sexta-feira, 29 de abril de 2011

SEMEADORES DA MORTE

Por Arlindo Montenegro

A intenção dos idealizadores foi, desde a concepção, tornar a ONU uma cafetina de luxo, conquistando com suas prendas os poderosos representantes hierárquicos de todas as nações. Logo de cara se estabeleceu: quem paga e quem tem os maiores exércitos tem voz e veto no poderoso Conselho de Segurança. Aí de quem se aventurar a pensar e agir de modo a contrariar as diretrizes da matrona.

Foi o Rockfeller quem doou o terreno e financiou a construção do imponente edifício que simboliza o pseudo entendimento entre nações que buscam viver em paz, incapazes de realizar a paz, porque os poderosos que integram o Conselho de Segurança, provoca a insegurança, os golpes de estado e as guerras, para aniquilar culturas locais e regionais, para submeter nações e pilhar as riquezas.

Seja na Ásia, na África ou nas Américas a história é sempre a mesma: os poderosos dominam, definem preços, chantageiam, ameaçam, intervém militarmente e o Conselho de Segurança que integram aprova a insegurança que semeiam. Não bastasse isto, as incontáveis agências trabalham prestigiando as corporações, bancos e militares que servem ao governo paralelo, o big brother.

A poderosa Monsanto, que manobra para dominar o mercado de sementes no mundo inteiro, investe em experiências biotecnológicas na produção de sementes terminais (soja e milho já estão nas lavouras extensivas brasileiras) agregando ainda ao pacote uma carga de agrotóxicos que contamina o solo e as águas.

Resultado: estamos consumindo alimentos geneticamente modificados sem saber. Os rótulos dos venenos, incluindo diversas marcas de óleo de soja e milho, (na maioria distribuídos pela Cargill) fubá de milho, bolos, biscoitos, leite de soja e sucos “enriquecidos” – melhor seria dizer “envenenados” – com soja... tudo que outros países já proíbem. Resultado: diabetis, fígado bichado e monte de doenças alérgicas e respiratórias.

As sementes de milho da Monsanto foram carregadas com espermicida, para provocar a redução da natalidade. Sabe-se lá se o mesmo não acontece por aqui? As autoridades brasileiras deste governo de comunistas, seguem ao pé da letra as indicações da ONU, que contou com um advogado da Monsanto na elaboração do Codex Alimentarius.

Os efeitos tóxicos e riscos à saúde humana destes alimentos geneticamente modificados, foi amplamente explicado por uma das autoridades mundiais, no programa Roda Viva da Tv Cultura. Vale a pena ver e pesquisar sobre o assunto:


Aquela mesma Onu, que comprou cientistas para espalhar a fraude sobre o clima, alardeia campanhas abortistas, sexistas e não fala nem um pingo sobre os 3 milhões de natimortos anuais. As mães desnutridas ou alimentadas com estes venenos ou com aids, que hoje sabemos é uma dessas pragas geradas nos laboratórios da morte.

Falam de saúde materna indicando preservativos e aborto! Morrem os que são gerados por mulheres pobres, mal assistidas, mal alimentadas, drogadas. Há um excelente artigo sobre este assunto no endereço http://www.thelancet.com/series/stillbirth. O propósito mesmo é enrolar as nações e disseminar a morte.

Em Junho de 1919, a Alemanha assinava o humilhante Tratado de Versalhes, que teve como um dos negociadores John Fostes Dulles, então comissionado do exército como executivo das Indústrias de Guerra foi indicado pelo presidente Wilson, junto com J.P. Morgan e Thomas W. Lamont, para forçar e impor reparações de guerra à Alemanha. A Liga das Nações, precursora da ONU, ratificou tudo.

O Tratado mergulhou a população da Alemanha em choque e abriu o caminho para a queda da República de Weimar e ascenção do nazismo. Pois aquele mesmo Dulles, que seria secretario de estado de Eisenhower, escreveu na revista do CFR em 1922, que “não pode haver guerra sem dívidas (com os banqueiros)”, que cobram os papagaios dos governos beligerantes, ganhando sempre, dos dois lados. Só não deixou claro que os mesmos banqueiros e corporações provocam as guerras.

É assim que eles agem. Que nem nossos governantes socialistas financiando o MST. Mas disto trataremos amanhã.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

NO LIMIAR DE UMA NOVA ERA

Por Arlindo Montenegro

Lindsey Williams é um respeitado colunista e editorialista, especializado em comentar a história dos EUA. É associado à Suncoast Media Group, uma empresa privada de mídia. Recentemente este  jornalista foi entrevistado por Alex Jones e suas mais novas revelações, "recebidas diretamente da Elite", (v.link abaixo), confirmam muitas percepções dos que acompanham a marcha dos acontecimentos à distância, nestes campos da ignorância, da irresponsabilidade e do desprezo à vida.

Diz Lindsey que, a China é o "poderoso chefão" do momento mundial e não está interessada no comércio com os parceiros e sim nas tecnologias que possa absorver, (tipo Embraer vai produzir lá passando toda a tecnologia), que depois eles vão "jogar na cara da gente". Lyndsey informa este procedimento referindo os EUA, revelando que o Bush pai esteve envolvido neste processo, que deixa a nação americana com a corda no pescoço, desde o começo. Sabe-se que este senhor está no núcleo duro do poder mundial. 

Como somos quintal dos patrões americanos e europeus, agora reféns da China, nada de admirar que os poderosos domésticos tenham ido buscar as bençãos da matriz do poder econômico mundial. Nada de admirar que abram todas as portas, numa vassalagem tal, que perdoa todos os crimes dos comunistas, como se perdoaram dos próprios crimes cometidos aqui, que mascaram como "defesa da democracia", na historia que contam, agressivamente retocada em vermelho. 

Já se anuncia também que "Se tudo seguir de acordo com os planos da Elite, (Bilderberger, banqueiros e governo paralelo dos EUA) o dólar estará morto no final de 2012." Os sinais do tsunami que vai quebrar muitas nações dependentes dos Bancos Centrais que seguem fielmente o FMI, Banco da Inglaterra e Federal Reserve, são visíveis para os operadores de bolsas: “A China está comprando todo o ouro e até as minas de ouro." enquanto a Casa da Moeda dos EUA (que há muito não tem um quilinho de ouro) está vendendo quantidades imensas de sua prata".

A "Elite" informa ainda que "a partir do momento que o Euro quebrar, as pessoas vão ter três semanas para se livrar do papel moeda". Isto significa que está tudo podre, sem lastro. Há uma especulação adoidada para que os bancos fiquem com todos os recursos do planeta e então, vão negociar uma nova moeda com a China dona do ouro, dona das tecnologias avançadas, com poder para impor sua vontade aos sócios norte americanos e europeus... o resto não conta, obedece.

