sábado, 5 de setembro de 2015

VÃO TODOS À MERDA!

O homem comprou o pedaço de terra com muito esforço. Pensava que ali poderia, ao "abrigo inviolável" das leis que protegem o indivíduo, fazer tudo para .plantar e colher, criar e educar os filhos, envelhecer e morrer com o sentimento de dever cumprido.

Mas a Lei disse: "Não pode desmatar, Não pode usar a água da mina sem pagar ao Estado, Não pode produzir sementes para a lavoura, Não pode  atrasar no pagamento de impostos...Nem  contar com a ajuda dos filhos no seu trabalho, nem pode educar, nem castigar. O Estado os fará cidadãos melhores...

Naquele instante pensou que estava sendo qualificado como um cidadão pior, incapaz de cuidar da própria vida e conduzir sua família para harmonizar-se com outras famílias, contribuindo com o exemplo e o mérito na construção de uma sociedade, uma nação, uma pátria livre. Aí ouviu a voz do coração: era mesmo um besta, um idiota pensando que as promessas do Estado eram verdadeiras.

E ficou por ali pensando numa solução para apaziguar as contradições do espírito. Tomou um café, fumou mais um cigarro, acariciou os cabelos da mulher que colhia verduras na horta com ajuda do filho e foi até o ponto mais alto da propriedade de onde podia avistar o mundo cheio de montanhas. Sabia que depois das montanhas havia o mar e depois do mar o mais além. Tudo contido no espaço infinito.

O filho mais velho, atendendo ao chamado da Lei fora recrutado pelo serviço militar obrigatório. Mandaram-no para uma missão "de paz" num país africano, lá longe, onde por dever de ofício e treinamento específico, tinha de matar outros jovens, em nome da paz. Num entrevero foi atingido mortalmente.

Restou a lembrança do sorriso saudável. das risadas contando os causos e os acordes do violão calado, como que aguardando a volta do dono, coberto de poeira. Violão e cachorro são bichos que se ligam muito e acabam com a cara dos donos. Faltando estes, ficam tristes.

O homem recebeu mais porradas: o filho do meio que, entre amigos adolescentes, conheceu as drogas na escola, tornou-se agressivo e um dia qualquer não voltou para casa. A polícia foi avisada sobre o menor desaparecido. E o delegado falou que bom mesmo era rezar. Teria sorte se o menino fosse encontrado.

Respirou fundo e voltou para a casa. Seus miolos ferviam e as árvores estavam florescendo para alegria da passarada. Na mesa de estudos da filha estavam os livros e uma caixinha com dizeres  "Saúde sexual". Abriu a caixa e viu o pênis de borracha enfiado num preservativo. No caderninho impresso e colorido ele começou a ler as instruções sobre o uso de drogas injetáveis, os cuidados para cheirar cocaína e o aviso: "isto é segredo seu. Não mostre para seus pais..."

O coração apertado e o amargo que tornava a saliva semelhante a fel, as mãos e as pernas tremendo, chorou e imaginou-se de repente como Davi diante de Golias, o Estado gigante. Tomou a caixa, os objetos e o caderninho e  foi direto para a cozinha onde o fogo de lenha  ganhou uma labareda colorida e uma fumaça negra e fedorenta.

Na hora do almoço, tinha tomado a decisão: -De hoje em diante você não vai mais para a escola. Vou ser professor aqui em casa.
- Mas pai... Aquilo é um programa do governo, do ministério da educação, da ONU...


- A ONU já matou seu irmão e agora quer ensinar você a usar drogas... Basta o outro, que sumiu. Quer saber de uma coisa? Quero que o governo, o ministério e a ONU vão todos à merda.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

