quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

FAZ DE CONTA



Não obstante a pobreza, a ignorância e a desinformação em meio à fartura, ainda se encontra por aqui muita generosidade, muita ingenuidade, muita boa vontade. Temos sido vítimas de dirigentes medíocres, mentirosos e ultimamente bandidos, que fazem com os recursos arrecadados o que lhes dá na telha.

Isto abre perspectivas mais sombrias para o ambiente em que vivemos, controlados pela vontade e decisões estratégicas dos senhores deste monstro que se denomina nova ordem um mundial, uma desordem sombria, fria e calculista, destinada a concentrar cada vez mais os recursos oriundos da produção e produtividade das nações, nas mãos de uns poucos internacionalistas.

A violência que o mundo conhece hoje se deve à pretensão imperial de impor um modelo político social ao mundo inteiro. Seja do império comunista patrocinado pelos capitalistas, sejam as pretensões de Hitler de impor o nacional socialismo a ferro e fogo, sejam as atuais pretensões dos capitalistas anglo americanos que iludem a submetem as nação com terrorismo.

Analistas destacados referem este processo como “o caminho para um violento choque entre civilizações”. As crenças, o ambiente, a memória genética dos asiáticos, dos africanos, dos europeus, dos americanos do norte, do centro ou do sul, são diferentes. É impossível imaginar que estes povos renunciem as doutrinas de sua origem para aceitar uma única e nova doutrina, mais ainda quando esta se distancia da natureza e das Leis Universais.

Cada etnia tem o direito de viver, organizar-se e venerar seus deuses, elegendo seu modelo político e social. Nenhuma nação tem o direito de meter o bedelho na organização de outra nação. Se algum nacional está insatisfeito com o seu ambiente e deseja eleger outro modelo, que se mude.

É bom lembrar que no próximo ano completamos meio século do início da ditadura militar, parte da estratégia dos dominadores do mundo, fenômeno que varreu toda a
América Latina, onde os militares atuaram como “representantes” das ideias da Guerra Fria, defender o mundo ocidental contra a ameaça comunista. Serviram, alguns sem a plena consciência, para abrir o caminho para a globalização.

Em vinte anos tornaram-se embaraçosos, perigosos até, para a estratégia dos anglo americanos e europeus que os aplaudiram, treinaram e “emprestaram” recursos massivos para melhorar a infra estrutura chancelada pelo FMI. A cobrança viria bem cedo. Os militares perderam a vez para os políticos “democratas” entraram em cena, para pagar os altos juros e deixar o caminho livre para a corrupção, que passou a ser regra do poder.

O magnata Rockfeller escolheu e convidou políticos, intelectuais e banqueiros desta e de outras nações latino americanas, para o Diálogo Interamericano. Entre os brasileiros estavam - (coincidência!) - Fernando Henrique, Luis Inácio, o Civita, o Safra... Na sequência o FHC foi eleito Presidente.

Passaria o bastão para o seu Luis que fingia ser um esquerdista e havia figurado como fundador do Foro de São Paulo, “para restabelecer a ideologia fracassada com a queda do Muro de Berlim”... E consequências para o império soviético. Mais um jogo duplo financiado por Fundações e Clubes bem conhecidos.

O resto vocês viveram e viram e sentiram na pele. Os “lideres” banqueiros, intelectuais, sindicalistas e empresários, “salvadores da pátria”, restauraram a “democracia” e pagaram a conta desnacionalizando o controle das empresas e dos serviços essenciais. Fazem o que querem. Deitam e rolam. Uns brasileiros têm consciência disto. Sabem que estamos jogando o destino da nação no lixo.

Colhemos o que plantamos. Vendemos nossa alma, nossa cultura e tradições ao diabo. Há muita diversão neste país onde a realidade transfigurada diz que estamos muito bem. Os fatos – violência, drogas, corrupção, insegurança até dentro de casa, homicídios, greves, apagões, manifestações, instituições transnacionais dando as cartas (Fifa, ONU, Banco Mundial...) dizem prá quem quer ouvir: estamos à beira  do precipício global.


Vamos continuar no joguinho do faz de conta?

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

IMPRESSÕES CONTEXTUAIS


Como todos percebem, este escrevinhador é um marginal “teórico da conspiração”. Dizem que “o maior cego é aquele que não quer ver”. Quando se fala em conspiração, fala-se do que se esconde nos bastidores de decisão sobre as tramoias estratégicas que anulam os esforços das nações, totalmente dependentes das políticas econômicas e culturais oriundas do FED, FMI, Banco Mundial, CFR... Estes donos do mundo, que agem acima das instituições governamentais.