Aí sim, a nova ordem mundial capimunista será definida, os renitentes serão invadidos pelas "forças de paz", aqui ou acolá territórios serão anexados em novos mapas, conformando as regiões, onde os consules imperiais vão disputar o posto de mais cruel e fiel cumpridor das ordens emanadas do poder das armas, poder do dinheiro e o poder de persuasão, com uma só agencia de notícias repetida mundialmente, a teletela orweliana.

O panorama está brabo! As nuvens estão carregadas. Mas o jornalista Lindsey Williams tem um bom conselho para que a gente-boiada se prepare para o que está anunciado: "Ponha a sua casa espiriutal em ordem.” Encontre e confie em Deus no seu coração agora, que amanhã será tarde demais. É bom lembrar que este planetinha já conheceu outras civilizações e é hora praticar as orações que nos levem à “arca dos genes espiritualmente fortes” para o recomeço depois do tombo.

Lembrar ainda aos que não acreditam em bruxas... mas que elas existem e estão aí, é indubitável. Neste desequilibrado mundo manobrado por psicopatas, a qualquer momento um fato inesperado pode pesar, pode barrar as intenções satânicas dos herdeiros vitalícios do poder do ouro. Dizem até que há alguns anos já descobriram e mantém em segredo, um novo planeta habitável, um tal de Nibiru. Vai ver já estão preparando as naves para fugir com sementes e espécies selecionadas, para escapar à possível fúria de multidões estouradas que nem boiada.

Este é o resultado da supremacia do material sobre o espiritual, habilmente implantada pelos satanistas, nas mentes destas formas de vida-fragmento dos que se dizem humanos e, de modo arrogante, nominaram e imaginaram com diversas máscaras – o que vem a ser enquadrar em determinados limites – a própria inominável, ilimitada fonte de vida, a suprema inteligência eterna e imutável.

Com isto sufocaram a percepção e concepção natural, a responsabilidade entre semelhantes e a confiança reforçada nos alimentos da fonte original e eterna. É cabível e oportuno o conselho do jornalista. Talvez a última das oportunidades que tenhamos de barrar ou atrapalhar os deuses do poder material.

“TERRAS SELVAGENS”

 Por Arlindo Montenegro

Obedecendo sistematicamente as normas ditatadas pela ONU, a educação no Brasil, desde a escola básica às Universidades que formam doutores de nível inferior, são manipuladas pelo Ministério da Educação para aprofundar e sedimentar a revolução cultural. 

Um observador amigo nos descreveu as fotos  no mural das Faculdades Integradas do Brasil (Unibrasil) no dia 26-04-11: uma exaltando o "guerrilheiro revolucionário que contemplou o horizonte de Havana", outra " a silhueta em vermelho, com o punho fechado erguido e a legenda - humanos vermelhos!" e uma terceira destacando a legenda: "resitir", que anunciava uma palestra sobre os direitos humanos... 

 É o proselitismo, a propaganda dos comportamentos violentos, a propaganda invertida dos resultados de uma forma de estado, de organização da economia, de perseguição e dos opositores, propaganda das matanças em campos de concentração, das execuções sumarias, da exaltação de imagens como os criminosos Guevara e Castro, formação de pessoas incautas e fanatizadas para desprezar a pessoas substituindo os direitos humanos universais, pelos direitos para “humanos vermelhos”.

O pior é constatar que estes universitários passaram por uma escola básica onde a professora pergunta a um aluno:
- Wandercleison, diga aí um verbo.
- Bicicreta.
- Não é bicicreta... É bicicleta! E bicicleta não é verbo.
Depois, perguntou ao segundo aluno:
- Helvispresli, diga aí um verbo.
- Prástico.
- Não é prástico... É plástico! E plástico não é verbo.
A professora, desesperada, perguntou ao terceiro aluno.
- Janedílson, diga aí um verbo.
- Hospedar.
- Muito bem! Agora diga uma frase com o verbo que você escolheu.
- Hospedar da bicicreta são de prástico!

Como lembra o observador amigo, inocentes são os jornalistas e muita “gente boa’’ acreditando que “com suas denúncias bombásticas vão comover a população de analfabetos domados e cooptados para reagir contra o vitorioso governo revolucionário atual”

Nestas terras selvagens, uma procuradora geral da República, ao passar o cargo que assumiu interinamente, abre o verbo contra o Supremo Tribunal Federal dizendo que a Suprema Corte toma decisões baseadas em “argumentos equivocados de que a defesa de legalização da maconha constitui apologia ao crime”.

A procuradora do governo também se defende contra o STF os atos públicos pela legalização do aborto e certamente tudo mais que as normas da ONU indica como defesa de “direitos humanos”. Este é um pais de malucos? Este é um país governado por gente que pensa poder ditar o que está por vir eliminando a dinâmica do universo?

É neste país dos impostos altos que surgem protestos como o que vai abaixo em defesa de produtos para pouca gente, sem uma lembrança para o que atinge a toda gente: impostos da gasolina, frutas, verduras, carnes, roupa, sapato, eletricidade, água corrente... 



terça-feira, 26 de abril de 2011

COELHINHO DA PÁSCOA, QUE TRAZES PRA MIM?

Em mais um excelente trabalho, a jornalista independente Graça Salgueiro nos brinda com importantes revelações sobre o relacionamento das FARC colombianas com a Venezuela de Hugo Chaves, que mantém na prisão o Eng. Peña Esclusa, recém operado de um câncer na próstata e com diagnóstico de um segundo tumor. O tratamento descrito impede até mesmo que o médico particular trate de Peña Esclusa, um dos poucos homens nesta América Latina que, além de denunciar o Foro de São Paulo, manteve uma cruzada de informação nas Américas e na Europa divulgando a violência do projeto de comunização e criação de uma unidade política continental, copiando a Europa, como querem as corporações e banqueiros que buscam impor uma "nova ordem mundial" política, subjugando todos às ordens de uma única estrutura jurídica, política e econômica.

O link para a informação de extrema importância para deseje entender o que envolve o Brasil, mas é negado por nossa mídia de cabresto, está abaixo:

notalatina: Coelhinho da Páscoa que trazes pra mim? Oh! um ter...: "Dois assuntos importantíssimos sobre o envolvimento das FARC com a Venezuela são os temas de hoje do Notalatina , mas não posso deixar de co..."

segunda-feira, 25 de abril de 2011

ANOTE E OBSERVE

Por Arlindo Montenegro

Como ainda não conseguiram leis para implementar o genocídio massivo, os homens do governo paralelo patrocinado pelos Bilderberg, atuam espalhando pelo mundo sementes de milho com espermicida. No Brasil hoje, é muito provável que chegando a um restaurante, alguém peça uma polenta sem saber que pede uma polenta com espermicida.

