorecer a integração dos silvícolas na vida nacional e fazê-los beneficiários do progresso, o PNDH-3 mantém os objetivos do PNDH-2 que já declarava visar segregá-los num regime de apartheid implementando “políticas de proteção e promoção dos direitos das sociedades indígenas, em substituição a políticas assimilacionistas e assistencialistas”.

11 O viés totalitário transparece na proposta de “implementar o Observatório da Justiça Brasileira, em parceria com a sociedade civil” e “estimular e ampliar experiências voltadas para a solução de conflitos por meio da mediação comunitária e dos Centros de Referência em Direitos Humanos”.

12 Mesmo a polícia deve ficar sob controle, pois o PNDH-3 propõe “a criação, com marco Normativo próprio, de ouvidorias de polícia autônomas e independentes, comandadas por ouvidores com mandato e escolhidos com participação da sociedade civil, com poder de requisição de documentos e livre acesso às unidades policiais”

http://www.ipco.org.br/pndh/conteudo/meu-cartao-amarelo-de-advertencia-aos-deputados-e-senadores

Acesse e mande seu protesto, agora. O Brasil espera por você!

domingo, 4 de abril de 2010

DO MARÇO AZUL AO ABRIL VERMELHO

Por Arlindo Montenegro

No dia 30 de Março, em cerimônia oficial no QG do Exército, em Brasília, o General Heleno, disse: "Hoje, fora do contexto, é fácil falar sobre abusos na luta contra a subversão. Como deveriam ter agido as forças legais? Na Colômbia, "coincidentemente", a guerra subversiva se iniciou na mesma época da que aqui eclodiu e o Estado colombiano vacilou em tomar decisões duras. O resultado são mais de 40 anos de guerra civil, quase 50.000 mortos..."

Verdade cristalina. E outra verdade é que vencido o terrorismo armado, a nação brasileira pensou por um momento que iria, afinal sacudir e acordar "o gigante adormecido". Mas por obra e graça do General Golberi do Couto e Silva, foi permitida a "valvula de escape" para o ensino do marxismo nos campus universitários. A rendição cultural abriu o espaço para o assassinato da alma brasileira.

Uma síntese da gênese desta implacável guerra mundial contra os princípios e valores da ex-civilização cristã ocidental, é dada numa aula do Pe. Paulo Ricardo, que pode ser vista no endereço - http://video.google.com/videoplay?docid=-7307097961801134682 – nos conduz a Rosa de Luxemburgo, que logo após a tomada do poder pelos bolcheviques na Russia, liderava os comunistas para tentar fazer o mesmo na Alemanha.
Fracassou. Por quê? Marx, Engels, Lenin, Stalin, Trotsky, todos os criadores e líderes do catecismo comunista garantiam que (os trabalhadores) o povo unido, jamais seria vencido. E por que não deu certo na Alemanha de então? A resposta encontrada foi: o empecilho é a moral burguesa. E o que a "moral" burguesa? Princípios e valores, conduta ética, toda a estrutura incutida pela civilização cristã. Logo, moral burguesa = moral cristã.
Então começaram a elaborar a guerra cultural, que substitui nos nossos dias a guerra quente. Em toda a Europa, os comunistas pensantes queimaram as pestanas durante anos, para chegar a Gramsci e na sequência a Althusser, Sartre, Foucoult - um sujeitinho que morreu com a peste da Aids e que declarou ter sido a maior emoção da sua vida um quase atropelamento – W. Reich e Marcuse, que disseminaram as ideias da revolução cultural.
A escola inicial destes estudos foi o Instituto de Pesquisas Sociais, conhecido como Escola de Frankfurt, fundada em 1924, responsável pela publicação do primeiro volume das obras completas de Marx e Engels. Esta escola dedicou-se a esmiuçar o funcionamento do pensamento ocidental, estruturado na moral cristã, que todos passaram a denominar "repressiva". E este pensamento chega aos nossos dias como verdadeiro, depois de tanta repetição.

Marcuse fugiu do nazismo para os EUA, onde lançou sua obra, destacando-se "Eros e Civilização". A orientação dada: "faça amor, não faça a guerra", encaminhou na década de 60, parte da juventude americana ao Woodstock do rock, drogas e sexo livre. A "repressão" da moral burguesa (moral cristã) começava a ser superada pela juventude. As drogas, o sexo livre e o rock, abriram caminho para a dissolução da família, divorcio, aborto, feminismo, homossexualismo, camisinha e todas as "liberdades".

Com a “redemocratização” do Brasil, a cultura universitária predominante aderiu abertamente ao que se preparava desde os anos 70: “modernização”, superação da moral burguesa (moral do cristianismo), liberar geral. Foucoult ministrou aulas na USP! E puxava um fuminho junto com os alunos! O marxiano Fernando Henrique foi eleito Presidente, um uspiano emérito que foi para o exílio nos EUA e depois no Chile do socialista castrista Allende.

Lá também estava o estudante José Serra, aquele que tinha sido preso num congresso da UNE em Ibiúna, junto com Aldo Rebelo do PC do B, José Dirceu e outros estelares que dão as cartas no atual governo e na política nacional. Desde então as Ongs “pacifistas” internacionais ocuparam o espaço brasileiro, para reduzir a natalidade no primeiro momento, aliciar caboclos e aborígenes, mapear o Brasil interior, traficar com a bio diversidade e influir nos gabinetes decisórios.

O Brasil, aquele país conservador que derramou nas ruas centenas de milhares de donas de casa, estudantes, operários nas marchas da família com Deus pela liberdade, contra a ameaça comunista nos últimos dias do governo Goulart foi virado de ponta cabeça. A produção cultural, a imprensa, a literatura incipiente (pra que ler quando tudo está na tela da rede Globo?) foi totalmente dominada pelo “politicamente correto”, isto é, avacalhar com a individualidade, massacrar pessoas conservadoras e prestigiar o coletivismo, tornar todos iguais em pensamento e ação.

Conseguiram! Com auxílio das novelas e do Roberto Marinho que pediu aos militares: “Deixem meus comunistas em paz”. Ele referia entre outros, o sr. Boni, amigo de infância do Sr. Dias Gomes, comunista de carteirinha, marido da Sra. Janete Clair. O casal dominou o horário nobre das novelas, disseminando em cada uma o ideário da revolução cultural comunista para que todos os videotas pensassem igual: divórcio para desmoralizar o casamento e a família, celibato dos padres (Roque Santeiro) para incutir a repressão da igreja católica.

Hoje temos a educação tomada por livros com mentiras sobre história, alunos que são promovidos por decreto e não por saber, drogas e violência nas escolas, professores amedrontados, greves políticas, profissionais que recebem um canudo mas aos quais é negado o saber, a informação, a formação necessária. Temos um país de analfabetos funcionais, cultura rede globo, marca internacional. Governo e mídia, perversos e mendazes aliados a serviço da nova ordem mundial.