As decisões de longo prazo, tomadas em encontros de gente como os Rockfeller, os Rothschild, Morgan, Safra e seus agentes  promotores da Nova Ordem Mundial estão sendo implementadas neste momento, não só no Brasil, como no mundo: violência, Ongs para distrair a juventude que não percebe estar sendo usada a serviço da desnacionalização e entrega dos territórios e recursos naturais, como “pagamento da dívida”, esta coisa construída por juros extorsivos que apenas saqueiam os recursos nacionais.

Falando em nação, isto é soberania e independência dos povos para gerir os negócios do território pátrio é a ideia e atitude que eles tem se esmerado em destruir, com a ajuda servil de todos os governantes destas Américas, Central e do Sul, que em sucessivas ocasiões têm feito referências à nova ordem mundial proposta por todos os “donos” das consciências vendidas do mundo moderno.

Os analistas acadêmicos, industriais, midiáticos constatam através de números e de observação do palavrório dos agentes do poder global, que o Brasil está enrascado, cheio de dúvidas diante de um modelo que se exauriu. Dizem mais ou menos que temos de ver o que vai acontecer para ver como vamos ficar. Que decisões virão de fora? E estes mesmos analistas parecem cegos para as decisões sobre  a Unasul, governo supranacional, anexo da ONU, acabando de vez com os traços de nacionalismo, brasilidade que ainda restam.
O modelo perverso transfere quase a metade dos recursos gerados internamente (PIB) para pagamento de juros e amortização da dívida externa que o Luis Inacio anunciou que estava zerada... Ao custo de transferir empresas e empenhar parte do mesmo território para o controle dos círculos de poder global. Grana que aqueles senhores decidem investir aqui ou acolá, de acordo com o servilismo dos governantes e os recursos naturais disponíveis. Investem a metade dos recursos produzidos pelo trabalho de uma nação, juros das “dívidas”... Duvido! Melhor dizer roubo continuado.
   
Determinam quem será o Mané gostoso da vez para um período de governo. Todos os candidatos estão alinhados com a nova ordem mundial, sejam verdes, vermelhos, azuis, amarelos... E nós estamos no meio do fogo cruzado, passivos, felizes na economia movida pelo consumo e pelo crédito fácil de bens importados. Daí que a tal indústria nacional vive marcando passo. Investimentos privados nacionais em baixa. Investimentos do Estado, ridículos! Exceto para a Copa de Futebol! Deixando educação, segurança, saúde... Às favas!

Que podemos esperar, quando os números falam que a Indústria Brasileira regrediu ao patamar dos anos anteriores à construção de Brasília? Que podemos esperar sem investimentos nacionais e com um custo de produção superior a 30%, além dos custos burocráticos para pagar impostos, propinas da corrupção e doações aos partidos políticos? Que podemos esperar quando os números dizem que as vendas aumentaram 128% nos últimos dez anos, sendo que as vendas da indústria nacional ficaram com 22% e 106% foram para os produtos importados?

Desnacionalização. Fim deste negócio de independência e soberania nacional. Decisões políticas e econômicas globais. Governo transnacional. E tudo isto vem sendo projetado, dito, escrito, discutido publicamente e implementado nos bastidores desde o fim da II Guerra Mundial. Tudo se encontra nas diretrizes do Iron Mountain, elaborado nos anos sessenta com a direção dos Rockfeller e dos Rothschild e em sucessivos encontros geradores das políticas verdes, defesa do meio ambiente, Al Gore e seu esquentamento, Green Peace e seu terrorismo criado pela inteligência britânica, WWF dirigido pelas coroas britânica e holandesa...

Estão na Amazônia, estão entre os sem terra que vão continuar “sem”, recebendo uma cesta básica e servindo aos objetivos políticos dos poderosos, entre os sem teto, entre os traficantes, entre os grevistas, entre os lobistas, entre os acadêmicos com cérebro de minhoca... Só quem não quer ver que a única saída para barrar os efeitos da globalização seria um projeto nacionalista honesto, voltado de fato e de direito para o bem comum são estes analistas acadêmicos, industriais, midiáticos e os governantes que nos enganam.


A esperança é que já existem sinais da formação de uma “Massa Crítica”, atuando através das redes sociais, de blogs, expondo verdades que os senhores do mundo, em defesa de seus interesses, pretende ridicularizar denominando “teoria da conspiração”. Pessoas lúcidas que pensam livremente sabem que o planejamento de uma empresa deve ser secreto para defender-se da concorrência. Mas quando a coisa passa para o campo político, segredo, decisão e ação  a serviço da instituição da nova ordem mundial, é conspiração.  