Afinal quem controla as sementes para as safras é a Monsanto, quem distribui os alimentos é a Cargill e a caixa de Flocos de Milho da Kelloggs ou o fubá, pode ter sido processado com milho portador de espermicida, já que o  fundador da Kellogg’s foi um dos fundadores da American Eugenics Society, junto com o Rockfeller pai.

É isto e muito mais que se ensaia no laboratório Brasil para a nova ordem mundial que quer reduzir a população da terra para que restem somente com uns 500 milhões ou um bilhão de escravos. As bases destas políticas e da economia que dizem democrática ou socialista, estão bichadas, corrompidas, viciadas. E somente novas correntes políticas e novo acordo econômico, vão detonar esta ordem mundial de psicopatas assassinos.

Para condicionar mais ainda a entorpecida sociedade, os áulicos do poder querem a legalização da maconha. Depois do ilustre Fernando Henrique, foi a vez do ex ministro da justiça invertida e atual governador do Rio Grande do Sul, defender a droga diante de uma platéia de estudantes. E um deputado do PT de São Paulo, Paulo Teixeira, propõe liberar o plantio da erva e criar cooperativas. Seria ótimo para os assentamentos improdutivos do MST.

Logo mais os fumantes poderão esolher cigarros industrializados das marcas que controlam o mercado, com teores graduados do tetracanabinol, princípio ativo da maconha. Nas prateleiras dos supermercados estarão os bolos, biscoitos, alimentos matinais e um refrigerante que poderá ter o nome Maco Cola, além de balinhas, chocolates, gomas de mascar, tudo devidamente “batizado”. A exportação destes produtos para o “admirável mundo novo”, sem dúvida vai gerar divisas.

Por tanto, os políticos ideologicamente entorpecidos, corruptíveis, parasitas, estão interessados em iniciar mais esta fase da revolução capimunista no Brasil, onde ganha terreno o modelo de estado mais aberrante e devastador dos valores, dos costumes, da família, da propriedade, numa fúria irresponsável que ultrapassa até mesmo as teorias conhecidas do marxismo.

Os sistemas de educação e imposição de normas internacionais gerados na ONU e acatados pelo governo de socialista e marias vão com as outras, tem levantado muitos problemas e mobilizado associações, pais e até políticos. Exceto no Brasil. Aqui estamos empenhados em pagar impostos e apertar o cinto, para subsistir com salários insuficientes num mercado em que os bens de primeira necessidade estão cada dia mais caros, obrigando as famílias a empenhar sua força de trabalho futuro com a rede bancária internacional.            

Nos últimos anos o ataque internacional simultâneo às instituições nacionais, tem utilizado formadores de opinião, ongs, fundações e cursilhos para que os  professores aprendam a trabalhar com a nomenclatura dos “direitos”, que os controladores denominam humanos: legalização de aborto, conceitos novos sobre cidadania, juventude, gêneros, família... Mas em vez de formar melhores mestres, estão formando fanáticos para a catequese ideológica do marxismo capitalista.

O choque cultural e as diferenças entre valores cultivados em família e comportamentos ensinados nas escolas, faz com que se desenvolvam jovens inseguros e com extrema desconfiança sobre o próprio futuro. Desenvolvem-se gerações de analfabetos funcionais, despidos de qualquer senso de auto respeito, de auto confiança e incapazes de relacionamento sadio. Os professores nem percebem que formam os futuros drogados e consumidores de alimentos com espermicidas.

Esperamos o dia em que a gente farta da canga e do chicote dos bancos e dos salários, menores que o pago pelo estado para os bandidos presos, comece a mobilizar-se contra o abuso dos impostos embutidos em cada litro de gasolina, em cada quilo de arroz ou feijão, em cada embalagem dos produtos distribuídos pela Cargill à rede internacional de supermercados que fingem ser nacionais. A sangria permitida pelo estado conduz ao ambiente em que, somente a desobediência civil poderá salvar o homem comum.

domingo, 24 de abril de 2011

DEMOCRACIA A LA CARTE

Por Arlindo Montenegro

21 de Abril, cerimônia comemorativa da Inconfidência Mineira. Palavras da ocupante do trono: Os brasileiros e brasileiras que como eu sofreram na pele os efeitos da privação da liberdade sabem o quanto a democracia institucional faz falta quando desaparece”... Uma fala onde está presente o recurso psicologia invertida, fazendo que crer que as instituições no Brasil são democráticas.

Para quem bem entende das experiências contidas na história, as poucas democracias floresceram onde o aparado do estado era mínimo e não gigantesco e distribuído em feudos para atender interesses partidários oligárquicos. Onde as instituições democráticas floresceram, o estado praticava mínimos impostos, sem burocracia, sem corrupção, sem secretismos e manobras para eliminar opiniões, pontos de vista, argumentos, contrários.

Disse ainda a senhora: “Queremos a democracia em sua complexa inteireza”... (Tão complexa que nem os que a executam entendem o significado e alcance da concentração de poderes, que emanam do núcleo do núcleo central do poder, impondo a legislação, determinando as práticas da justiça, delimitando a formação de opinião pública, pervertendo  a educação, destruindo costumes e tradições e finalmente banalizando e interpretando a história, omitindo fatos e   os fatos de maneira abusiva).

...”Uma democracia feita de eleitores e também de cidadãos plenos”... (Eleitores que engolem um processo de escolha controlado por uns poucos caciques partidários? Cidadãos plenos que carecem de meios e informação para exigir comportamentos éticos? Eleitores de cabresto para atuar e legitimar um processo viciado?) ”Nesse caminho se entrelaçam o desenvolvimento e a inclusão”. (Que desenvolvimento madame? O desenvolvimento das corporações estrangeiras que ocupam o nosso espaço, que compram os melhores cérebros, que envenenam o terreno e as águas, que agem acima das leis? Mais adiante vamos ver o termo “inclusão”.

O discurso  tão genérico é sujeito às mais variadas interpretações, extensivamente cabíveis  para a cabeça miúda dos que falam em democracia, sem pensar  na gênese do pensamento e sua importância para a evolução humana, para as liberdades individuais, para a aplicação dos direitos universais reconhecidos e aceitos como benéficos para os indivíduos que constroem as nações e interagem respeitando rigorosamente uma carta de deveres que geram direitos.

Uma coisa é democracia, estado de direito e bem diferente o que estão proclamando como “democracia marxista”, uma coisa que é impossível de definir, a não ser que a gente grafasse a prática como “democracia somente para marxistas”, excluindo todos os contrários ao satanismo implícito no ideário da nova ordem mundial,  aplicado metodicamente no Brasil, sem que a gente, povo, população, saiba como definir o próprio  destino, sem saber  o que está por trás desta revolução cultural que elimina os valores consolidados há gerações como norma espiritual deste povinho explorado ao limite extremo.

Aí perguntam os observadores da anomia política: por que não protestam, por que não exigem? A resposta pode estar no prenúncio feito por alguém que justificava e defendia o uso de tudo quanto é droga, para manter pessoas felizes e passivas mesmo nas situações mais limitantes, mesmo na escravidão, mesmo fazendo trabalhos forçados.