FARC/HESBOLÁ/VENEZUELA

O triângulo que se gestou a partir de 2008, trata de um pacto entre o terrorismo, o narcotráfico e territórios,  firmado entre Chávez, as FARC e o grupo terrorista Hesbolá e desenvolvido por Nicolás Maduro. As FARC são consideradas pela UE e pelos EUA um grupo terrorista com ampla atividade narcotraficante, presente no México e se estendendo até o sul da Argentina.
As FARC teceram nas últimas décadas os melhores contatos com os "capos" dos cartéis de drogas mais sangrentos, com o de Sinaloa, para a lavagem de dinheiro e sequestros extorsivos,  ao mesmo tempo em que  dizem impulsionar um diálogo de paz com o governo. O dinheiro das drogas  Hesbolá para financiar as atividades terroristas Hesbolá foi facilitado pelo ditador venezuelano que atou as pontas interessadas no comércio das drogas.
As ligações do Hesbolá com Chávez e as Farc são bem conhecidas pelo FBI. Trata-se de Ghazi Nasr, libanês naturalizado venezuelano, responsável pela arrecadação de dinheiro com grupos islâmicos chiitas da América Latina para o grupo terrorista. Contando com a capacidade logística e a permeabilidade da fronteira com a Colômbia, Chávez  ampliou o "mercado" e os aviões carregados de cocaína começaram a voar para a África Ocidental, onde os controles são tão permissivos como em Caracas. Dali com destino à Europa, onde os operadores do Hesbolá se encarregavam de comercializar. Os lucros eram repartidos entre as partes em proporções iguais, num negócio redondo e blindado.
O fluxo contínuo era garantido por três homens de confiança de Chávez: Hugo Carvajal, dirigente da Inteligência Militar, que foi detido em Aruba em 2014, com pedido de extradição pelos EUA. Mas a Holanda impediu o processo e Carvajal voltou a Caracas, onde foi recebido com honras de herói por Maduro. O segundo, Rangel  Silva, militar da intimidade de Chávez e governador do estado de Trujillo, em contato direto com os terroristas das FARC, facilitando o tráfico de arma e identidades falsas para os insurgentes, segundo uma investigação do The New York Times. O terceiro era Rodríguez Chacín, militar que participou com Chávez da tentativa de golpe de Estado em 1992. Capitão da Marinha, que se autodenominava "filósofo", peça chave na teia do narcotráfico e do terrorismo. Atualmente é governador do Estado de Guárico.
A Pedevesa, companhia de petróleo da Venezuela também foi envolvida, facilitando o milionário negócio.  A Pedevesa comprava a vontade e o silêncio de pessoas incômodas em todo o país. E foi utilizada para mobilizar e lavar centenas de milhões de dólares durante o período de Chavez e atualmente com Maduro.  
Walid Makled Garcia, "El Turco", detido na Colômbia e extraditado para os EUA, confessou sua participação nos crimes de narcotráfico e os vínculos com os figurões dos governos Chávez e Maduro: "Todos os meus sócios são generais nos mais altos cargos". Makled enviava 10 toneladas mensais de cocaína para os EUA.

Fonte: http://www.infobae.com/ Crédito: Rodrigo Acevedo Musto. Tradução resumida: A. Montenegro.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

PEDÁGIO PARA A OLIGARQUIA? NUNCA MAIS!

No site de um partido gêmeo do PT, que finge oposição mas ajudou a construir o curral socialista em que os brasileiros estão confinados, encontra-se uma pesquisa com a pergunta: “Como seria seu protesto na próxima manifestação?” As opções disponíveis são edulcorantes. Nem de longe aparecem as faixas dos intervencionistas confiantes exigindo a intervenção constitucional das FFAA para agir de uma vez, mais uma vez, para botar ordem na casa.

Nenhuma opção refere a recusa ao sistema revolucionário socialista. Nenhuma refere a violência, o mêdo resultante das políticas socializantes, que divide famílias, impede o curso livre das idéias, turva a mente, prjudica a liberdade produtiva e o exercício do livre comércio, privilegiando o banditismo. Trabalhamos e antes de prover o bem estar da nossa família somos obrigados a pagar o pedágio da vida para os donos do Estado gigantesco, nosso "patrão".

Todas as opções da pesquisa do PSDB são orientadas para a manutenção do modelo político, que privilegia o fim do sentimento pátrio, o nacionalismo que atrapalha as negociatas do poder daqueles que, agindo como "famiglias" mafiosas, são responsáveis pelos péssimos resultados que impedem os municípios e estados de decidir o que fazer com a riqueza que criam. Impedem as pessoas de produzir e progredir, economizar para investir, educar-se apropriadamente para consolidar a riqueza da nação e evoluir. Estamos acorrentados à vontade do centralismo ditatorial da perdulária Brasília vermelha.