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

PROVA DE CAPACIDADE

A Ordem dos Advogados do Brasil reprovou a maioria dos candidatos que se inscreveram e realizaram os exames de suficiência, capacidade para exercer a profissão. Isto vem acontecendo há muitos anos. Nas escolas de Direito, circulam as respostas dos analfabetos funcionais em provas semestrais.  É muita exigência! Num destes filmes que exibidos em “horário nobre”, um advogado confessa que nunca leu nenhum livro. Prá que. Basta ser esperto, meio que estelionatário da palavra.

O Conselho Regional de Medicina reprovou a maioria absoluta dos médicos recém-licenciados, quando examinados para obter o registro oficial (CRM) para exercer a profissão. Bobagem! O mesmo exame não foi exigido de centenas de médicos que atenderam ao recrutamento governamental para trabalhar nos cafundós, onde os nossos médicos não querem ir. Bom, existem outras razões meio que secretas para tal decisão. 70% do salário de 10 mil reais, fica com os agenciadores dos médicos, que consideram isto melhor que atuar em certa ilha.

Esta complexidade de competência científica, que assegura os melhores resultados para os clientes enfermos ou aqueles que buscam por justiça, bem que poderia ser exigida dos candidatos a cargos políticos e aos cargos distribuídos no primeiro, segundo, terceiro, quarto, quinto... escalões, que servem ao poder executivo. E por que não a mesma exigência para os designados ao serviço público em todas as esferas? 

Tal prova oral, escrita e principalmente de capacitação psicológica poderia ser avaliada por um Conselho de Sábios, constituído por pessoas qualificadas em Educação, Medicina, Psiquiatria, Engenharia, Direito e outras áreas. Assim os eleitores e contribuintes, poderiam ter mais tranquilidade, ficando a nação resguardada da incompetência, do analfabetismo funcional e da presença de psicopatas em postos decisórios em todos os níveis da instituição republicana.

É notável nos anais da história de muitos séculos, a tentativa de resolver os males repetindo tratamentos experimentados de geração em geração, a maioria baseada em entendimento ingênuo, com resultados pífios, até o momento em que as nações empobrecidas pisam nos calos dos grandes controladores da economia mundial.  Tais medidas já não colam e a relação do poder local com a nação se deteriora. A doença do poder político é epidêmica.

A saúde das nações está ameaçada no mundo inteiro. O tratamento depende da formulação de novos critérios, diagnósticos, auditorias especializadas, liberdade de expressão, ampla veiculação da informação, conhecimento da essência do poder, seus organismos decisórios, tudo como se fosse um fenômeno biológico. Mas parece que nos falta a vontade e nos faltam médicos, juristas, profissionais e personalidades capazes para mapear os organismos nacionais e determinar que ações podem conduzir à soberania, independência e bem comum, hoje confundido com crédito em dez pagamentos, sem entrada, para obter uma geladeira, um fogão ou um par de tênis Nike, daqueles cujos custos de produção não chegam a 1 dólar americano. (Se isto não é trabalho escravo...)

Parece que os mais capazes temem o contágio do conhecimento e temem as perdas possíveis na execução do trabalho voluntário de curar a nação. Nação: um ente que está na UTI da história, aguardando a morte ou o procedimento/medicamento que a faça sobreviver. Do encarceramento e torturas espirituais... Vá sô! É o mais sinistro desta guerra.

Já ouvi dizer que projetam a existência dos  Estados Unidos apenas como estado dedicado à guerra. Se as poderosas armas militares, que já  são comercializadas até com traficantes de drogas, ameaçam a humanidade é porque as medidas repetidas para a sanidade das nações já não surtem efeito. Na esteira de um pensador satanizado, os propósitos capitalistas se revelam tão mentirosos como o foi a farsa do comunismo, também apoiada pelo núcleo duro dos mesmos capitalistas.

Os esforços baseados nos melhores valores morais constituem direito natural e não podem continuar sendo ignorados por uma casta de opressores privilegiados que decidem sobre o tratamento das nações, crenças, vida e morte. No dia em que as ideologias e os segredos de estado não puderem mais ser utilizados como justificativas, eles vão lutar com todas as armas que dispõem para manter-se no poder.

Para que o jogo destes poderes perversos chegue ao fim, será fundamental a proliferação de grupos de estudo, massas críticas intelectuais direcionadas para o mesmo objetivo: tratamento de choque. A eficácia estará na medida da honestidade e consciência moral, seriedade e maturidade dos que tomem esta tarefa como objetivo de vida.


(Leitura de referência: Andrew M. Lobaczewski, Political Ponerology - Red Pill Press, Nova Iorque, 1998)