 Aí entra a “inclusão” que vista sob o aspecto das parcerias que o trem empresarial em turismo na China, espera, para ganhar mais dinheiro, enquanto os “incluídos” compram os piores produtos do mercado pelos mais elevados preços, tudo financiado em “10 vezes sem juros”.

Estão negociando transferência de tecnologia com uma ingenuidade de meter medo. Dizem ser difícil por que nunca sabem se a empresa com quem negociam é privada ou estatal... como se houvesse diferença! A “inclusão” fundamental é ideológica. Mas os tresloucados empresários nada entendem de política, nem das grandes linhas estratégicas da nova ordem mundial.

Tiradentes foi enforcado porque um grupinho patriota quis livrar o Brasil da canga da submissão. Nossos empresários são conduzidos que nem carneirinhos para o cercado da prisão ideológica para uma produção capitalista barata, explorando a mão de obra dos que vão produzir os novos produtos Made in Chinobrás, repassando a tecnologia da Embraer a troco da tecnologia de plantar e colher arroz com as mãos nuas. Quem pensa diferente prepara a própria forca.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

PARA ENCONTRAR DEUS EM SEU CORAÇÃO



UMA ALEGRE COMEMORAÇÃO PASCAL NO CONVIVIO FAMILIAR!
QUE TODOS RENASÇAM PARA O PODER DO ESPÍRITO.
FORTE  FRATERNO E AGRADECIDO ABRAÇO DOS QUE FAZEM ESTE BLOG.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

DE OLHOS ABERTOS

Por Arlindo Montenegro

Michel Chossudovsky é um judeu canadense, economista e professor da Universidade de Ottawa. A grande mídia dos EUA costuma associá-lo aos investigadores da história tidos como “teóricos da conspiração”. O professor  Chossudovsky, circulou em altos escalões do poder econômico, por diversas agências da Onu e inúmeras Universidades, tendo seus livros traduzidos em mais de 20 idiomas, menos o português do Brasil.

Ronaldo Schlichting nos conta a história do Arrow, um caça a jato, o primeiro avião do mundo a voar em velocidade 2 vezes superior à do som (mach2),  “fruto do gênio e do patriotismo dos canadenses”. Mas fevereiro de 1959, “o primeiro-ministro do Canadá decretou o cancelamento do projeto Arrow”. Forças ocultas?

As plantas do projeto, motores, protótipos, ferramentas, informações e patentes foram para o domínio da França, Inglaterra e EUA. Os franceses e ingleses fizeram um consórcio e construíram o primeiro avião supersônico de passageiros, o Concorde, um fracasso comercial. Os canadenses ficaram com o prejuízo sem saber por que.

A construção das naves espaciais, do acelerador de partículas gigantesco que funciona em solo europeu bem como muitas dos equipamentos da mais alta tecnologia nuclear, (e militar) ou o Concorde, não seria possível sem um metal raro, o nióbio, que resiste às mais altas temperaturas, tipo as geradas pelos “trens bala”.

98% das reservas mundiais de nióbio estão no Brasil. A maior companhia mineradora e exportadora de nióbio está em Araxá, MG. A CBMM, pertence ao Grupo Moreira Salles e à multinacional Molicorp. A CBMM exporta 95 do nióbio, que é cotado pela bolsa de metais de Londres, a 90 dólares o quilo.

Vem a pergunta: se o Brasil é o único fornecedor mundial de nióbio, porque o preço não é determinado pelos brasileiros? As 37.000 toneladas anuais que o mundo consome, saem do Brasil. Vem uma informação da FSP publicada em 2002: logo que foi eleito, Luis Inácio foi levado por Aécio Neves, para um fim de semana na casa de hóspedes da mina de nióbio de Araxá... Questões de estado?

Aqui temos a aliança das tais “esquerdas” socialistas, defensoras da nova ordem mundial, com interesses do topo do mundo capitalista. A CBMM financiou através de uma ong, os projetos da fome que não zerou e do Instituto Cidadania, presidido pelo ilustre ex-presidente, ex-metalúrgico, ex-sindicalista, ex-pobre, cuja submissão à canalha internacional, fez o Brasil perder mais de 6 bilhões de dólares anuais, somente com a exportação (quase secreta) do nióbio. E nada mudou.

No Estadão de 6 de Julho de 2005, o Marcos Valério, aquele do mensalão, revelou que agendou um encontro do Banco Rural com o José Dirceu, para tratar de exploração de uma mina de nióbio na Amazônia.(José Dirceu confirmou ter tratado "a questão do nióbio" com banqueiros mineiros... , no programa Roda Viva, da TV Cultura, no dia 24 de outubro de 2005).

No dia 17 de Julho do mesmo ano o jornalista Cláudio Humberto, havia grafado: “o nióbio é caixa preta... 100% do nióbio consumido no mundo é brasileiro, mas oficialmente exportamos só 40%... décadas de subfaturamento...” Negócios de alto nível...

É assim que os poderosos agem. Se alguém pergunta quem tacou dois aviões nas torres gêmeas no 11 de Setembro de 2001 lá em Nova Iorque, a imagem do barbudo Bin Laden vem à mente. Poucos sabem que há farta documentação da trama e cumplicidade da administração Bush e sua inteligência militar, criando um pretexto para invadir o Iraque, lançar a guerra contra o terrorismo, militarizar a justiça e revogar a democracia nos EUA.

É o que afirma Michel Chossudovsky, revelando as intimas ligações da família Bin Laden, associada em investimentos internacionais à família Bush. Tudo para facilitar a implantação da “nova ordem mundial”, contando com o terrorismo e a guerra de conquista subseqüente para alegria de Wall Street e do complexo militar industrial.

O 11 de setembro de 2001 foi o golpe para justificar a guerra sem fronteiras contra o “mito” do “inimigo externo”, sem o qual não haveria a guerra contra  o terrorismo, nem se revogariam as liberdades civís. Chossudovsky, também refere a arma norte americana de mais alta tecnologia, baseada nos estudos de Nicola Tesla, o HAARP, capaz de provocar terremotos, maremotos, interferir na atmosfera... também dita “teoria da conspiração”.

Olhando o próprio umbigo, nossa mídia prima por comentar crimes e aberrações, justificando as manobras de submissão destes governantes que, aqui, como pelo mundo afora, abandonam as pessoas à própria sorte, cobrando cada dia mais impostos sobre o trabalho remunerado... a preço de nióbio, segundo as cotações dos controladores do mundo. 

quarta-feira, 20 de abril de 2011

"HAY GOBIERNO? SOY CONTRA!"