Nos idos de 60 do século passado, o pervertido defensor das drogas Aldous Huxley celebrava que: "Só um movimento popular em grande escala, tendo em vista a descentralização, poderá travar a atual tendência para o estatismo. E não existe no presente momento nenhum sinal que permita pensar que tal movimento venha a ter lugar." O estatismo ditatorial amparado por tais partidos cresceu como um dragão, cuspindo fogo pra todo lado.

O comércio das drogas, que financia campanhas políticas, Ongs orientadas desde o exterior, movimentos sociais de minorias do lumpem proletariado marxista e inocentes úteis manipulados, são defendidas pelos próceres destes partidos melancia e pelos outros explicitamente alinhados ao morticínio que marca o caminho do comunismo internacional, mais vivo que nunca.

Os poucos controladores de todo o sistema financeiro internacional, criadores de guerras e crises, utilizam os recursos das nações para concentrar mais poder e ameaçam com uma tal de "nova ordem mundial", governo único, moeda única, totalitarismo comunista (ou fascista). Controlam os meios de informação para formar a opinião desinformando aqueles que não tem acesso ao estudo e a leitura, aqueles cujas idéias ficam embotadas e são obrigados a pensar apenas em como se safar das armadilhas que aprisionam, consomem as forças, matam.

Mas o feitiço de alguma maneira acaba virando contra o feiticeiro. A tecnologia moderna de comunicação em tempo real que a web proporciona,  cuja eficácia comprovada eles tentam restringir, parece avolumar a massa crítica contra esta forma de estado. Aqui mesmo no Brasil, surge um movimento local em algumas cidades onde as pessoas conseguem obrigar seus representantes nas câmaras municipais a reduzir salários e prestar contas dos parcos recursos, para que sejam investidos em benefício local.

Das câmaras municipais, podemos pensar em pressionar e obrigar as Assembléias Estaduais. Tais movimentos semeiam a consciência de uma cidadania até agora calada, pacífica, ordeira, que já não aguenta mais a corda no pescoço. Assim estão pequenos empresários, funcionários públicos, empregados da produção agrícola, dos serviços, alguns (poucos) professores, alguns (poucos) estudantes, algumas (poucas) associações e sindicatos, alguns (poucos) profissionais liberais, que buscam um norte, alguma proposta transparente.

Há uma luz no fim do túnel. O Movimento Federalista propõe com todas as letras um caminho em que todo o sistema seja invertido e as decisões comecem a ser tomadas em casa, na rua, no bairro, na cidade, no município, alí onde a vida produtiva acontece. Independentes das ordens e leis que emanam do poder centralizado, cada unidade federativa cria as leis adequadas à sua realidade, tomando decisões locais. O poder descentralizado impede os movimentos do modelo oligárquico dominante.

Os federalistas estão convidando os cidadãos conscientes, aqueles que conseguem manter o espírito crítico e a consciência pátria, para aderir a movimento, contribuir com novas idéias, traçar os rumos do Brasil para os próximos anos, reduzir a máquina de triturar mentes que se posicionou no planalto central e contaminou todos os estados e instituições, promovendo o crime organizado pelos vermelhos.

Os federalistas não têm bancos, nem dependem de banqueiros ou de mega empresas. Precisam sim da contribuição financeira de seus seguidores, dos pequenos produtores rurais, dos pequenos empresários, dos pequenos comerciantes, todos os que diariamente enchem as mãos de calos para manter as atividades significativas para a sobrevivência das pessoas que criam a riqueza da nação. Precisamos unir-nos para deixar de carregar como burros de carga este Estado monstruoso que engorda os parasitas corruptos.

São as ideias e ideais de liberdade que nos podem desvencilhar da matrix globalista, inaugurando a consciência e a escola de responsabilidade para com a nação e para com as pessoas, iguais em sua semelhança espiritual. Iguais nos desejos do coração que mais que a mente dos materialistas, promove o encontro fraterno. O site dos federalistas já iniciou o movimento e espera que você contribua. Acesse: http://www.movimentofederalista.org.br