Por Arlindo Montenegro

Em Cuba, a mais velha “democracia comunista” deste hemisfério, os homens do poder estão realizando o “Sexto Congresso do Partido Comunista”. É como se o Congresso Nacional se reunisse a cada 8 anos e meio. Bem cômodo! Também, com o genial Fidel Castro decidindo tudinho, até quantas dúzias de ovos as galinhas tinham de expelir para cumprir as metas do plano de produção socialista, pra que ficar gastando o gogó?

Esta é a vantagem de ter um governante onipresente, onisapiente, bem amado, tão poderoso e bem guardado por um exército a seu serviço, facilitando as operações de tráfico de drogas, a criação de centenas de empresas pelo mundo afora, para o tráfico de armas, diamantes, marfim, dono de um banco na Inglaterra, frotas de navios... tudo para dinamizar o fim do capitalismo, custe o que custar e doa a quem doer.

Não deu certo. O esforço que ceifou tantas vidas na África, Ásia e nas Américas, resultou na miséria dos cubanos, fome, saúde aos cacos e isolamento do mundo, sem acesso aos mínimos confortos da civilização. A ilha paradisíaca, antes da revolução castrista, era um dos países mais prósperos da América Latina, não obstante ser um terreiro de putaria para americanos ricos.

Havana era visitada pelos milionários para jogar, pescar e bebericar “mojitos” nos cabarés famosos, que nem o “Tropicana”, ao ar livre. E para investir, produzir, num clima de liberdade que nem as ditaduras e governos corruptos conseguiram suprimir. Só um gênio como o coma’ndante e seus sequazes que nem o heróico são Guevara. Não deu certo.  E finalmente o coma’ndante entregou o cajado... ao irmão. Ditadura vitalícia!

Os blogueiros (nem todos) da ilha já sabem do resultado da ditadura, que em 52 anos transformou a pequena nação numa ilha de desesperados em busca de alimentação, água potável, luz elétrica, transportes, casa pra morar, até... papel higiênico. E pior, sem que ninguém pudesse trabalhar por iniciativa própria, porque o Partido era o único patrão e despediu 500 mil trabalhadores duma vez.

Mas agora, o Sexto Congresso vai resolver tudo. A família do ditador e seus chegados, que já possuem negócios e economias na Europa, na África e nas Américas, vai facilitar a vida dos investidores que vão correr para salvar a ilha, bem ao modo capitalista. Utilizando mão de obra barata que nem na China – modelo para a ressurreição da economia cubana – pagarão impostos ao governo e cada um terá seu sócio, um homem do Partido, um facilitador remunerado.

Muitos companheiros cubanos estão combinando como investir em Cuba. A família Castro, dona da empresa de turismo vai construir um Hotel no Brasil. Assim os heróicos combatentes da Sierra Maestra, vão finalmente salvar suas peles e o mundo ocidental  vai aprovar e aplaudir as reformas corajosas do Partido Comunista.

Eles, os cubanos revolucionários, como os que revolucionam a vida da gente comum na Venezuela, Equador, Bolívia, Argentina, Nicarágua... Brasil... fazem a lição de casa sob a proteção dos controladores da economia globalizada, empenhados em impedir a todo custo as liberdades e culturas nacionais, que afirmam a evolução natural. Repetindo a história, estão semeando futuras guerras e catástrofes.

Pensando bem, meninos, preparem-se para ocupar os melhores postos possíveis nesta hierarquia da devastação. Preparem-se para atuar como cínicos burocratas do partido único. Preparem-se para manter em segredo a consciência de que vale reforçar a busca do saber paralelo à informação oficial.

Vale questionar os altos custos da sobrevivência mantendo um ministério gigante, um estado perdulário, um congresso de mercadores, uma burocracia que inventa dificuldades para vender facilidades. Vale educar os filhos em casa para vaciná-los contra a doutrinação caolha, contra a televisão que dissemina os costumes depravados e o desrespeito ao semelhante.

Vale refletir que nosso planeta é um pontinho minúsculo perdido na organização do universo infinito e insondável. Vale raciocinar que melhor que morrer e matar ou ser agente de ideologias, é bem mais humano multiplicar a vida amorosamente, viver livre entre amigos, filhos, sobrinhos, netos, agradecendo ao Deus do seu coração pelo ar que respira, pelo alimento, pela saúde, pela possibilidade de plantar o bem que vai ser colhido no amanhã.

Particularmente, estou convencido que o anarquista espanhol estava com a razão: “Hay gobierno? Soy contra!”


ANTES TARDE DO QUE NUNCA

Por Arlindo Montenegro

Esta maquininha “deu pau” e foi um sufoco só esperar que o técnico de confiança “salvasse” os arquivos que se afogavam num sumidouro virulento. Chegou. A tempo de falar sobre mais um “feriado prolongado”: deste a gente sabe que não sei por que na sexta feira é dia de comer peixe, no sábado bacalhau e no domingo, oba! É o dia do coelhinho que bota ovos de chocolate!

Alguns adultos lembram vagamente algo relacionado com o renascimento espiritual, reflexão, propósitos renovados e contato mais íntimo com a consciência que se debate no ambiente de desconstrução da realidade armado pelos controladores do poder político, cultural, econômico, que fustigam a liberdade de pensar livremente.

Neste país de cristãos, devotos do Senhor do Bomfim e da Virgem Maria em suas mais diversas invocações, o chocolate e o bacalhau ocupam o imaginário e a devoção é prática de uns poucos. O exemplo e os relatos da História Sagrada, parecem ter sumido do âmbito familiar... Mas que família? Onde está a moral e a autoridade familiar, heim?

A fragmentação de denominações cristãs e seitas afins contribui para as diversas interpretações de uma verdade única, as desencontradas manifestações de cada grupo, cego, surdo, neste ambiente de “psicologia inversa”, tende a manter os outros à distância, como se fossem excluídos, talvez “ovelhas negras”, inaptos para a “salvação”. Uma “luta de classes” mentais, confundindo as consciências.

Alguns grupos são bem organizados, quase franciscanos na atuação meritória para o bem comum, superando o ambiente propagandístico, como se uma luz interior, mesmo que fraquinha, ainda iluminasse os caminhos da ajuda mutua no emaranhado de interpretações dos Evangelhos e normas, muitas incoerentes e que servem apenas de apoio aos interesses mundanos do estado

As denominações cristãs, contaminadas pela Teologia da Libertação, ou  “ marxismo cristão”, são hoje o alicerce do “comunismo democrático.” O mesmo que catequiza as crianças há muito tempo, para cultivar a desconstrução da autoridade familiar, o hedonismo e a putaria, elegendo um funk como embalo emocional, como em outras épocas elegíamos um coral interpretando a Aleluia de Hendel.

Inda bem que algumas ilhas neste mundo de baixeza moral estatal, acenam para um renascimento que os militantes chamam de “ultra direitistas”, “nazistas”, “fascistas”, como se as faces da moeda do poder social coletivista dos comunistas do dia fossem diferentes das trágicas experiências que afundaram o planeta no obscurantismo.

Da gelada Finlândia, um país que ostenta uma das maiores rendas per capita e a melhor educação pública do mundo, vem a notícia da vitória eleitoral esmagadora dos conservadores, que os militantes da esquerda denominam ultra direitistas que afirmam “que não tem que ajudar os pigs (porcos em inglês) - Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e – Spain – Espanha” afundados em corrupção institucional.

Aqueles branquelos gelados, também se opõem também que a ajuda do estado aos menos favorecidos nacionais seja desviada para os emigrantes que invadem a Europa, fugindo dos ricos países produtores de petróleo envolvidos na guerra entre fanáticos e capimunistas que invertem culturas, para manter o poder econômico e o domínio sobre regiões estratégicas.

A verdade é que na Europa, como nos EUA, multiplicam-se as ilhas em defesa das liberdades que os controladores da economia mundial querem esmagar, detonar, esfarelar. As esquerdas históricas estão abrindo o bico, perdendo espaço no ambiente em que as idéias e a informação ainda é possível. O que é impossível entre nós...

...onde os oportunistas deputados analfabetos funcionais estão ocupados em inaugurar a Frente Parlamentar para Regulação da Mídia “para ampliar o exercício do direito humano à liberdade de expressão e do direito à comunicação no Brasil”. Isto não é garantido pela Constituição?

Interpretando a linguagem invertida, buscam aprofundar a perseguição implacável aos que ousam disseminar verdades, a perseguição aos que ainda pensam livremente e denunciam a corrupção, os abusos do poder, o desprezo à Constituição, aos volores morais e buscam a submissão total do homem comum, como em Cuba, na Venezuela, Bolívia, Argentina, Equador...

Os controles estão aí. Ativos e implantados na moita. Nos subterrâneos, alguns poucos se alimentam em fontes externas, para conservar a esperança de chegar um dia a organizar-se com disciplina e força moral, com o espírito fortalecido para defender a vida e a liberdade, quem sabe daqui a meio século. Antes tarde do que nunca!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

OPORTUNISMO ANTI-ARMAS

Por Lenilton Morato

O propósito do desarmamento da população é o da monopolização do poder e da violência. Pela lógica deste pessoal, somente dois seletos grupos podem ter acesso às armas: o Estado e os bandidos. Nós, cidadãos comuns, não podemos ter acesso a elas, pois a defesa de nossa própria vida não é nossa atribuição, mas exclusivamente do governo. E se o governo falhar... Bom meu amigo, aí é rezar para que algum integrante do grupo anti-armas apareça e convença o bandido a entregá-la.

A retumbante derrota que a esquerda sofreu por ocasião da campanha do desarmamento ainda está entalada na garganta daqueles que precisam, de qualquer maneira, impor a sua vontade contra a maioria. Qualquer brecha, qualquer oportunidade não pode ser desperdiçada. Adaptação de estratégias e de novas técnicas de abordagem do assunto surgem assim que um fato possa ser manipulado para validarem suas teorias. E, acreditem, esta gente não possui qualquer escrúpulo em utilizar-se de tragédias para convencerem a todos que, por ação divina (ou da mãe-terra como eles preferem), sabem o que é melhor para nós.

O triste fato ocorrido no Rio de Janeiro mostra como estes movimentos são imorais e vis. Utilizando-se deste terrível acontecimento, os grupos pró-desarmamento vislumbraram a possibilidade de obterem mais uma vitória ideológica na sua incansável luta de deixar o cidadão indefeso diante das ameaças que todos os dias nos cercam.

Sem pestanejar, imediatamente os senhores da verdade descobriram o porquê do ocorrido: o assassino estava armado. E estava armado porque o Brasil ainda não conseguiu desarmar toda a sua população. A culpa, assim recai sobre aqueles que defendem a posse de armas pelos cidadãos comuns, fazendo-os pensar a respeito e mudar a sua opinião acerca deste direito, transmutando-o, assim, em crime.

É óbvio que se o suicida não estivesse armado, a tragédia não aconteceria. Assim como é óbvio que se não houvesse um policial armado no local, as vítimas se multiplicariam. E aí cabe a pergunta: e se a professora estivesse armada? E se o zelador estivesse armado? E se um transeunte que passasse no local estivesse armado? A tragédia poderia ter sido amenizada ou mesmo impedida? Muito provavelmente sim. Mas não é assim que pensam os desarmamentistas.

Para eles, cada cidadão que estivesse armado na escola poderia se juntar ao assassino para matar a todos os seus integrantes. Na lógica débil deste pessoal, as pessoas compram armas para atacar, e matar seus semelhantes e não para se defenderem, quando o que ocorre é justamente o contrário. Percebam como através de uma manipulação canalha e ardilosa, a culpa deixa de ser do indivíduo pura e simplesmente e passa para a arma.

O problema é que esta arma foi adquirida de maneira ilegal. Ou seja, não foi em uma loja de caça ou em clube de tiro que o atirador conseguiu sua arma. E de quem é a falha então: das pessoas que querem comprar legalmente armas para se defenderem ou do Estado Brasileiro que não consegue vigiar suas fronteiras, portos e aeroportos e permite o comércio ilegal de armas? Não deveria ser este mesmo Estado responsabilizado por impedir que pessoas de bem adquirissem uma arma para que possam fazer frente a ameaças como esta ocorrida no Rio? Mas não. Segundo a lógica revolucionária, o comércio ilegal não é o problema. O problema é a posse de armas pelas pessoas...

O propósito do desarmamento da população é o da monopolização do poder e da violência. Pela lógica deste pessoal, somente dois seletos grupos podem ter acesso às armas: o Estado e os bandidos. Nós, cidadãos comuns, não podemos ter acesso a elas, pois a defesa de nossa própria vida não é nossa atribuição, mas exclusivamente do governo. E se o governo falhar... Bom meu amigo, aí é rezar para que algum integrante do grupo anti-armas apareça e convença o bandido a entregá-la.

Quando a população sabe que existem pessoas armadas andando nas ruas, nos cinemas, nas praças, certamente ela se sente mais segura, mesmo que nenhuma delas efetivamente porte o armamento. A simples expectativa de que um indivíduo possa estar armado inibe a ação de criminosos e atenua as dos fanáticos. Eles pensaram duas vezes antes de agir, pois estarão colocando suas vidas potencialmente em jogo. A recíproca também é verdadeira. Numa sociedade proibida de portar armamentos a ação criminosa é facilitada, pois o bandido sabe que não haverá reação de ninguém, o que nos torna ovelhas prontas para o abate.

Com o discurso anti-armas, o Estado eximi-se de sua culpa (por impedir que o cidadão comum se defenda e por ser incapaz de prover a segurança) e a transfere, mesmo que de forma indireta, para todos aqueles favoráveis ao comércio e porte de armas.

O lamentável acontecimento na escola carioca serve justamente para justificar ainda mais a posse de armas pela população. Homens e mulheres comuns, armadas naquele momento, poderíam ter evitado esta e outras tragédias. Não porque poderíam matar o homicida ou imobilizá-lo. Mas pelo simples fato da expectativa da existência de pessoas armadas naquele local, o que certamente faria com que os criminosos pensassem duas vezes antes de agir.

Utilizar este fato para impor à população algo que ela já repudiou é vil, baixo, imoral e inexcrupuloso. Exatamente as características dos movimentos esquerdistas e revolucionários.









 

quarta-feira, 13 de abril de 2011

CARÊNCIAS NUTRICIONAIS

Por Arlindo Montenegro

Eu, você, todos nós carecemos de nutrição orgânica equilibrada. Disto depende a nossa saúde e bem estar. No início da vida os pais são responsáveis pela escolha e provisão dos alimentos, ajudar nos primeiros passos, primeiras palavras, primeiros ensaios na convivência com o grupo social.
Mais tarde, ensinam como escolher alimentos com propriedades essenciais para manter o corpo e o espírito em equilíbrio. Pouco a pouco aprendemos a fazer nossas próprias escolhas, como pessoas livres e responsáveis pelos próprios atos.
O que somos hoje e resultado dos alimentos orgânicos e espirituais que escolhemos ontem. Os alimentos que escolhemos absorver hoje constituem a ponte para o amanhã, para a decadência física ou espiritual, para a agonia ou para a alegria. Existem muitas variantes e limitações.
Em qualquer nação ou tribo, em qualquer época histórica, os registros identificam dois níveis de pessoas, cuja nutrição espiritual define a posição na escala social. Se aceitarmos que a mente sadia depende da nutrição espiritual e física, a qualidade dos alimentos –físicos e espirituais -  é de importância preponderante.
Chegamos assim a considerar um parâmetro se saúde integral, que rege as mais variadas escolhas para transitar e interagir, positiva ou negativamente, em qualquer ponto da escala social,  essencialmente no topo, onde são tomadas as decisões que resultam no bem estar  da nação, pátria, povo, gente.
As política econômicas encabeçam o rol de escolhas  do estado, empresários e banqueiros. São escolhas que facilitam ou dificultam o acesso às “comodidades”  mínimas de sobrevivência  digna, de famílias e pessoas, nas grandes concentrações humanas.
As notícias que temos é que para a comunidade empresarial banqueira e para os partidos políticos vai tudo muito bem. Nunca estivemos melhor como nação, com um leque de oportunidades inigualável. Podemos até, diz um representante do poder,             “atrair outras nações para comprar terras, garantindo assim o acesso a minérios e alimentos...”. Também temos a elegante notícia da China, com contratos especiais, com a promessa de casamento prá valer.
A China vai até levar a Embraer pra produzir lá do outro lado do mundo. Será que vão fechar por aqui? A mão de obra lá é mais barata, isto se sabe. Pode até ser que eles assumam a base de Alcântara, passando toda tecnologia que o exército vermelho domina sobre satélites, comunicações, foguetes para o exército verde amarelo. Tudo depende de conveniências.
Em todos os níveis da vida nacional, o estado tem proporcionado um alimento espiritual modificado, cujos resultados para a saúde pátria ficam evidenciados na penúria do grande exército de trabalhadores de salário mínimo, na ampliação das áreas de controle sobre indivíduos e empresas, no analfabetismo funcional crescente, na decadência de costumes, no fomento do uso de drogas, a violência e nas manifestações psicopatas, no emaranhado de normas contraditórias  que afirmam a “justiça” do oportunismo.
A nação empanturrada de “frituras” propagandísticas, carece de alimentos espirituais, limites, senso crítico e senso de justiça que destaca os estadistas líderes. Até agora a energia aplicada à tomada de decisões está negativada com a atividade intensa de varrer o lixo, a corupção e os erros pra baixo dos tapetes palacianos.
Os decretos de importância menor, bloqueiam  a virada contrária ao oportunismo na condução do estado que gera o desequilíbrio e confunde o que é com seu contrário. O resultado da saúde mental dos que decidem aparece nas carências da educação, da saúde, da segurança, limites postos dificultando a livre iniciativa, na distribuição de renda, na justiça... na distância entre o Brasil real  e o Brasil pintado pelos políticos. Estamos carentes de nutrição espiritual.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

segunda-feira, 4 de abril de 2011

SANTOS E DEMÔNIOS

Por Arlindo Montenegro

Em qualquer agrupamento humano, nacionalidade, credo, idioma, história estão presentes os santos e os demônios, os bondosos e os cruéis. Considerando a estrutura atômica que transporta a essencia espiritual, pode-se dizer que cada homem carrega em si as energias construtivas que mobilizam para a santidade e as destrutivas para o demonismo. Bondade ou crueldade em sementes.

Nos arquivos da memória de cada pesssoa os registros de juizos apaixonados, exageros, generalizações, argumentação radical, incongruencias. Acertos e erros. Ninguém é depositário de todas as verdades, nem capaz de avaliar a carga implícita de intenções do outro. Apenas é possível cotejar fatos e comportamentos para fazer escolhas coerentes. Mesmo assim, o que é lícito e plausível num momento, é inconcebível mais adiante, noutro ambiente cultural.

Imaginando este planeta e seus habitantes num grande mural, que nem aqueles do Picasso ou do Portinari, poderíamos conceber uma colcha colorida representando as crenças dos vermelhos, amarelos, verdes, azuis, um resumo histórico onde cada um, colocando sua pincelada, quer destacá-la como única, cobrir com suas tintas as outras intrepretações, valores, religiões, formas de organização, etc.

Quem tem razão? Qual o critério para definir o bem comum? Conheci experiências que pareciam caminhar para o ideal, em tempos remotos, em pequenas vilas interioranas, onde individualidades profissionais, como células, interagiam umas com as outras de modo humano e racional.

A auto-regulamentação daquelas organizações sociais extintas estava fundada na crença e na prática da religiosidade. A ninguém faltava os principais produtos e serviços, muitos vezes pagos com outros produtos ou serviços quando a moeda era escassa. Havia tranquilidade de cada familia em sua privacidade e quem possuia mais alimentava quem tinha menos.

Pequenas unidades autônomas, células de um universo maior escalonado, mas livres, independentes de normas invasoras, comportamentos ditados de longe por gente nunca vista, gente que nunca havia plantado uma semente, ordenhado uma vaca ou cabra, nem acreditava que se pudesse dormir com as portas sem trancas.

Os delitos aconteciam raramente e os responsáveis pagavam de imediato. Delitos não são excelência desta ou daquela cor, crença ou nacionalidade. O terrorismo disseminado nos nossos dias desvia a atenção da gente do verdadeiro problema que é moral. Desvia a caracterização da responsabilidade, mascarada pela propaganda.

Como a moralidade tem cordão umbilical com alguma religião, os que mantêm o poder e querem perpetuar-se investem contra religiões, etnias e outros temas irrelevantes justificando a condução invasiva do estado sobre a vida privada. Pobreza, fome, doenças e ausência de ética e respeito, produto de decisões contrárias ao bem comum, ficam em segundo plano.

As cores do nosso painel imaginário estão borradas e as tintas não resistem aos pixamentos. Podem ser vistos grandes espaços descascados e não preenchidos nesta tela mental. Outros corrompidos e descaracterizados pela poluição decorrente das guerras, descartes do consumismo e desprezo à natureza.

Nas academias onde deveriam estar as mais ativas e aguçadas mentes, escolhidas entre as melhores para formular leis, para ensinar, para dirigir e formular os projetos estratégicos locais, regionais e nacionais, a condição moral e material está prejudicada e a seleção privilegia temas ideológicos, cotas raciais e outras, em detrimento do mérito.

Numa grande área central do nosso painel, o planeta aparece desfigurado e coberto por brilhantes ogivas, helicopteros, caças, navios, submarinos, tanques dotados de armas estranhas, tudo detacado por uma inscrição em vermelho "defesa". Em contraste, aparecem também armas apodrecendo em áreas verdes sob a inscrição "área preservada". Homens e animais não figuram. Alguns símbolos sim: Monsanto, GM, Stadard Oil, ITT, IBM, McDonald's, Coca Cola...





PRA VER, OUVIR, REFLETIR...

sábado, 2 de abril de 2011

A CABEÇA DA MEDUSA

Por Arlindo Montenegro

Uns poucos grupos de militares da reserva puderam lembrar e comemorar a tomada do poder, que mudou a face da nação, abrindo as portas para as redes de comunicação, abrindo estradas e fazendo a economia da nação avançar, preservando a dignidade dos brasileiros. Melhor, preservando a vida e promovendo a pacificação.

Na imprensa, mesmo nos jornais e televisões que em 1964 agradeciam a ação das Forças Armadas, - cuja firmeza, rapidez, senso de unidade e disciplina evitou o mal maior no mundo de então –surgiram parcos comentários obedientes ao cabresto ideológico, lembrando a ditadura, torturas contra os inefáveis e "inocentes patriotas" assimilados pelo comunismo, armados e treinados por Moscou, Pequim e Havana.

Uma rede de televisão recentemente premiada pelos governantes com uma negociata envolvendo a Caixa Econômica Federal, agradeceu, lançando uma novela que pretende recuperar a história, de modo "isento", tão isento como a reportagem de um jornalista que entrevistou torturadores e torturados, vítimas da cruel ditadura militar, sem mencionar a causa das prisões! Presos por patriotismo? Presos por serem bons moços?

É bom lembrar que a  palestra que o General Heleno prometia fazer, dentro do quartel, foi proibida! E foram proibidas outras reuniões comemorativas intra caserna, como em Fortaleza. Na tal reportagem como na novela em que prometem isenção, as imagens e a mensagem são  contundentes contra à instituição militar,e a edição está proibida de deixar escapulir qualquer coisa que  lembre o senso de disciplina que fez calar o General Heleno.

O que seria lembrado? A paralisia do país, o cerco feito pela CGT ao presidente Goulart, com apoio de congressistas que desejavam mudar de rumo e de patrão imperialista? Será que ele ia abordar as certezas atuais sobre a decisão tomada pelo Jango, para evitar uma guerra civil de longa duração? Ou que os profissionais das força armadas, por sua formação, por seu juramento à bandeira, por sua disciplina, por sua consciência sempre foram conselheiros na intimidade do núcleo de poder? Mas conscientes de acima de tudo estava a soberania da nação.

Será que ele ia abordar a diferença entre o 31 de março de 1964, quando a cultura cristã era uma realidade, quando a ética e a moral de religiosos ainda incomodava os meios políticos ainda atentos aos valores culturais, hoje invertidos com a desmoralização da família, das leis e do mesmo estado apartado da nação?

Ou lembrar que hoje se sabe mais sobre a identidade e intenções do inimigo real que ilude a nação e explora a ignorância dos humildes? Que explora a estupidez geral produzida pela propaganda? Que explora a avidez dos que concentam a riqueza, aliados e dependentes dos que detêm o poder contra o bem estar das gentes e a evolução natural?

Será que ele ia dizer que os critérios de decisão são ditados pela onu, por Londres, Nova Iorque, Whasington, Wall Street em intimidade com Pequim, Moscou e Bruxelas? Que são valores contrários à nossa identidade cultural e soberania agonizante? Iria convocar as forças armadas para provocar uma guerra civil, provocar a invasão do território por forças da Venezuela e Cuba a serviço da Onu e das elites interncaionais? Duvido! Quando muito ele iria lembrar a disciplina militar ferida e restaurada e a missão cumprida para proteger os brasileiros e preservar a dignidade e continuidade da nação em sua inteireza.

O confronto de 1964, repete-se agora. Encobertos os apelos ideológicos e afastada a idéia de forças políticas polarizadas entre duas potências, ambas militaristas e antagônicas. A grande farsa é agora um jogo aberto pelo poder de uma estrutura diabólica, pacientemente tecida para submeter as nações, reduzir as populações e decretar o governo internacional submetendo colônias de trabalho de uma "nova ordem mundial".

Será que os deputados, senadores, presidente que foram eleitos e ciscam nos terreiros de Brasília, têm consciência disto? Será que todos os coronéis, brigadeiros e almirantes têm consciência disto? Ou estarão conformados em seus postos de trabalho, esperando aviões, navios, tanques, armamento e decisões significativas para que possam cumprir seu dever constitucional de guardiães da nação e do território?

Os propósitos internacionalistas da elite capimunista, foram transformados em diretrizes, que Fernando Henrique e Luis Inácio receberam pessoalmente do Diálogo Interamericano patrocinado por Rockfeller. O sociólogo marxista e o operario, cumpriram direitinho, com financiamento e assistência das Fundações mantidas pelos banqueiros, pela elite política de Londres, Moscou e dos EUA.

O transe hipnótico promovido por Fundações e institutos que nem o Tavistock, se concretizou envolvendo as elites pensantes e gerencias empresariais intensamente treinadas para a reengenharia da sociedade. Hoje, graças à web se pode saber quase todos os movimentos do inimigo único, com um único propósito.

Mas a liberdade de expressão, a liberdade de escolhas, as iniciativas são exclusividade do estado. Quem for dissidente, quem pensar diferente, quem desejar preservar cultura, crenças, costumes e liberdade para educar os filhos, que se cuide. O estado-deus emerge com uma cabeça coberta por pensamentos-serpente, que nem a cabeça da Medusa.